Boa noite

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Noite cai depressa, leva meu amor e minha dor.
Sofrimento expresso ao vento, que sopra ar fervendo.
Vento leva ela, traz a erva fina que descongela meu santo coração.Palavras simples de amor, traz ela, a qual o vento não sabe explicar onde estava. Sentimento forte, traz ela, seu vento.

A noite passada não foi silêncio, foi naufrágio. Você não apenas passou pelo meu pensamento; você revirou as gavetas da minha alma e deixou tudo fora do lugar. Não houve sono, porque o seu rastro em mim é um incêndio que o descanso não apaga.
Minha cabeça, em um êxtase quase religioso, transformou seu nome em oração. Repeti cada sílaba como quem implora por um milagre, como quem busca o norte em meio ao caos que você semeou.
Agora, o dia amanhece como um castigo. Sem a sua presença, as horas não passam, elas pesam. O mundo lá fora é um tormento cinza, um vendaval cego que sopra sem destino, porque meu único destino é o abrigo do teu corpo. Estar longe de você não é apenas saudade; é sentir-me desterrado de mim mesmo, à deriva, esperando que o vento me devolva ao único lugar onde a vida faz sentido: o teu abraço.

E se a noite quiser me assustar
Eu lembro o quanto aprendi a lutar
Mesmo quando a dor quer ficar
O amor vem me lembrar... _ Frase da música uma vitória de cada vez do dj gato amarelo

Bom dia
Luz do dia
Sol
Estanque
Descurtina-se depois da noite
Brilha entregue pela lua
Lua de fases
Autêntica nas mudanças
Luz que alumia a noite
Os cantos
As trevas
Os amores

O Palácio da Ventura

Sonho que sou um cavaleiro andante.
Por desertos, por sóis, por noite escura,
Paladino do amor, busco anelante
O palácio encantado da Ventura!

Mas já desmaio, exausto e vacilante,
Quebrada a espada já, rota a armadura...
E eis que súbito o avisto, fulgurante
Na sua pompa e aérea formosura!

Com grandes golpes bato à porta e brado:
Eu sou o Vagabundo, o Deserdado...
Abri-vos, portas de ouro, ante meus ais!

Abrem-se as portas d'ouro com fragor...
Mas dentro encontro só, cheio de dor,
Silêncio e escuridão - e nada mais!

A noite infinita

Eu amo a noite.
Amo-a como quem ama um segredo
que só se revela aos que ousam fechar os olhos do mundo.

Quando o dia se impõe,
com sua pressa branca e seus ruídos,
eu me entristeço —
não por medo da luz,
mas porque a noite dura pouco,
escorre pelos dedos
como tinta rara que não se pode refazer.

Ah, se dependesse de mim,
a lua não minguaria jamais.
Ela duraria anos,
décadas,
sonhos inteiros.

Eu a penduraria no alto
como um selo de eternidade,
um brasão de prata sobre o céu escuro,
e decretaria:
que nunca amanheça.

Porque é na noite
que o silêncio tem voz.
Que as memórias caminham sem sapatos.
Que as feridas respiram
sem serem vistas.

A noite não me exige máscaras.
Não cobra respostas.
Não me mede,
não me pesa,
não me chama de excesso.

Ela me aceita vasto,
inteiro,
imperfeito como as crateras da lua
— e ainda assim luminoso.

Se eu pudesse,
assinaria um tratado com o tempo:
em troca de todos os meus dias apressados,
dai-me uma noite sem fim.

Uma noite que dure o suficiente
para que a tristeza adormeça,
para que os sonhos amadureçam,
para que o amor encontre coragem.

Eu amo a noite.
E fico bravo porque ela dura pouco.

Mas enquanto houver
um fragmento de sombra no horizonte,
erguerei meus olhos
como quem guarda um reino secreto —

sabendo que,
mesmo breve,
ela sempre volta.

A noite verte o pranto sobre o cais,
Lembranças de um tempo que morreu.
Entre as sombras de dias desiguais,
Xadrez de um destino que é só meu.
Alma perdida em sonhos ancestrais,
No peito, o eco de quem se perdeu.
Deserto de desejos ideais,
Resta o silêncio que o céu prometeu.
E o vácuo se faz dono dos portais.
Longe vai o brilho da alvorada,
E o cansaço domina a caminhada,
Onde a esperança não encontra abrigo.
No escuro desta estrada abandonada,
A saudade é a sombra na jornada,
Rastro de dor que carreguei comigo.
Desolado ao relento...
Olvido.

Mesmo que a noite estenda o seu véu frio
E o vento sopre um canto de descrença,
Há uma luz que, sutil e intensa,
Nasce no fundo do maior vazio.
Ela é o broto em meio ao solo estio,
A voz que fala onde a dor é imensa,
Uma certeza, doce e indefensa,
Que guia o barco em curso de um rio.
Pois se o outono despiu toda a árvore,
E o peito se fez duro como o mármore,
A vida insiste em nova floração.
A esperança é o sol que o medo espanta,
É a semente que no escuro canta,
Fazendo eterno o humano coração.⁠

⁠O sol vai dormir deixando saudades do dia.
A noite a lua vem acariciando os sonhos,e tudo vira magia!

"Mas nesta noite,
ela só queria ver aquelesorriso de novo.

Era justamente ele que
alimentava suas borboletasao escrever.

Por mais que às vezes incomodasse.
Ela gostava.
Para ser sincera....
Ela amava.

