Boa noite

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O Manifesto da Luz e da Leveza

Não mais a noite densa, o fardo que oprime a alma,
Mas a promessa etérea, a leveza que acalma.
Que o manto da escuridão se desfaça em flocos de luar,
E a tua noite seja a neve que não pesa, só a descansar.

Que cada sonho teu, no silêncio que se faz,
Seja um cristal de gelo, de uma paz que satisfaz.
Não é um simples sono, é um voo sem temor,
É a rendição sublime ao mais puro e suave amor.

E quando a sombra cede, e o horizonte se incendeia,
Que a tua aurora não seja apenas mais uma ideia.
Mas o Sol em chamas, um milagre a se erguer,
A força que te move, o poder de vencer.

Que o amanhecer te vista com o ouro da certeza,
E a maravilha do dia seja a tua grandeza.
Não é um desejo vão, é um decreto que se cumpre:
Que a tua vida brilhe, e o teu espírito triunfe!

Prece

...Que a noite e a madrugada me acalme o peito.
Que eu adormeça tão logo a saudade castigar.
Se ao amanhecer o sol não se abrir
Que você esteja em meus braços
E que os meus abraços te abrigue
E que o calor que emito te aqueça
E que o calor que você emite
Me baste.

⁠Essa noite eu acordei
Estava sonhando com você
Nesse sonho você estava apaixonada
Dizendo que me amava
E não ia me perder

Noite dos Tambores Silenciosos, uma homenagem aos ancestrais, abençoando toda a humanidade com a Paz e a Luz da Criação Divina. "Kolofé Olorum" 🕊

Deus é bom o tempo todo… até quando a noite parece longa, Ele continua sendo fiel, cuidando de tudo que a gente não consegue ver.”

SEGREDOS DA NOITE

Em particular, amo três coisas na natureza: a noite, a primavera e a chuva.

Amo a noite, pois ela leva consigo a esperança do amanhã, onde tudo pode ser diferente — novamente.

A chuva me faz ver o cuidado de Deus em cada gota; ao soprar dos ventos, ouço Sua voz, Seu alento.

Na primavera, vejo o renovo em cada flor; vejo a criança, pequena e tenra.

Então, me curvo ao amor divino, em silêncio, confiança e reverência.

Cícero Marcos

Laço de fita amarela.

Qual laço de fita amarela,
a prender seus cachos reluzentes em noite bela,
preso está meu coração, ao seu amor que meus olhos revela.

Já não ha esperança de vida...
que vida teria eu?
Se minha vida é dela.

Perdido de amores está meu coração,
que à luz do luar se esfacela.
Preso no amor de seus cachos,no laço de fita amarela.

Autor: Cícero Marcos

Noite passada seu perfume me tirou o sono. Você dormia feito um anjo, um pouquinho arredio, mas ainda um anjo. O misto do seu perfume com o seu cheiro natural cria uma química louca, despertando em mim coisas que eu nem sabia que existiam. Você dormia e eu te olhava dormir, sem um pingo de sono e bêbada de tanto sentir aquilo, que era só o que você podia me dar, seu cheiro. Eu definitivamente não consegui dormir enquanto a gente dividia a minha cama, mas as 5:30 da manhã, quando te vi indo embora, eu abracei seu travesseiro querendo que fosse você, mesmo sem entender porque não te abracei a noite toda enquanto a gente estava ali, a 3 centímetros de distancia na minha cama, o meu porto seguro que desabava só porque você estava lá. Agora seu cheiro já dispersou, mas essa noite ainda vou dormir abracada com o mesmo travesseiro que tinha sua marca, por que de alguma maneira eu sei que noite passada foi a ultima e que nem seu perfume vai ficar mais em mim, só a memoria de uma noite estranha, na qual eu fiquei bêbada sem beber nada e acordei com ressaca e abstinência de você.

"Ainda tem o seu perfume
Pela casa
Ainda tem você na sala
Porque meu coração dispara?
Quando tem o seu cheiro
Dentro de um livro
Na cinza das horas..."

Conversando com a Lua


Ho terrível noite que não findas, foras feita aos bêbados, às putas e aos que sobrevivem apenas da saudade.

⁠Ao cair da noite,
o dia vai dormir.

De dia ou de noite, no calor ou no frio, ao sol ou à chuva — avance.


Avance pelo propósito, pelas metas, pelos objetivos. E, se no percurso perder a direção, não tema.


Refaça o caminho, retorne pela mesma direção até ao ponto de partida.
Certamente, reencontrar-se-á.

O Banquete de Argila

À noite, as xícaras são sentinelas brancas sobre a mesa,
Rígidas como o gesso do meu parto, aquele erro, Aquele nó indesejado que o sangue não soube desfazer.
Você parou no umbral,
O hall transformado em abismo,
Partindo antes mesmo de habitar o próprio rastro.

