Biblia Sagrada Salmo 5
Você não precisa provar nada pra ninguém.
Continue sendo luz, mesmo quando tentarem apagar seu brilho com sombras.
Precisamos do Espírito Santo, a terceira pessoa da Trindade, da sua graça renovadora, para que possamos resistir à maléfica influência do mundo!
EXPLICAÇÃO ESPÍRITA SOBRE A INCORRUPTIBILIDADE E A IMPOSSIBILIDADE DA RESSURREIÇÃO DO CORPO.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
A Doutrina Espírita aborda as passagens citadas com critério racional, fidelidade ao ensino moral do Cristo e respeito absoluto às leis naturais estabelecidas por Deus. Nada é interpretado de modo literal quando a razão, a lógica e a própria evolução do pensamento humano demonstram que o ensinamento foi transmitido por linguagem simbólica, pedagógica e progressiva.
Comecemos por 1 Coríntios capítulo 15 versículos 53 a 57. O apóstolo Paulo afirma que o corpo corruptível deve revestir-se de incorruptibilidade e o corpo mortal de imortalidade. À primeira vista, a leitura literal pode sugerir a ressurreição do corpo físico. Contudo, o próprio texto, quando analisado com rigor, exclui essa possibilidade.
Paulo declara expressamente que carne e sangue não podem herdar o Reino de Deus. Essa afirmação é decisiva. Carne e sangue designam o organismo material, sujeito à decomposição, às leis biológicas e à morte. Se esse corpo não pode herdar o Reino de Deus, é logicamente impossível que ele ressuscite para nele ingressar. A transformação de que Paulo fala não é da matéria grosseira, mas do princípio inteligente que a anima interligado ao corpo espiritual qual seu denomina perispírito.
A incorruptibilidade não se refere à carne, mas ao ser espiritual. O corpo físico nasce, cresce, envelhece e se desagrega. Isso é lei natural observável é fato inegável. Ressuscitá lo significaria anular as próprias leis divinas que regem a matéria e leis essas que o próprio Jesus afirmou com sua autoridade não ter vindo para derrotá-la, mas sim dá-la cumprimento. A Doutrina Espírita ensina que Deus não se contradiz, nem revoga suas leis para atender interpretações humanas.
Quando Paulo utiliza a expressão revestir-se, ele não afirma retornar ao mesmo corpo, mas assumir outra condição. O Espírito, ao desprender-se do corpo físico, conserva sua individualidade, sua consciência e seus atributos morais. Ele passa a utilizar um envoltório fluídico mais sutil, o perispírito, que não está sujeito à corrupção material. É esse envoltório que Paulo, por limitação conceitual da época, denomina corpo espiritual.
A vitória sobre a morte, mencionada no texto, não é a reanimação do cadáver, mas a certeza da sobrevivência da alma. A morte perde seu aguilhão quando o ser humano compreende que ela não extingue a vida, apenas modifica seu modo de manifestação. O pecado, entendido sob a ótica espírita, é o atraso moral. A lei, quando mal compreendida, escraviza. O Cristo, ao revelar a lei do amor, liberta.
Essa leitura harmoniza-se plenamente com o ensino do Evangelho segundo o Espiritismo no capítulo primeiro intitulado Não vim destruir a lei. Jesus não veio abolir as leis divinas, mas explicá las e conduzir a humanidade à sua compreensão espiritual. Ele jamais ensinou a ressurreição da carne como retorno do corpo ao túmulo. Ao contrário, afirmou que seu reino não é deste mundo, indicando uma realidade espiritual distinta da matéria densa.
Nesse capítulo, esclarece-se que a lei de Deus é eterna e imutável. As leis naturais incluem a transformação da matéria e a continuidade da vida espiritual. Ressuscitar corpos decompostos violaria a ordem natural, o que seria incompatível com a sabedoria divina. O progresso ocorre pela evolução do Espírito, não pela perpetuação da matéria transitória.
A distinção feita entre a lei divina e a lei mosaica é fundamental. As prescrições exteriores, rituais e corporais pertencem a um estágio pedagógico antigo. Jesus combateu justamente a fixação na forma e no símbolo, chamando a atenção para o espírito da lei, que é moral. A ressurreição literal do corpo pertence ao mesmo campo das interpretações materiais que ele veio superar.
O Espiritismo, apresentado como o Consolador prometido, não cria nova doutrina, mas esclarece racionalmente aquilo que foi dito de modo alegórico. Ele demonstra que a verdadeira vida é a vida do Espírito, conforme ensinado pelo Cristo. O corpo é instrumento temporário. A alma é o ser real.
