Bom fim de Semana Amiga

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É necessário emprestarmo-nos aos outros e darmo-nos a nós próprios.

Moça linda, bem tratada, três séculos de família, burra como uma porta: um amor!

Por que não nos deixam viver como a vida é proposta na sua ideia inicial, um dia após o outro, e não sofrendo por antecedência com ameaça de inferno e céu.

A imagem pode ser a mesma que cada um ama à sua maneira.

“Na minha civilização, aquele que é diferente de mim não me empobrece; me enriquece”

Sou uma criatura do mundo.

O tempo é o espelho da eternidade.

Voce chegou desse jeito
Me deixou sem jeito de revidar
Seu sorriso perfeito,seu olhar daquele jeito depois daquele dia mudou o meu jeito de te olhar
Me encantei pelo seu jeito

A humildade é o primeiro degrau para benção na vida dos simples, enquanto a ignorância é um dos maiores abismos para queda no caminho dos tolos.

A felicidade é alcançada quando a pessoa está pronta para ser o que ela é.

"Divulgue para o mundo as suas conquistas. Suas derrotas, os outros já divulgam de graça e ainda aumentam".

Carrego meus mortos do lado esquerdo...por isso caminho meio de banda.

Em verdade temos medo.
Nascemos escuro.
As existências são poucas:
Carteiro, ditador, soldado.
Nosso destino, incompleto.

E fomos educados para o medo.
Cheiramos flores de medo.
Vestimos panos de medo.
De medo, vermelhos rios
vadeamos.

Somos apenas uns homens
e a natureza traiu-nos.
Há as árvores, as fábricas,
Doenças galopantes, fomes.

Refugiamo-nos no amor,
este célebre sentimento,
e o amor faltou: chovia,
ventava, fazia frio em São Paulo.

Fazia frio em São Paulo…
Nevava.
O medo, com sua capa,
nos dissimula e nos berça.

Fiquei com medo de ti,
meu companheiro moreno,
De nós, de vós: e de tudo.
Estou com medo da honra.

Assim nos criam burgueses,
Nosso caminho: traçado.
Por que morrer em conjunto?
E se todos nós vivêssemos?

Vem, harmonia do medo,
vem, ó terror das estradas,
susto na noite, receio
de águas poluídas. Muletas

do homem só. Ajudai-nos,
lentos poderes do láudano.
Até a canção medrosa
se parte, se transe e cala-se.

Faremos casas de medo,
duros tijolos de medo,
medrosos caules, repuxos,
ruas só de medo e calma.

E com asas de prudência,
com resplendores covardes,
atingiremos o cimo
de nossa cauta subida.

O medo, com sua física,
tanto produz: carcereiros,
edifícios, escritores,
este poema; outras vidas.

Tenhamos o maior pavor,
Os mais velhos compreendem.
O medo cristalizou-os.
Estátuas sábias, adeus.

Adeus: vamos para a frente,
recuando de olhos acesos.
Nossos filhos tão felizes…
Fiéis herdeiros do medo,

eles povoam a cidade.
Depois da cidade, o mundo.
Depois do mundo, as estrelas,
dançando o baile do medo.

⁠⁠A ostentação, como a armadura dourada, é muito diferente por dentro e por fora.

⁠O Brasil precisa ser dirigido por uma pessoa que já passou fome. A fome também é professora. Quem passa fome aprende a pensar no próximo, e nas crianças.

Carolina Maria de Jesus
Quarto de despejo: diário de uma favelada. São Paulo: Ática, 2014.

Não pode haver em mim nem maquiagem nem dissimulação, e jamais se percebe em meu rosto as aparências de um sentimento que não esteja em meu coração. Enfim, sou em toda parte tão semelhante a mim mesma que ninguém poderia me ocultar...

Que minhas palavras sejam um farol
Que brilhe em meio ao escuro
Para que mesmo em dias sem Sol
Elas sejam uma guia a qual
Conduza o navegante a um porto seguro.

A bondade é o objetivo da evolução.

“Fugas

Não adianta virar a cara e torcer o nariz, quando você olha para o seu passado. Ele está e sempre vai ficar do jeito que você o criou. Suas boas lembranças não vão voltar, nem se repetir. Você virou as costas para quem realmente te valorizou, mentiu e enganou. Agora tenta afogar a saudade, nos braços da amargura. Tenta se enganar que essa é a sua melhor escolha, mas não é, e você sabe disso!”

Prefiro a tristeza de ter agido com lealdade,que a alegria de cultivar o engano.