Agora você retorna,
espectro de louça e mágoa,
Bebe o chá amargo nas minhas xícaras de ossos.
Enquanto o ódio flutua na superfície, como nata.
E papai aquele gigante de botas e fúria ruidosa
Me expulsa do mundo com um gesto de ferro,
Me tranco do lado de fora de mim mesmo.

Cômodo do silêncio

A noite entorta tudo como a minha vida.
A casa respira em desordem, revirada por dentro, como a mente que não encontra repouso.
Os móveis se inclinam, cansados, guardam o peso de pensamentos que ninguém sentiu para escutar.
As xícaras, sujas de um chá frio, ainda guardam bocas que passaram e não se despediram.

Há restos de calor no fundo da louça, um abandono doméstico, como se o dia tivesse desistido de se organizar em mim.
Caminho entre os cacos com cuidado demais qualquer passo em falso pode acordar para dormir.
E a noite observa, imóvel,
Sabendo que a bagunça não é da casa, Sou eu espalhado pelos cômodos.

Augusto

Foi há alguns anos,
numa noite ao pé do lago.
Como sabeis todos, foi lá que encontrei
aquele que sempre soube amar;
vive ainda em meus pensamentos,
e amar-lhe era mais que amar a mim mesmo.

Eu era um jovem moço,
ele, um belo jovem,
nesta cidade ao pé do lago;
mas o nosso amor era mais que amor —
o meu e o dele era carnal,
um amor sagrado e profano.

E foi esta a razão por que, há muitos meses,
nesta cidade ao pé do lago,
à luz do luar eu ainda soube amá-lo;
mas a vida o tirou de mim
para encerrá-lo em meu sepulcro,
nesta cidade ao pé do lago.

E o rosto triste, no reflexo da água,
ainda murmura:
eu te amo…
Sim, foi essa a razão — como sabem todos —
que eu te perdi, Augusto.
Numa quinta-feira gelada,
o vento saiu da nuvem
e matou o amor que um dia soube amar.

Mas o nosso amor não era para sempre,
ridicularizado pelos deuses;
e nem os demônios sob o lago
poderão separar minha alma
da alma de Augusto.

Porque a luz triste do luar
só me traz sonhos
do dia lindo em que soube amá-lo;
e as estrelas na sexta sombria
só me devolvem os olhares
do meu amor que um dia soube amar.

E assim ‘stou deitado toda noite
ao lado do meu sepulcro,
sem Augusto,
no sepulcro ao pé do lago onde nos conhecemos,
ao pé do eterno murmúrio do lago.

Emanuele

Era numa noite sem lua
ou talvez fosse dentro do meu peito
que teu nome começou a ecoar
como um sino rachado
anunciando minha própria ruína.
Amada minha,
mais pálida que a névoa que rasteja
sobre túmulos esquecidos,
mais doce que o veneno lento
que se mistura ao vinho.
Eu te amei antes do primeiro delírio,
antes que os anjos, invejosos, cruéis
sussurrem maldições nas frestas do céu.
Eu te amei quando teu riso
ainda não sabia que me condenava.
Teu nome
ah, teu nome
é uma lâmina que percorre
as paredes da minha mente,
entalhando tua face
em cada pensamento que ousa nascer.
Dizem que o amor é chama.
Mas o que sinto é incêndio em catedral antiga:
vitrais estilhaçados,
santos decapitados,
o altar consumido
pela fome da tua ausência.
Eu não durmo
vigio.
Vigio o vento,
como se ele pudesse trazer teu perfume.
Vigio as sombras,
pois nelas imagino teus passos.
Vigio meu próprio coração,
temendo que ele ouse bater
sem pronunciar teu nome.
Ó minha amada
minha febre, minha sentença
teu silêncio é um oceano negro
onde me afogo todas as madrugadas.
Se te afastas,
meus ossos rangem como portas de mausoléu.
Se te aproximas,
minha carne treme
como se a eternidade estivesse
a um sopro da perdição.
Eu te quis mais do que o céu quis as estrelas.
Mais do que a noite deseja a lua.
Mais do que os mortos desejam
Um último suspiro.
E, no entanto,
quanto mais te possuo em pensamento,
mais te perco na carne do mundo.
Te imagino deitada sob constelações frias,
teus cabelos espalhados
como raízes que me prendem
ao chão da loucura.
Ah, se a morte viesse
não para te levar,
mas para selar-nos
num túmulo partilhado,
onde minh’alma pudesse se enroscar na tua
como hera sobre pedra antiga!
Porque amar-te, minha sombria estrela,
não é gesto
é destino.
Não é escolha
é corrente.
E mesmo que os anjos se levantem
com suas espadas de luz invejosa,
mesmo que o mar se abra
em fúria contra meu delírio,
ainda assim
ainda assim
meu espírito rastejaria pela eternidade
sussurrando seu nome
como oração profana.
Pois és minha
não por direito,
mas por obsessão.
E se um dia disserem que não me amas,
o mundo se partirá em duas metades ocas,
e eu vagarei entre elas
como espectro faminto
que só reconhece
um único altar:
Teu coração
mesmo que ele jamais
bata por mim.