O Livro dos Espíritos, ao tratar da lei divina ou natural, ensina que essa lei está gravada na consciência e rege tanto o mundo físico quanto o espiritual, ( 621 L.E.). A morte do corpo não interrompe a vida do Espírito, nem o reduz à inconsciência. Ao contrário, o Espírito prossegue em sua jornada evolutiva, colhendo os frutos morais de sua existência corporal.
Na questão 625, afirma se que Jesus é o tipo mais perfeito que Deus ofereceu ao homem para lhe servir de guia e modelo. Ora, Jesus não retomou um corpo corruptível. Sua manifestação após a morte foi espiritual, perceptível aos sentidos humanos por concessão divina, mas não implicou retorno à vida orgânica comum. A Gênese de Kardec , ao analisar a natureza de Jesus, esclarece que sua constituição espiritual superior, lhe permitia fenômenos que não se confundem com ressurreição material.
Portanto, à luz da lógica espírita, a ressurreição do corpo é impossível porque contraria as leis naturais, a observação científica, a razão filosófica e o próprio ensino moral do Cristo. O que existe é a sobrevivência do Espírito, sua libertação progressiva da matéria grosseira e sua ascensão moral rumo a estados mais elevados de existência.
A incorruptibilidade anunciada por Paulo é a conquista espiritual, não a perpetuação da carne. A vitória sobre a morte é a certeza da continuidade da vida consciente. Assim, o Evangelho, compreendido no Espiritismo, deixa de ser promessa fantástica e torna-se lei viva, racional e profundamente consoladora, conduzindo o ser humano ao progresso moral que o aproxima de Deus.
TENSÃO APARENTE ENTRE VOCAÇÃO E DEVER FAMILIAR NAS ESCRITURAS.
Desde as primeiras civilizações organizadas a existência humana foi atravessada por uma tensão estrutural entre pertencimento e transcendência. O homem antigo não se compreendia como indivíduo isolado. Ele era clã, sangue, herança e continuidade. A família constituía o eixo econômico moral, religioso e simbólico da vida. Honrar os pais não era apenas virtude ética. Era condição de sobrevivência social e cósmica, por ser em si mesmo um sentimento inato e divino no homem. Romper com esse eixo significava desordem perda de identidade e exclusão. Por isso toda tradição religiosa séria jamais tratou o dever familiar com leviandade. A Escritura hebraica nasce nesse horizonte antropológico profundo no qual a família é célula do mundo e espelho da ordem divina.
É justamente por essa razão que os episódios bíblicos que aparentam tensão entre vocação espiritual e dever familiar exigem leitura séria e não literalista. Não se trata de oposição entre Deus e a família como se ambos competissem no mesmo plano. Trata-se da hierarquia do sentido último da existência. A Escritura não anula o humano. Ela o orienta para seu fim mais alto. Quando analisamos Mateus 8:21 e Lucas 9:59 à luz do contexto semítico antigo compreendemos que a expressão sepultar o pai não se refere necessariamente a um funeral imediato. Trata-se de uma fórmula cultural que indicava permanecer sob o teto paterno até o fim natural da vida do genitor. Em termos concretos isso podia significar décadas de adiamento.
Do ponto de vista sociológico essa escolha representava estabilidade. Permanecer na família assegurava proteção econômica status e continuidade. Psicologicamente oferecia segurança afetiva e previsibilidade. Filosoficamente significava optar pelo conhecido, pelo mundo já estruturado. O chamado de Jesus rompe exatamente com essa zona de conforto. Não porque despreze o afeto filial mas porque identifica ali um risco interior. O risco de transformar o afeto em justificativa para a postergação indefinida do dever espiritual. O ensinamento não condena o cuidado com os pais. Ele denuncia a instrumentalização do dever familiar como escudo contra a exigência da verdade.
Jesus dirige-se à intenção íntima e não ao gesto exterior. Sua palavra revela um princípio antropológico profundo. O ser humano é capaz de revestir o medo com linguagem moralmente nobre. Quando isso ocorre o chamado precisa ser radical para desvelar a divisão interior. O Reino de Deus não admite adiamento quando a consciência já foi despertada. Não por rigorismo mas por coerência existencial. Uma consciência desperta que posterga o bem maior fragmenta-se internamente. E essa fragmentação gera angústia culpa e esterilidade espiritual.
