Boas Vindas para um Amiga
"Um Sarcasmo de Vez Enquanto e Bom Pra Saúde, Só Não Pode ser Exagerado demais... Nada exageradamente e bom... talvez esse lado irónico que tenho seja uma alto defesa para aqueles que Agem com esse mesmo sarcasmo.
Eu tenho um colega engurdado em min desde que nasci e que nunca se apartiu de min que é a minha propria sombra.
Tenho um irmão que desde que me reconheceu como um irmão nunca se apartou de min, pois ele pode tambem ser seu basta reconhece-lo como o senhor seu salvador.Que Jesus Cristo
Um relacionamento é uma como uma construção, deve ser construída com uma boa base. O relacionamento verdadeiro se funda em confiança e parceria, sem esses elementos um relacionamento pode ir a frente, talvez durar anos mas como uma obrar sem base aparacerão defeitos que não terão mais concerto ou vira à ruínas de uma só vez.
A história remete, há tempos, que a mulher, ao desfazer um laço familiar, mesmo com toda a crise de um relacionamento, era um ato constrangedor. A sociedade, até pouco tempo, calava-se diante de toda e qualquer forma de agressão e violência entre um casal.O silêncio da mulher, travado por diversas gerações, traduzia-se no cenário de manipulação, de tirar da mulher a esperança de manifestar o seu pedido de socorro às autoridades. Toda e qualquer forma de diálogo que a mulher pudesse apresentar e a tentativa de resgatar qualquer situação de desconforto era extremamente reprimida por parte daquele que detinha o poder econômico, pela submissão daquela que, frágil e dependente, não só financeiramente, como emocionalmente, já se encontrava literalmente vítima da dominação masculina.
CÉU AZUL
Eu nunca vi um céu tão azul é como se fosse para o meu deleite.
Eu nunca vi tanta beleza, num céu tão azul e tanta clareza...
Reflexos não.Meus olhos são castanhos- cor- de –mel.
Estou falando do imenso céu...-Será que só eu o vejo assim?
(...)Então,eu falo com Deus, e o meu corpo se arrepia, lagrimas banham o meu rosto,sinto um estremecer por dentro, seguida de uma paz infinita e quando me vejo, estou sorrindo novamente, estou feliz, contente, por ter certeza que toquei nas vestes do PAI.
A noite agora é apenas um manto escuro que encobre a minha dor, enquanto perambulo sozinha ouvindo uma canção de amor.
Chega um momento em que você aprende que escolhas certas contraditoriamente nem sempre são as melhores...
Em um mundo onde as atitudes certas ja não parecem ser assim tão certas, vou levando minha vida como um renegado, o diferente, aquele que não pensa como a sociedade. Mais será que é tão ruim assim ser diferente da sociedade? Onde todos pensam em "ser algo na vida" e se esquecem que ser algo na vida não é ter dinheiro e sim viver feliz e proporcionar uma vida melhor ao próximo.
Esse papo de que só damos valor quando perdemos é pura mentira. Cada um sabe exatamente quem ta do seu lado, só que acaba não dando o valor que a pessoa merece... E acabamos perdendo!
Cair, se machucar.. não é um bicho de 7 cabeças! A saída é tirar proveito da magoa, se levantar e continuar, se for preciso cair, que caia, mais vale perder um minuto na vida do que a vida num minuto.
Eu vejo um verdadeiro amigo, é quando nós vermos a verdadeira sinseridade do amigo fiel, e vejo essa sinseridade em ti, e tbm vejo vc sendo fiel comigo, te amo amigo. Feliz dia do amigo,*
Eu sou um castigo de Deus e se você não tivesse cometido um pecado tão grande, Deus não lhe enviaria um castigo igual a mim!
Acho que o motivo de não gostar tanto de palhaço é que eles fingem ser alguém que não são com um sorriso no rosto, mas com uma lágrima no olhar.
Um homem de valor!
Alfredo um homem de 30 anos de idade, casado e dono de uma mercearia localizada num bairro de classe média, vivia uma vida muito atribulada, com muita dificuldade ele conseguia completar todas as obrigações do dia a dia!
Todas as manhãs ele abria a mercearia, atendia os clientes, arrumava as prateleiras e ia ao banco fazer os depósitos do dinheiro arrecadado.
Não tinha empregados e por causa disto a vida dele era realmente muito atribulada!
Um dia Alfredo estava abrindo a mercearia quando um moço chegou e disse:
-Eu estou desempregado, tenho dois filhos para criar e nós estamos passando dificuldades.
-Estou vendendo estes panos de pratos que foram confeccionados pela minha esposa, aceita dar uma olhadinha?
-E se o senhor gostar eu posso até deixá-los em consignação, isto me ajudaria muito nesta hora em que eu estou passando tanta necessidade!
Alfredo simplesmente balançou a cabeça dizendo um não e voltou para a sua vida sobrecarregada, foi cuidar dos seus próprios negócios!
