Bem
Poema para Surya
Existe mistério no que é sagrado!
Algo que não se explica e se bem olhar nem precisa…
É precioso e não é ouro, mas brilha!! Reluz!! Transcende!!
Das magias divinas do amor do supremo por ti… ele te mandou Surya…
Sempre estamos em busca de algo. Por mais rico ou bem sucedido , sempre falta aquele algo mais, aquele toque. Necessitamos conexão com a Mãe Terra, com a água, com o ar, com o mundo espiritual. Toda essa maravilha não está longe e envolta em fantasiosas e mirabolantes nuvens de mistério. Não...está aqui ,agora. Embaixo dos teus pés, em volta de teu corpo, em cada inspirar e expirar. Simplesmente sinta, abra teus olhos espirituais, desperte para ti mesmo. Nunca mais o vazio reinará... não há nada mais sublime que sentir-se parte do Universo.
Ó meu grande bem,
Senhor meu
Ao ver-Te
tudo torna-se irrelevante.
Tua luz desmascara
a falsa aparência
De que se pode ser feliz
longe da Tua presença.
Há lugares lindos na nossa ilha, mas, embora eu a conhecesse bem, ela me parecia diferente daquela vez. Tudo estava diferente porque eu me sentia diferente.
As vezes, quando estamos tristes, pensamos, que se morrêssemos nesse momento estaria tudo bem, mas isso não acontece... Acontecerá no momento em que estivermos mais felizes. Não sei pq?
Meu Coração meu bem,
Nao tem código de barras,
Minha alma não tem preço,
Eu tenho o que eu mereço,
Eu corro atrás,
Dinheiro vem vai,
Respeito,atitude,procedee e muito mais,
É o que fica,
Trampo dignifica,
Magnífica a pessoa.
Não pergunte se está tudo bem comigo, porque não acredito no tudo estar bem na vida de alguém nesse mundo; quer saber se estou bem para quê? Mas se realmente quer saber, olhe em meus olhos.
pensado bem, realmente nada precisa durar para sempre! basta nós mesmo fazer cada momento vivido ser eterno
Poiésis
Deitam-se as letras
bem antes de mim.
Em algazarra
sobre o travesseiro,
em risos cetim.
Falam coisas bem ligeiro,
parecendo mensageiro,
mas que chega
aos meus ouvidos
neste secreto festim.
Isso não se faz,
eita que é madrugada,
e é como subir bêbada
por uma bamba escada.
Inda arrumo um senão,
um vestígio de uma quase
explosão, que implodiu.
Aí danou-se, o tempo fechou-se,
a lua acendeu, a janela se abriu.
E a Coca-Cola lerda,
na porta da geladeira,
pronta p’ruma gafieira
quando o sono se despediu.
