Boca
Beber da água da tua boca,
me aquecer no fogo do teu corpo.
Me cobrir inteira com teus beijos,
e deixar que tua língua mate todo o meu desejo de viver um mistério com você.
Hoje quando acordei
Senti sua falta ...
Perdi seu cheiro mas sinto seu gosto na minha boca
E fico pensando ...
Como vai ser bom sentir seu abraço
Queria agora,
te dizer
Que você deixa meu coração jovem
Mesmo enquanto envelhece
Ele bate por você
Quero que você me beije
Me abrace e volte ...
Sinto muito a sua falta
E fico em silêncio
Com minha saudade
O COSTURADO DE CORAÇÕES.
O amor saiu por aí beijando de boca em boca, sem se importar com as pessoas só que ele não contava que iria se apaixonar tão cedo.
Porém certo dia ele ficou apaixonado chega nem prestava atenção no que as pessoas falavam a sua volta.
Para ele tudo era bobagem, ele estava tão cego nas suas decisões, que só queria amar, até que não demorou muito veio as primeiras decepções amorosas.
Quando ele descobriu que tudo não tinha passado de uma pequena troca de afeto mais logo chegou ao fim, e o amor estava com o coração partido ao meio, então o tempo passou e recolheu aquele coração que estava jogado no chão.
Certo dia estava passando pela aquela estrada quando de longe avistei o senhor remendado uns corações, então cheguei mas perto e observei um balde com vários corações, fui embora sem pergunta nada ao tempo.
No outro dia quando voltava, lá estava o velho tempo no mesmo lugar, fazendo os mesmos trabalho, curioso perguntei de quem seria aqueles corações.
Ele virou os olhos em minha direção, deu aquele triste sorriso, olhou dentro dos meus olhos e disse.
Meu filho esses corações são daquelas pessoas que viveram a vida inteira brincando de amar.
Quando ele estava terminando de falar chegava mais pessoas com o coração desperdiçado para ele remendar.
Ele virou as costa foi me dizendo que estava muito ocupado, pois não parava de chegar corações para ele costurar.
Eraldo silva.
A boca ja ceca, o ar se acabando e a minha jornada está se findando, e tudo que ajuntei pelas estrada larguei, pelas as estrada por onde passei deixei, deixei a tristeza e a felicidade também, andei em ruas sem saída, e a cada passo que dava minhas esperanças ficava pra trás, insisti em tudo que fiz, até desistir de tudo que um dia en min existiu, minha boca já seca o ar acabando, sufocado pelo meu próprio ar que já não me pertence mais, me sinto mais uma pessoas desesperada buscando em mim a vida, agora só estou esperando meu parecer, não sei o que foi reservado pra mim, mais sei que tenho que seguir meu próprio caminho, boca seca o ar se acabando, de tudo que eu a juntei pelas estrada deixei, apenas espero o utimo ar nessa minha boca seca se acabar, escrito por Armando Nascimento
A terra abriu sua boca e os cafajestes surgiram como vermes. Foram subindo e tomando os microfones, os alto falantes. Rasteiros eles chegaram, os amorais e abjetos, os brutos, orgulhosos em destratar mulheres, pobres, doentes e pretos. Deixam abertos os abismos por onde sairão as trevas espessas que a história não apagará.(Walter Sasso)
Congelar uvas e deixar derreter na boca, receita de criança, lúdica, tão simples, mas que para alguns, um ícone, de sabor eterno de amizade e amor.
A nobreza de saber cruzar as pernas, segurar uma taça de vinho e levar uma xícara de café à boca, são gestos sutis que evidenciam a elegância de uma mulher. Esses pequenos detalhes despertam a admiração e a emoção dos bons observadores.
SE os olhos já não dizem o que a boca revela... o tempo há de mostrar o sentido do silêncio que se instaura!!!
ENQUANTO ESPERO
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Há um beijo guardado em minha boca,
uma roupa largada no meu corpo,
para quando minh´alma o tiver nu
junto ao seu; à nudez de suas formas...
Entre pela janela dos meus olhos
e me assalte, o controle é todo seu,
para irmos ao céu das sensações
que só tenho comigo, enquanto espero...
