Boa Noite minha Querida
Tenho Sede
Uma sede insaciável,
De conquistar tudo aquilo que uma vez alcancei durante a noite estrelada,
mas que perdi no crepúsculo do sol nascente.
Sinto uma vontade fervorosa
De combinar a sabedoria do passado e do futuro e de transcender em busca do pico mais alto da capacidade humana.
Na verdade oque seria a vida sem riscos a tomar, desafios por encarar e metas por conquistar?
Oque seria de nós! se não aproveitassemos da dádiva que nos foi concedida?
Oque seria de nós! se nao tomassemos proveito do nosso verdadeiro potencial intelectual por conta do medo de falharmos?
... Logo virá a noite
O mundo divulgado será nosso enquanto seguirmos o sol numa jornada sem fim.
O coração está novamente vivo onde o amor irá prosperar através do mundo, estaremos livres na natureza, sinta a magia, a noite se foi, novamente já é dia. . .
Adoro quando dormimos nos tocando e, de noite, você me faz um carinho sem ser pra me acordar para parar de roncar.
Adoro quando você me acorda de manhã com um afago, se recosta em mim e acaricia meus braços.
Adoro quando me acompanha até a porta pra me dar um beijo de despedida e desejar bom dia.
Adoro receber, no meio da manhã, uma mensagem sua, por desimportante que seja, pra mostrar que pensou em mim.
Adoro quando chego em casa para o almoço e você para o que está fazendo para se sentar por dez minutos na sala e me contar suas coisas e ouvir as minhas.
Adoro quando vamos, juntos, para o trabalho e você cantarola a música que está tocando, faz comentários descontraídos e apoia a mão em minha perna, sem que seja para eu ir mais devagar no trânsito.
Adoro quando, no intervalo de suas aulas, você vai até minha sala, apaga as luzes e se recosta na poltrona pra relaxar um pouquinho.
Adoro quando voltamos pra casa e você, exausta, mesmo quietinha, segura minha mão apertado.
Adoro quando, cansada, se deita no meu colo e aceita que eu lhe faça um carinho, um cafuné.
Adoro quando me chama pra fazer quebra-cabeças, ir a um cinema, a um jogo ou a um bar. Adoro sentir que gosta de minha companhia e que eu faço falta quando não estou com você.
Adoro quando viajamos e você parece uma criança, me abraça e gosta de comentar sobre as descobertas.
Adoro quando vamos à missa juntos e eu sei que você não está pensando em nada que não esteja ali.
Adoro quando me faz participar de suas coisas, mesmo que eu me mostre ranzinza.
Adoro estar do seu lado e você nunca pegar o celular para deixar claro que a sua atenção está em mim.
Adoro quando, no celular, eu sei que não está sendo compulsiva, olhando e curtindo coisas milhares de vezes, como num vício sem fim.
Adoro todas essas coisas e tantas outras que você não faz.
MEU SONHAR
Aos sonhos eu despertei com a tua voz
Dentre à noite a um luar romântico;
Os sonhos, eu edifiquei ao seu algoz
Desfalecendo o teu entoado cântico...
Parecia a noite um mistério alheio
Desconhecendo a encantada escuridão
Dentre o meu peito. Que feliz e cheio
Desconhecia a tristeza o meu coração.
Uma ilusão do nada. Tanta euforia
Sentindo em minh'alma que já não sorria
Ao perceber o teu adeus tristonho...
Ao luar tão belo, que a vejo estar comigo
Ao dormir, sonhar; fazer amor contigo
Que n'alma, eu desperto, e deliro e sonho...
Numa noite qualquer, deitado a pensar,
O passado me chama, o futuro a espreitar.
Pensamentos perdidos, tirando-me o sono,
Pergunto-me em sussurros: "Será que abandono?"
Estou no caminho certo? Devo voltar atrás?
Mas logo um sentimento forte me faz lembrar:
Já venci tantas lutas, tantas ainda virão,
E a resposta parece clara – não devo parar, não.
Meu coração está em pedaços, será que devo juntar?
Mas quem saberá me encontrar, se eu nem tentar?
Mais uma vez, aquele pensamento,
E no silêncio da noite, perco-me no momento.
Confusão e escuridão me envolvem devagar,
Minha mente cansada insiste em não descansar.
E assim se vai, mais uma noite,
Deitado na cama, à espera da manhã.
" em uma noite fria de frente a estrelas dois olhares se encontram então surge um brilho que paralisou suas almas fazendo com que aquele fio que estava a muito tempo escondido reaparecendo e a conectando os fios carmersin de seus coração "
CRÔNICAS DA ILHA
A Carruagem de Ana Jansen:
Era uma noite escura e tempestuosa em São Luís. As ruas de paralelepípedos estavam desertas, exceto por uma figura solitária que caminhava apressadamente. Paládio, um jovem estudante de sociologia, estava voltando para casa após uma longa noite de estudos na biblioteca. Ele sempre foi fascinado pelas lendas locais, especialmente pela história de Ana Jansen.
