Bom Mesmo e Ir a Luta Charles Chaplin

Cerca de 153860 frases e pensamentos: Bom Mesmo e Ir a Luta Charles Chaplin

⁠Oh Senhor Quero Tanto Ir Em Um Avivamento...

Inserida por KamillaMoreira

⁠É Melhor Sofrer e Ir Para o Céu do Que Aceitar a Marca da Besta e Ir Para o Inferno.

Inserida por KamillaMoreira

Vamos Nos Preparar Para Ir Para o Céu.

Inserida por KamillaMoreira

⁠Não Importa Como Está o Tempo...Se Deus Quer e Se Você Tiver Fé...Pode ir Tranquilo.

Inserida por KamillaMoreira

⁠Intimidade Com Deus Não é Somente Ir Na Igreja, Orar, Jejuar e Ler a Bíblia. É Estar Com a Mente Ligada em Deus o Dia Inteiro.

Inserida por KamillaMoreira

Quando Você Ir Na Igreja,Tenha Fé Que Você Vai Sentir o Alívio em Qualquer Dor.

Inserida por KamillaMoreira

Eu Amo Ir Na Casa De Deus Porque Eu o Adoro.

Inserida por KamillaMoreira


O cristão não deve ter temor de ir “contra a corrente” para viver a própria fé, resistindo a tentação da "uniformidade".

Inserida por KamillaMoreira

⁠Sem O Espírito Santo A Igreja Não Pode Ir Em Frente.

Inserida por KamillaMoreira

⁠É muito mais fácil orar por um chato do que ir visitá-lo.

C. S. Lewis
Cartas a Malcolm. Rio de Janeiro: Thomas Nelson, 2019.
Inserida por KamillaMoreira

⁠Sinto que adoro ir contra a corrente. Acho que viver autenticamente é não se conformar com o que quer que seja.”

Inserida por KamillaMoreira

⁠⁠Ninguém é mais livre do que os que podem ir onde querem, mas só vão aonde Deus for com eles.

Inserida por ateodoro72

⁠Que o Filho do Homem te favoreça com a Graça de poder ir sempre além, mas jamais além do alcance das mãos Dele.

Inserida por ateodoro72

⁠Enquanto as pessoas imploram para o tempo ir devagar, ele pensa consigo: como as pessoas passam depressa!

Inserida por ateodoro72

⁠Livre é aquele que pode ir onde quiser, mas só vai aonde Deus for com ele.

Inserida por ateodoro72

⁠Teu Olhar

Teu olhar tem força que me faz
Nos seus labirintos me perder.
É em vão que tento ir atrás
De um vendaval que faz chover.

Teu olhar, às vezes, me domina,
Outra hora me põe a correr.
Teu olhar é luz que me fascina,
Nos teus braços quero adormecer.

Dormir o sono eterno pra não mais sonhar,
Te encontrar no inferno do meu delirar.
Dormir o sono eterno pra não mais sonhar,
Pra fugir do inferno do meu delirar.

Nos teus olhos quero me encontrar.

Teu olhar tem força que me faz
Nos seus labirintos me perder.
É em vão que tento ir atrás
De um vendaval que faz chover.

Teu olhar, às vezes, me domina,
Outra hora me põe a correr.
Teu olhar é luz que me fascina,
Nos teus braços quero adormecer.

Inserida por EvandoCarmo

Quem não sabe onde chegar, não tem para onde ir.