Em contraste 1 Reis 19:20 apresenta um cenário distinto. Eliseu encontra-se em plena maturidade psicológica moral e espiritual. O chamado não o surpreende em hesitação. Ele já está interiormente decidido. Seu pedido para despedir-se dos pais não é fuga nem barganha temporal. É fechamento consciente de um ciclo. Sociologicamente é um gesto de honra. Antropologicamente é um rito de passagem. Psicologicamente é integração e não divisão. Filosoficamente é liberdade madura. Elias consente porque reconhece a inteireza interior daquele que responde.
O gesto seguinte de Eliseu sacrificar os bois e queimar os instrumentos de trabalho possui valor simbólico decisivo. Ele rompe com a economia antiga da própria vida. Não há plano de retorno. Não há reserva psicológica. Não há dupla pertença. Esse gesto revela que a despedida não foi adiamento mas confirmação. A Escritura aqui ensina que o critério nunca está no ato visível isolado mas no estado interior da consciência.
Essa lógica atravessa os séculos e permanece atual. O mundo contemporâneo continua oferecendo escolhas que aparentam neutralidade moral mas que escondem adiamentos existenciais. Carreira, status, conforto aprovação social, vínculos afetivos podem tornar-se absolutos disfarçados. A lei divina inata inscrita na consciência humana ( 621 L.E. ) continua convocando ao sentido, ao bem, ao verdadeiro. O conflito não é entre Deus e a família mas entre verdade e autoengano. Quando o afeto é usado para evitar a responsabilidade espiritual ele precisa ser relativizado. Quando o afeto é expressão de retidão e ordem interior ele é preservado e honrado.
A tradição bíblica não legisla mecanicamente. Ela educa a consciência para o discernimento. Ela ensina que Deus está acima de tudo não como tirano mas como fundamento do sentido. Que o dever familiar é sagrado quando não se opõe à verdade. E que a vocação quando amadurece não admite reservas internas. Somente aquele que não se divide interiormente pode responder plenamente ao que lhe foi confiado. E somente esse caminha com firmeza serenidade e inteireza rumo ao destino que dá sentido à própria existência.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
"A pergunta de Deus não é para que você dê uma resposta para ele; a pergunta de Deus é para que você dê uma resposta para você.
Quando Deus perguntou sobre Abel para Caim, Deus não queria saber onde estava Abel, mas sim, onde estava Caim".
Separe uma parte de cada dia para ler e meditar alguma porção da Palavra de Deus. O pão de ontem não alimentará o trabalhador de hoje; tampouco o pão de hoje nutrirá o trabalhador de amanhã. Recolha seu maná a cada manhã.
Escolha a ocasião e a hora adequados. Não cochile ou se apresse enquanto lê. Dê à sua Bíblia o melhor e não o pior de seu tempo. Leia toda a Bíblia, fazendo-o de maneira sistemática. Leia a Bíblia com um espírito de obediência e autoaplicação.
Assente-se para estudá-la com a determinação de que você viverá pelas suas regras, confiará em suas afirmativas e se comportará de acordo com seus mandamentos.
A Bíblia mais lida é aquela mais praticada.
“E o dinheiro e o Ego bloquearam a mente dos já ignorantes, para que esses não percebam a realidade mesmo que com evidências”
Hermenêutica:
2º Coríntios 4:4
VIDA, essa experiência única de aprendizado constante. Se aprende errando, se aprende observando, ou assimilando o conselho dos sábios. A bíblia diz que o princípio da sabedoria é o temor à Deus. ( Particularmente aprendo errando, e mesmo assim algumas vezes não aprendo de primeira. Mas tenho melhorado ao aceitar esse conselho bíblico.) Quanto antes se aprende, mais rápido evoluímos, e a lição não precisa ser repetida.
Não importa o quanto você conhece da Palavra, o que importa é o quanto você pratica.Se vc conhece só uns 10% da Palavra e é o que vc pratica, é melhor que conhecer a bíblia toda e não praticar nada.
“Há na flora da terra remédios pra curar toda e qualquer doença; há nos frutos da terra sabores e alimentos para matar a fome; há na bíblia respostas a todos os questionamentos, mas tudo isso só é encontrado quando se pratica o amor.”
Conseguiu com seus esforços?
Ótimo, porém nunca esqueça que Deus te permitiu isso!
Pois não cai uma folha de uma árvore, sem que ele permita.