Enquanto caminhava pelo bairro da Madre Deus, Paládio ouviu o som de cascos de cavalo e rodas de carruagem. Ele parou e olhou ao redor, mas não viu nada. O som ficou mais alto e, de repente, uma carruagem negra apareceu na esquina. Os cavalos eram enormes e negros como a noite, e a carruagem parecia flutuar sobre o chão.
Paládio ficou paralisado de medo enquanto a carruagem se aproximava. Ele podia ver uma figura sentada dentro, uma mulher com um vestido antigo e um olhar severo. Era Ana Jansen. A carruagem parou ao lado de dele, e Ana Jansen olhou diretamente para ele.
"Você conhece minha história, jovem?" ela perguntou com uma voz fria e distante.
Paládio, tremendo, assentiu. "Sim, senhora. Eu sei quem você é."
Ana Jansen sorriu, um sorriso que não alcançou seus olhos. "Então você sabe por que estou condenada a vagar por estas ruas. Minhas ações no passado me trouxeram a este destino. Mas você, jovem, ainda tem a chance de mudar seu futuro."
Com essas palavras, a carruagem começou a se afastar, desaparecendo na escuridão. João ficou parado por um momento, refletindo sobre o encontro. Ele sabia que tinha testemunhado algo extraordinário e que a história de Ana Jansen era um lembrete poderoso das consequências de nossas ações.
Mistica Presença
(IN MEMORIAM)
Avó ... senti tua mistica presença
nesta noite de vigilia.
Noite em que o vazio do teu olhar
irrompeu calado nas vozes das gentes ...
E a morte, esse negro cortejo de sombras,
p'ra sempre se consumiu,
surgindo eleita como a outra face da vida.
A capela, o altar, a Senhora da Orada e eu
formámos em teu redor um elo de amor eterno
de onde brotava um poderoso halo de luz.
Permanecia a paz ... e no silêncio dessa paz
ecoava a Voz de Deus
Sagrada, divina, Intemporal ...
E assim ficámos, em meditação, calados,
p'la penumbra da noite ... Almas gemeas
nascidas antes de toda a divisão.
Tão fortes, tão doces, tão eternas ...
Já nada ali nos podia separar. Jamais veu algum
poderia surgir entre as nosssas almas!
Ambos nos situamos, avó e neto, num torpor
de emoções!
Assim nos revelámos em totalidade,
além de todas as palavras, além de toda a saudade,
além do silêncio da morte na serenidade da vida.
E quem sabe, cruzar-nos-emos um dia, por ai,
quiçá, na calha de uma "Nova Vida" ...
Em memória da queridíssima avó Clarisse
Esposa, mãe, amiga e avó extremosa.
1932-2024
TODOS... Acham que da noite pro dia tudo poderás mudar mais a verdade é que se não nos esforçarmos e sofremos não conseguiremos seguir em frente. Ter um futuro bom depende de ti.
Aproveite o passado e crie seu futuro excelente...
O céu se tinge em aurora
O céu se tinge em aurora
Um véu de cores se entorna
A noite coral de cobras
De mel esfinges lhe douram
No sol bege seco em febre ilusória
O céu de prisma em aurora
reflete dentro do espelho
o centro ego sem medo
O céu existe em aurora
O céu extingue em aurora
Humanos amam e transformam
Humanos ferem e transtornam
O céu insiste em aurora
Iluminando teus segredos
os quais esconde com medo
meus olhos vedo e te vejo
no interior do seu seio
A vida é o meio verdadeiro
O tempo nunca é tarde ou cedo
Passado fim futuro enredo
agora em minha vida escrevo e concebo
O céu insiste em aurora
e eu vou descendo o milharal
até o deserto frio
sertão de sangue pele sal
O céu insiste em aurora
e eu vou descendo o milharal
mãos cheias das colheitas
suor em fogo
no forno alimento do povo
sobra dos restos aos que produzir e a ti
o vazio da fome seca severa e mortal
O céu se tinge em aurora
e eu vou descendo o milharal
as mães em amanhãs distantes
amam em sol castigam em temporal
O céu extingue em aurora
e eu vou descendo o milharal
nos filhos os olhos com medo
joelhos em milhos reza castigal
O céu insiste em aurora
e eu vou descendo o milharal
meus dedos nos grãos do terço
me perco entre o bem e o mal
O céu existe em aurora
e eu vou descendo o milharal
eu vejo um brilho distante
a luz do som soa o sinal
O céu insiste em aurora
e eu vou descendo o milharal
em chamas se espalha a fumaça
cegueira de ignorância e desprezo
fazendo do céu da vida um cinzeiro
ar tóxico veneno
humanos óxido corrosivo elemento
tristes corações derretendo
as esperanças do bem verdadeiro
centelho por centelho
então vou de encontro sem medo
nessa terra de humanos megeros
ao fim do tempo meu final
O céu se extingue em aurora
e eu vou descendo o milharal
Tão longa é a noite da solidão,
Dilacera e prende em prisão.