As mais belas histórias
de amor tem..

Começo.
Medo e
"Sim"

Muitas vezes o buscador terá de caminhar sozinho, no meio da noite, sem nada para consolá-lo a não ser a voz do Criador, sussurrando nos ouvidos o caminho certo!

⁠Eu ainda espero que ela entre pela porta toda animada com um livro que ela passou metade da noite lendo.

Acho que esse amor é infinito...
Ele não passa, não diminui...Só aumenta!
E noite, é dia e minha vida se resume a você, sonhar, te querer..
Sei que não devo, mas parte de mim é você.
Não sei que que encantos lançou sobre mim...Te amo, não explico...É tudo confuso, estranho

Mesmo que eu ande pela sombra do vale
Mesmo que ande na noite mais escura
Não temerei ao medo
Eu sou a luz e sempre irei brilhar
Pelos caminhos eu andarei
E acompanhado eu irei estar!

Aqui no silêncio da noite... nasce em mim, uma imensidão de pensamentos. Pensamentos que me remetem uma grande paz interior; a noite é uma grande amiga, pois ao anoitecer, podemos nos inspirar melhor e deixar fluir os mais doces pensamentos. 🌜❤🌛

⁠Uma noite bem dormida, faz com que você acorde sereno e pleno. Disposto a enfrentar os obstáculos que a vida lhe impõe.✊

Olhar o céu estrelado em uma noite abençoada é um lembrete para agradecer por mais um dia de vida. É hora de refletir sobre as bênçãos recebidas e cultivar uma atitude de gratidão. Seja grato! Seja feliz! Boa noitinha!

Que o Senhor ouça sua oração e abençoe sua noite com paz e gratidão! Amém!


Abençoada seja nossa noite!

Cálice

Hei -me aqui na penumbra da noite.
Nem sei que hora bate no relógio, se
Uma, duas, quatro ou três da madrugada.

Hei-me nesse canto, aqui, acolá
Me pondo da sala pro quarto a andar.
Do livro que tenho, de algumas linhas
Não pude passar.

Sento agora no velho sofá,
Cor de sangue, como as lágrimas que,
De quando em vez, não consigo segurar.
Já me arrasto de lá para cá, na lembrança
Da moça que sem pensar, pus-me a matar.

Bebi do cálice, das incertezas
E, ao mal dei lugar, delirei, a matei sem dó.
Não ouvi o seu chorar doído, como criança a clamar.
Sim, bebi do cálice maldito e comi da sopa do inimigo
Servida num prato de nó.

Fiquei gorda, empanturrada de insanas besteiras.
Fui um tolo, sem paz, um péssimo jogador.
Acreditei piamente que me traía, aquele amor.
Não vi a razão, encontrei na loucura,
Um lugar sem fronteira.

Ahh.. Como pude não ouvir aquele choro,
Como pude não pegar em sua mão,
Não olhar nos olhos dela,
Não cumprir o prometido?

Como pude dar lugar, ao medo, a ilusão?
Se era eu o homem em nossa cama,
Como poderia ela me afrontar, se
Tudo o que meus olhos pediam,
Era dela concordar.

Ainda vejo, aqui a mão sua, o seu esforço.
Na mesa do canto, no som da música a voar.
Nas marcas entranhadas no colchão, na pele,
Na alma, a sua ausência, lamentar, nas noites
De luar, quando a moça, corria para a janela
E ponhava a me chamar.

Olha a lua, é cheia, amor.. Que linda que está!

Não existe lua mais bonita que aquelas
Que ao seu lado pude apreciar.
Nem essa que a saudade, vem mostrar.


Se não me rasgasse inteira, o silêncio
Quando encontro seu olhar, algo divino, com ela teria pela vida toda, não posso negar!

Nessas horas o silêncio vem espicular,
Um pouco daquele jeito de olhar.
Será que ainda é de ódio, escarnio,
O desprezo que sublinhei,ou de desespero
Porque a golpei?

Foi no mesmo golpe de incertezas que, provei,
Esse gesto que no fundo matutei.

Ó que atimia, caí sobre essa madrugada!
Que quase sempre segue, além da alvorada.
Na falta da namorada, da mulher,
Que vinha desconfiada,um riso de criança
Me tirava e em nossa cama me abraçava.

Bebi da maldita, me arrependo!
Entreguei seu corpo em sua porta,
No final, da tardinha que sumia.

E sob a lua que ainda lumia
Me apartei dela que ia...

Daqueles dias que eramos dois sóis,
Dado a minha covardia,
Não guardo nem fotografia
Ó.. Quando a encontrarei,
Quando serei de novo um rei,
Uma rainha?

Não sei que hora bate no relógio,
Se uma, duas, quatro ou três,
Se é noite, se é dia.
Invento risos para fugir da agonia.

Se é uma, duas, quatro ou três, não sei.

Luto Súbito


Tamanho vazio me preenche
O sopro da morte se sente
Na calada da noite sombria
Onde um dia resistiu momento de alegria
Quão doloroso é saber
Que não vão mais ver você
Ou sentir seu cheiro
Vão te procurar e não achar no mundo inteiro.
Essa morte tão maldita
Que no livro da vida não estava escrita
É difícil ver essa partida precoce
Esse sentimento me contorce
Me faz não querer desse ar que respiro
Doloroso mesmo foi saber do
seu último suspiro.