Inserida por NATALINO1980

Um caso real da literatura brasileira

Seguindo a sua rotina, a de sempre ir ao supermercado no final da tarde, para fazer compras para o jantar, o Antônio não tinha muita pressa, vivia sossegado. Era metódico e organizado, sempre saia na mesma hora de casa, seguia seu ritual diário. Entrava em seu carro, um 4x4 esportivo, dava a partida, ligava o som, para ouvir as notícias do final do dia, seu carro não era exatamente um carro de playboy, mas era um carro bonito e possante, que chamava a atenção das pessoas, pelo seu tamanho e potência.
Eram seis e meia da tarde, ou da noite para alguns, o fato é que era noite para o Antônio, pois em sua região o sol se punha mais cedo. Neste dia, porém, em que relato os fatos ocorridos, fatos dignos de atenção do leitor desta coluna, o Antônio achava que seria apenas mais um dia como os demais, que iria ao mercado, voltaria em paz e segurança, e que faria sua costumeira comidinha caseira para agradar a sua esposa. Antônio era jornalista aposentado, na verdade vivia de renda, tinha lá um pouco de dinheiro aplicado, dinheiro que recebera por uma aposentadoria voluntária, que o governo brasileiro havia promovido e incentivado antigos servidores federais a se aposentar antes da hora.
Antônio estava na melhor fase de sua vida, tinha casado já seus dois filhos, vivia com esposa a sua terceira lua de mel. Era um casal ainda jovem para os padrões atuais, ambos com sessenta anos, fortes e saudáveis, tinha uma vida sexualmente ativa e muito satisfatória, não tinha muito com o que se preocupar, vida financeira equilibrada sem nenhuma grande causa para lutar, queriam apenas viver e aproveitar seus melhores dias.
Antônio, neste dia em questão, foi ao mercado, como sempre fez, comprou seus ingredientes para o jantar, verificou que havia chegado o seu vinho favorito, vinho que ele tomava sozinho, uma garrafa por semana, especialmente na hora de cozinhar. Conversou com a moça do caixa, falou da família e dos netos, incentivou a atendente do caixa a estudar, pois segundo ele, a vida tinha muito mais para oferecer do que um emprego simples de caixa de supermercado. A moça agradeceu, como sempre fazia, era solista, mas não tinha lá grandes chances de subir na vida, pensava o Antônio, que ela apesar de ouvir seus conselhos nunca deixaria de ser caixa, estava na verdade contente com seu trabalho.
Antônio pagou sua conta e se despediu de todos, entrou em seu carro e seguiu para sua casa, que ficava a duas quadras do supermercado. Antônio morava em um condomínio de classe média, tinha seus privilégios quanto ao luxo de morar bem, morava em numa cobertura, seu prédio tinha área de lazer e segurança 24 e horas por dia. A garagem era como sua sala, não tinha a menor chance de ser abordado por estranhos.
Mas para tudo na vida sempre há, como dizem os mais velhos, sua vez. E este dia era a vez do ineditismo acontecer com Antônio. Ao sair do carro, foi surpreendido por um homem bem vestido, que lhe apontou uma arma e disse:
-Entre no carro, vamos dar uma volta.
Antônio calmamente lhe respondeu:
-Não vou a lugar nenhum. Se quiser me roubar, me roube aqui mesmo, e se por acaso deseja me matar, faça aqui, pois não costumo andar com estranhos, muito menos na hora sagrada de fazer o jantar para minha esposa.
O homem bem vestido, que ainda não sabemos ser um ladrão comum, balançou a cabeça e disse:
-Mas você é mesmo louco, não está entendendo o que lhe digo, ou está tirando onda com a minha cara? Estou lhe dando uma ordem, entre no carro e dirija para fora da cidade.
Antônio olha para o lado, não vê ninguém, está sozinho, apenas ele e o ladrão, ou o lunático que desejava dar uma voltinha de carro com ele. Antônio pensou, que seria mais um pervertido, pois o homem bem vestido não tinha as características comuns de um assaltante. O homem vestia um terno preto, mas de boa qualidade, não era um segurança do prédio, Antônio conhecia todos os empregados do seu condomínio, e, para estar ali, e ter entrado pela portaria, só podia ser um morador, alguém que premeditou cuidadosamente o evento.
Antônio diz para seu algoz, ainda com aparente calma:
-Não sei o que o senhor pretende com esta história de andar comigo de carro, poderia ser mais claro? Seja direto, o que realmente deseja? Como o senhor se chama?
O Homem abaixou a arma, se encostou no carro e começou a chorar. Entre lamentos dizia:
-Sou um desgraçado, me desculpe. Estou com uma doença terminal, moro aqui já faz alguns anos, sou viúvo há muito anos, e tenho observado a sua vida tranquila, sua rotina diária. Já pude ver o quanto é feliz com sua esposa. Então por viver só e abandonado, sem filho e parente por perto, e ainda condenado à morte, resolvi fazer alguma coisa para chamar a sua atenção. Veja, eu falo a verdade, esta arma, por exemplo, é uma arma de brinquedo, comprei com este intuito, o de lhe causar algum sofrimento e angústia. Mas sua reação me deixou ainda mais confuso. Quem em sã consciência, neste mundo perigoso, agiria desta forma ao ser abordado com uma arma na cabeça?. Qual é o seu segredo, por que leva a vida desta maneira incomum?
Antônio riu do homem, que ainda chorava descontroladamente e disse:
-Não tenho nenhum segredo, meu amigo, só penso que a vida não é assim tão complicada, como parece para a maioria das pessoas, e quanto a morrer nesta altura da minha vida, não me diz nada, tanto faz, estou satisfeito com o que fiz e vivi até aqui.
-Mas me conte mais sobre sua vida e doença, quem sabe eu não posso lhe ajudar.
O Homem de terno preto, marchou em direção a uma lixeira e jogou a arma de plástico. Voltou em direção ao Antônio e disse:
-Me desculpe, eu sou um homem desgraçado, mas poderia me fazer um grande favor? Não conte sobre isso para ninguém, nem me entregue para a polícia. Eu não mereço tanta consideração assim, esqueça este meu vexame.
Antônio olhou com piedade para o homem, que agora já estava mais calmo e disse:
-Não se preocupe, será o nosso segredinho, e se ainda quiser dar um volta no meu carro, podemos ir. O homem riu desconcertado e disse:
-Não, muito obrigado, tenho que voltar para casa já está na hora de tomar os meus remédios.
Antônio pegou suas compras, acionou o alarme do seu carro, entrou no elevador e entrou em casa sorrindo, como quem tivera uma visão de algo inverossímil.

Inserida por EvandoCarmo

A quem irei revelar o que sou?
Não posso ir além de mim
para me examinar por fora
apenas eu compreendo
o incompreensível de mim
um pouco do que sou
cá dentro no cerne da alma
ou do que pensou ser...

Inserida por EvandoCarmo

⁠Podemos ver possibilidades que ninguém jamais viu antes. Podemos ir a lugares que ninguém jamais foi antes.

Joe Biden

Nota: Trecho de discurso dado em 11 de julho de 2022, após a divulgação das primeiras imagens do telescópio James Webb, da NASA.

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Inserida por sozinhanolivro