"É tempo de pararmos de julgar e criticar os demais e colocar nosso granzinho de areia em ajudar o próximo. Palavras nem sempre muda alguém, mais atitudes sim ;)
Se devemos ser como Jesus foi aqui na terra, comece a pensar! Onde esta na palavra de Deus(Bíblia) que Jesus criticava ou julgava alguém pelos erros e pecados que cometeu? Bom eu tampouco farei #Ficadica
PS:Não fale e fique olhando a lasca do olho do seu vizinho se o seu tem uma ferpa pra ser tirada."
─By Coelhinha
Não use "ARMAS CARNAIS" pra viver uma "VIDA ESPIRITUAL"
—By Coelhinha
Não pela força, mas pelo meu Espírito
Zacarias4:6
O mundo quer que tudo seja rápido e fácil. Que a dor acabe logo, que as respostas venham rápido.
Mas Jesus mostrou que o processo importa. Que a espera prepara o coração. Enquanto o mundo corre, Deus trabalha no silêncio. Você não foi deixado de lado. Está sendo moldado para algo maior. Quem carrega propósito aprende a carregar o processo.
Tem gente que não tá em um relacionamento ruim, só tá com alguém que parou o que Deus começou. Que não machuca, mas também não cura. Que não destrói, mas também não soma. Relacionamento bom não é o que ocupa o tempo. É o que empurra pro propósito. Jesus amou, mas não parou. Paulo teve afeto, mas não desviou. Amor de verdade não atrasa o chamado. Não te tira de Deus. Ele fortalece.Ele alinha. Ele ajuda a continuar.
Não fique onde o seu coração tá cheio, mas sua alma vazia. Você foi chamado pra algo maior.
Mamãe, por que só meu irmão vai receber a bênção de papai?
– Porque ele é o mais velho. Os mais velhos herdam as honras da família e a maior parte dos bens.
– E por que não pode ser diferente?
– O que você quer dizer com isso?
– Gostaria de receber a bênção também. Não somos gêmeos?
– Vou lhe contar um segredo. Quando estava grávida de vocês dois, Deus me disse que havia duas nações em meu ventre e que o mais velho serviria o mais novo. Portanto, Deus tem algo melhor para você.
O garoto ficou pensando naquilo e cresceu imaginando como aconteceria. Certo dia, seu irmão chegou cansado e faminto da caçada. Ao passar pela sua barraca, sentiu um gostoso cheiro de comida e pediu-lhe um pouco. Ele viu aí sua oportunidade.
– Podemos negociar: eu lhe dou a comida e em troca você me dá seu direito à bênção da primogenitura.
– Se eu morrer de fome, você ficará com ela. Então, vamos negociar.
Ele não se esqueceu do negócio, mas o irmão sim. E, quando chegou a época de receber a bênção, ele enganou seu pai que estava cego e se passou por seu irmão, que havia nascido antes dele, recebendo assim a bênção. Quando seu irmão descobriu, ficou tão zangado que prometeu matá-lo. E ele teve que fugir (Gênesis 27).
Jacó peregrinou por outras terras, teve que trabalhar duro para conseguir seu sustento e vencer na vida. Foi enganado por seu sogro mais de uma vez... Enfim, ele só complicou as coisas, porque quis resolver a seu modo e não esperou pelos planos de Deus.
A cobiça lhe custou muito caro. A família dele (israelitas) e de seu irmão Esaú (edomitas e moabitas) foram inimigas e guerrearam muitas vezes entre si. Que tristeza quando as coisas são consideradas mais importantes, você não acha? Avalie melhor suas prioridades. Deixe que Cristo ocupe o primeiro lugar e, então, tudo será melhor. E não se esqueça, Ele nunca deixará um filho fiel passar por necessidades. Confie!
Gratidão, Senhor Deus, por ser privilegiado, por tudo que Tens colocado em minha vida.
Devo aprender com o Santo Espírito Santo a viver feliz em toda e qualquer situação, eu tudo posso em Deus que me dá forças a cada dia.
Devo esquecer das coisas que ficaram para trás e seguir para o alvo que será o prêmio celestial de Deus em Jesus Cristo.
Não devo andar ansioso por coisa nenhuma e em tudo devo ORAR e suplicar e com ação de graças, e apresentar os meus pedidos a Deus, e a paz de Deus que ultrapassa todo entendimento, e ELE guardará o meu coração e a minha mente em Cristo Jesus.
Devo sempre resistir ao diabo e ele fugirá de mim, e me aproximar de DEUS e ELE se aproximará de mim.
"A criação dos seres viventes"
E disse Deus: Produza a terra alma vivente conforme a sua espécie; gado e repteis, e bestas feras da terra conforme a sua espécie. E assim foi.
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