Afinal ele era um comerciante bem sucedido e não precisava acrescentar mais mercadorias no seu estoque. Panos de pratos para ele não interessava de jeito nenhum!
E todos os dias o rapaz dos panos de pratos estava naquela rua perto da mercearia de Alfredo e para as pessoas que caminhavam na rua ele também oferecia os panos de pratos decorados!
Por causa disto Alfredo começou a ficar incomodado, porque frequentemente a mesma situação se repetia :
A pergunta do moço para Alfredo era sempre a mesma.
-Moço compra um pano de prato para me ajudar?
E todas às vezes Alfredo franzia a testa e balançava a cabeça negando e demonstrando repulsa!
Num dia chuvoso, Alfredo ficou observando o moço de longe, notou que ele por um dia inteiro não havia vendido sequer um único pano de prato!
No fim da tarde o moço estava sentado na calçada, com o olhar triste e distante! Nem se importava com a chuva fina que caia sobre o seu rosto, os pingos estavam se misturando com as lágrimas de um dia perdido!
Alfredo sorriu pensando:
-Agora ele desiste e vai procurar outro local para resolver a sua vida! Eu só quero trabalhar em paz!
Quem sabe no outro dia Alfredo não teria mais que conviver com aquela presença inoportuna?
E finalmente estaria liberto daquele moço que tanto o incomodava e teimava em lhe vender panos de prato!
No mesmo dia, quando Alfredo se preparava para fechar o seu estabelecimento, pois já estava anoitecendo e as ruas estavam ficando desertas, foi surpreendido por dois elementos encapuzados que lhe deram voz de assalto!
Naquele momento Alfredo viu um filme passando na sua cabeça, pensou na esposa, nos filhos, na infância e ficou rezando e torcendo para que aquele pesadelo acabasse logo!
Porém aqueles bandidos eram agressivos e um deles deu uma coronhada na cabeça de Alfredo que desmaiou!
Alfredo só abriu os olhos no hospital, a cabeça estava toda enfaixada, os filhos e a esposa a sua volta, todos chorando e ao mesmo tempo sorrindo, ele havia ficado em coma por uma semana!
Percebeu então a gravidade do acontecido!
A esposa de Alfredo começou a relatar o que realmente ocorreu:
Disse que a desgraça não tinha sido maior, graças a um moço que vendia panos de pratos na rua da mercearia. No momento trágico ele utilizou um orelhão e acionou a policia!
Os bandidos fugiram sem levar nada e Alfredo foi rapidamente socorrido; naquele instante ele estava correndo risco de vida e aquele telefonema do moço foi crucial para que ele sobrevivesse!
Depois de algumas semanas de repouso e com a saúde restabelecida, Alfredo abriu a mercearia, colocou alguns dispositivos de segurança no estabelecimento e depois de tudo isto ficou mais precavido!
Porém algo diferente ele notou. Onde estava o moço dos panos de pratos?
Todos os dias Alfredo aguardava impacientemente por ele, queria pedir desculpa e agradecer a ajuda, estava envergonhado das vezes que havia tratado o moço com tanto desprezo!
Dias se passaram e o vendedor de panos de pratos nunca mais apareceu!
Numa manhã, a esposa de Alfredo falou algo que o deixou pensativo:
-Alfredo eu me esqueci de lhe dar isto!
E colocou nas mãos de Alfredo um pano de prato sujo de barro!
E a mulher continuou falando:
-Naquele dia da tragédia o vendedor deixou cair. Deve ter perdido na hora em que correu para um orelhão para acionar a polícia! Se por acaso ele aparecer devolva este pano de prato para o moço, é o ganha pão dele! Um trabalho muito bonito! Amor veja a frase que está pintada no pano!
E Alfredo abriu o pano de prato e ali estava escrito:
“Não tentes ser bem sucedido, tenta antes ser um homem de valor.”
Albert Einstein
A esposa de Alfredo não entendeu porque o marido naquele momento começou a chorar.
E nem mesmo compreendeu porque ele pendurou aquele pano de prato sujo, aberto na parede do estabelecimento e nunca mais o tirou dali!
Ironia do destino, aquela frase no pano de prato parecia que havia sido preparada de propósito para ele!
Alfredo se achava um homem bem sucedido e por isto acabou esquecendo de outros valores, como o de praticar o bem ao próximo! E justo aquele moço que ele havia desprezado tanto, foi a pessoa que salvou a sua vida!
Alfredo sabia muito bem que era tarde demais para pedir desculpas e dizer um muito obrigado!
Não haveria mais nenhuma oportunidade para isto!
As marcas de barro e aquela frase escrita naquele pano, até hoje fazem Alfredo se lembrar de que um dia havia conhecido um homem de valor!
E este homem nunca mais voltou!
Janete Sales (Dany)
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