Mais uma Noite

Eu poderia lhe dizer o que pensei hoje!
Mas, não direi! Deixarei o meu hoje
somente para mim!!

Entretanto, agora que tudo passou,
eu lhe direi somente o que a su
ausência me deixou, por não ter
vindo a mim.

Mais uma noite não pude me cobrir
de você. Sem você, o meu coração
dormiu sem abrigo.

Já estando adormecido veio o frio
atormentar-me o corpo sem avisar-me.

Você de mim se ausentou por não querer
me amar. Sem você e o seu amor,
não pude aquecer-me.

E para não sofrer, ao meu coração pedi,
confessei e me acalmei, até que adormeci, ausentando-me de mim.

Era apenas mais uma noite!
O frio passou por mim e se foi, dissipou,
e eu sobrevivi.

Por não te-la junto a mim, sozinho fiquei.
Sem você e o seu amor, o meu coração
dormiu sem abrigo.

Sem você, sem amor e sem cobertor,
resisti a mais uma noite, me refugiei,
me aquecendo do frio, no colchão nu!

Ademílton Batista
Brasil Bahia Itabuna
DRA21022020

A Noite.


A noite tudo se espera,
Mas, só os sonhos passam.
O meu coração, dorme na mente,
levando as batidas andantes.
Passam-se nas horas,
todos os abraços do tempo.
Nas estrelas calvas, deslizam
as brisas frias, dos arredores.
Como pode ser?
Como posso soprar os ventos?
Se a noite insiste, em elevar,
todo o ar quente?
Ah, Noite! Ah, Noite!
Sempre dizem que és a culpada,
por estar presente, aonde passam,
todas as vozes ausentes.
Em mim, só elevas o meu olhar.
Por isso! Lhe entrego!
Os meus mais íntimos segredos!
Sempre deixo-me levar.
Sabe! Lhe Confesso! Livre fico!
Porquê liberta-me pelas frestas,
deixadas, pelos seus sublimes,
eternos e iluminados portais.
.
Ademilton Batista
Brasil, Bahia, Itabuna.
Do Livro O Meu Céu
DR02022023

No silêncio da noite,
encontro a paz que preciso, para alimentar os meus sonhos e meus delírios. Viajei para minha infância, ela estava encantada em terras verdes matas vales e montanhas . A beirada de um grande rio, uma bela mulher, cabelos muito longo e pretos que reluzia com o brilho da lua. Ela penteava os cabelos me olhava e sorria. Me aproximei ela sumiu , me vi a beira de um penhasco imenso ja ia pular afinal eu tinha asas, eu so queria procurar onde ela estava , mais escutei sua voz que me disse ; não! Não venha, não e sua hora , siga enfrente, saiba que ainda zelo por você. As vezes tenha a impressão que eu pulei do penhasco. Boa noite.

Às vezes, mesmo no dia mais claro, precisamos lidar com a escuridão.
Às vezes, na noite mais escura, é onde encontramos a luz mais brilhante.

Sempre acreditar

Meia-noite chamando pela luz quebrada
Sombras dançando à beira da luta
Sussurros queimando como uma doença selvagem
Correndo rápido pelas minhas memórias

Coração de aço frio, mas batendo alto
De pé, destemido, na multidão em fúria
Cada cicatriz é uma marca da verdade
Cada ferida é prova da juventude

Pré-Refrão
Quando a escuridão te puxa para baixo
E o silêncio é o único som

Refrão
Sempre acredite — mesmo quando dói
Como veneno nas minhas veias, mas funciona
Sempre acredite — quando o fogo engana
Através da dor e dos sonhos partidos
Eu me levanto, eu respiro
Eu sempre acredito

Verso 2
Palavras tóxicas como uma arma carregada
Mas eu não vou cair, não vou fugir
Trovões explodindo dentro da minha cabeça
Dançando com as dúvidas que você disse

Céus enegrecidos, mas eu vejo a faísca
Uma chama inquieta dentro da escuridão
Sem rendição, sem recuo
Ouça meu coração batendo em repetição

Pré-Refrão
Quando a noite se torna sua prisão
E o medo está escrevendo cada página

Refrão
Sempre acredite — mesmo quando dói
Como veneno nas minhas veias, mas funciona
Sempre acredite — quando o fogo engana
Através da dor e dos sonhos partidos
Eu me levanto, eu respiro
Eu sempre acredito

Ponte (Momento Power Ballad)
Oh — cada queda me faz mais forte
Oh — eu consigo aguentar mais tempo
Através do veneno, através das mentiras
Eu vejo liberdade nos meus olhos

(Solo)

Refrão Final (Maior / Tom Mais Alto)
Sempre acredite — grite para o céu
Até heróis aprendem a chorar
Sempre acredite — sinta a febre subir
Como uma alma rebelde que nunca morre
Eu me mantenho de pé, eu luto
Sempre acredito esta noite

Final (Grande Encerramento)
Como veneno nas minhas veias
Mas a fé permanece
Eu sempre acredito