Os meus poros reservam salsa e sal
que temperam a minha solidão
nesta nau ancorada em suas águas...
Tem um triste gemido este prazer
de sonhar e saber que só é sonho;
que me ponho pra mim em seu lugar...
POESIA
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Poesia tem que ser um afago na alma ou um soco na boca do estômago.
SETE CHAVES
Demétrio Sena - Magé
Um amor cofre forte com boca-de-lobo,
cuja chave ou segredo fica na matriz,
me faria feliz, mas a preço de mágoas
que não quero causar se não for só a mim...
E por isso me fecho num silêncio insano,
nesse banco do tempo que me rende angústias,
em um plano mais fundo que todos os limbos
ou que todo mistério das máfias antigas...
Meu amor por você rende juras vedadas,
cobra juros doridos por qualquer menção,
quando meu coração toma o rumo dos olhos...
Carro-forte não pode levar o que sinto
pra guardar numa ilha de algum ombro amigo;
fecho tudo comigo e sufoco meu ser...
Cala boca e me escuta.
Em nosso mundo existem muitas pessoas que se consideram donas da verdade absoluta, e que tudo sabem, e não precisam da ajuda nem da opinião de ninguém. São os chamados "donos da verdade", pelo menos e que pensam.
Essas pessoas criam uma carapaça em torno de suas ideias e pensamento.
Elas acreditam que possuem o dom de saber tudo, de mudar historias.
Essas pessoas não aceitam opiniões, na maioria das vezes nem as escutam sem dar o mínimo de consideração.
Elas defendem suas ideias a todo custo mesmo se pra conseguir defende-las, ela tenha que passar por cima das opiniões e pensamentos do outros.
Elas acreditam só existe um caminho e que as outras pessoas tenha que aprovar tudo que falam.
Na verdade essa carapuça só serve mesmo para esconde fragilidades pontos inconsistente em sua própria personalidade, mesmo sabendo que nas maiorias das vezes ela esta errada com medo de se mostra frágil ela não assume seu erros tenta a qualquer modo afogar o outro com pura teimosia não levando em consideração o que diz ou ate mesmo o impedindo de falar.
Quando uma pessoa se mostra dona da verdade ela posta como um ser sem humildade incapaz de perceber os pensamentos alheia de respeitar a opinião do seu próximo.
Cuidado ao se tornar dono da verdade, pois às vezes poderás até, estar escondendo tua sinceridade.
Se fossemos feitos de quatro braços e sem boca seriamos bem melhores, abracaríamos mais forte e não falaríamos da vida alheia!
"Eu adoro quando meu corpo cansa sob ti, e minha boca repousa sobre você.
A geometria que nos une, faz a lógica do universo tremer.
Quando nós dois, somos um só ser.
Não quero ser mais eu, quero ser nós, quero ser você.
Minha religião morena, o doce dos teus lábios é o único Deus que eu quero crer.
O que posso fazer?
Já não vislumbro um futuro, pois minha vida é contigo, só isso que posso ver.
O cansaço que me abate, revigora minh'alma, naquela noite de prazer.
A minha realidade, se torna lampejos desse querer.
Resquícios de você.
Deusa do meu ser.
Meu corpo fatigado, descansa sobre ti; enquanto minha boca, repousa sobre você..."
Como posso eu ter calma?
Sendo que o coração que jurou-me ódio, sei que me ama.
A mesma boca que deveria despir só o corpo também despe a alma.
É amor de peito o que deveria ter sido só amor de cama.
Na madrugada não sou eu, é só o lençol, que por ti clama.
Do que me adianta?
Um amor racional e uma paixão insana?
Perdoe-a, pai, pois ela não sabe o que sente, não sabe a quem ama.
Ela sabe que, a cada toque, meu nome ela chama.
As labaredas, o ardor dessa paixão, o meu ser inflama.
Amá-la transformou-se em blasfêmia.
Nessa cacimba de amarguras, morro e vivo um dilema.
E vivendo tudo isso, como posso eu ter calma?
A multidão de palavras que saem da boca, é a própria porta para acusar-se
asi mesmo quando se menospreza a sabedoria do ouvir.