O vento frio pernoita na mente,
Choro embargado gera sem semente.
Vago é o coração sem amor,
Tristes os dias, eleva o clamor.
O tempo em paz, tão rápido se foi,
Agora é tarde, e isso me corrói.
Quem me ajudará a ser melhor?
Quando serei solto, ó meu Senhor?
Tudo me faz crer num Deus vivo,
Estou de pé, pois em Cristo sigo.
O choro do justo dura uma noite e a alegria vem pela manhã;
Estou esperando por você, para chegar a minha manhã.
Na penumbra da noite, onde os suspiros ecoam e os corações revelam seus segredos mais profundos, há uma história singular de amor e desconexão... Era uma vez um filho cujo coração era um labirinto de emoções contraditórias, um intricado emaranhado de amor e desafios.
Ele amava sua mãe, não por escolha, mas por destino. Nos laços intrínsecos que os uniam, nas memórias entrelaçadas de sua infância, ele encontrava o calor reconfortante do amor maternal. As noites em que ela o embalava com histórias de encanto, os dias em que suas palavras eram bálsamo para as dores infantis, tudo isso tecia os fios invisíveis do amor.
Contudo, em meio às sombras dos anos, cresceram as distâncias. Os caminhos da vida os levaram por trilhas distintas, onde as pedras da incompreensão se erguiam como muralhas entre eles. Os dias se transformaram em anos, e o entendimento se perdeu nas entrelinhas do tempo.
Ele amava sua mãe, mas não gostava dela. Nas complexidades da relação, encontrava-se um enigma de sentimentos que desafiava a lógica do coração humano. Pois, enquanto o amor fluía como um rio infindável, a simpatia tropeçava nas pedras da discordância.
E assim, na tapeçaria da vida, eles teciam uma história de amor imperfeito, onde os fios do afeto se entrelaçavam com os nós da discordância. Mas, apesar das sombras que pairavam sobre suas relações, havia luz nos recantos mais profundos de seus corações, uma luz que brilhava com a esperança de entendimento, de perdão e de aceitação mútua.
Pois no coração humano, mesmo nas sombras mais densas, há sempre espaço para o amor, mesmo quando o gostar se torna um desafio. E na jornada da vida, talvez seja nessa imperfeição que residam os laços mais verdadeiros e profundos, onde o amor, mesmo confrontado com a discordância, encontra seu lugar para florescer.
Um Encontro de Lembranças Ardentes
Na quietude da noite, uma lembrança tua veio como um sussurro suave, despertando em mim uma mistura de saudade e desejo. Recordo-me da nossa primeira vez, quando o tempo pareceu desaparecer, e apenas nós dois existíamos no calor da paixão.
A noite estava envolta em mistério, e nossos corpos ansiosos dançavam ao ritmo da luxúria, como se fosse a primeira e a última vez. No silêncio do quarto, tua voz sussurrava desejos, teus olhos refletiam o fogo da paixão, e eu me perdia na profundidade do teu ser.
Lembro-me vividamente do toque suave da tua pele, da forma como teus lábios buscavam os meus em busca de um amor ardente, e da maneira como te entregavas sem reservas, explorando cada canto do meu ser com ternura e paixão.
Na penumbra do quarto de motel, nossos corpos se entrelaçaram em um ballet de prazer e emoção, onde cada movimento era uma sinfonia de gemidos e suspiros, e cada carícia era uma promessa de amor eterno.
E naquele momento de êxtase, quando nossos corpos se uniram em uma dança divina, o mundo exterior desapareceu, deixando apenas o eco dos nossos corações batendo em uníssono, como se fossem uma só alma apaixonada.
Hoje, ao relembrar aquela noite de paixão desenfreada, sinto-me tomado por um desejo intenso de reviver cada instante ao teu lado, de mergulhar novamente nas profundezas do teu ser e de me perder nos labirintos do teu amor.
Que essa lembrança avive em ti a mesma chama de desejo e paixão que arde em mim, e que possamos nos reencontrar em um novo capítulo dessa história de amor que transcende o tempo e o espaço.
Com amor e saudade,
Ítalo do Couto Ferreira.
Como Confúcio afirmava que "a ignorância é a noite da mente, uma noite sem estrelas e sem lua", podemos acrescentar que o conhecimento é o dia da mente, dia sem nuvens e com sol brilhante.
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