Beleza Simetria
É essencial que aprendamos a apreciar o que Deus classifica como belo, pois o Seu conceito de beleza é autêntico, enquanto o nosso é frequentemente influenciado e moldado pela mídia, estilistas e pela cultura atual, que é transitória.
Destoam os ventos, a noite e as estrelas diante da leveza dos teus risos, tão fluidos e calmos como um rio tranquilo. Da negritude sublime de teus cabelos, emerge um ar de luz que amanhece a noite e ela se faz humilde ante a tua beleza. Astros e estrelas, humildes, envergonham-se de brilhar, pois teus olhos grandemente profundos e gentios, reverberam teu olhar ao fundo do infinito e todo cosmos vibra e se curva, pois não há grandiosidade nele que caiba a totalidade de tua beleza.
DOCE FORMOSURA
Ó abundosa felicidade,
Que arranja o coração!
O amor sempre desejo,
Na sereníssima paixão!
Ó elevadíssima docura,
Em ti, a solene emoção
Com a doce formosura!
Não se precipite ao destacar uma bela paisagem sem sequer sentir brisa que carrega a leveza daquele horizonte.
Quando Vincent Van Gogh deixou este mundo em 1890, considerava-se um fracasso. Vendera apenas três quadros em toda a sua vida e o mundo via-o como um perdedor sem talento.
Mas a sua cunhada, Johanna Van Gogh, recusou-se a deixar o seu trabalho desaparecer.
Primeiro perdeu o marido Theo, o único que acreditou em Vincent. Viúva e com um filho pequeno herdou 400 quadros de um artista desconhecido e um apartamento em Paris. O que é que ela fez? Vendeu tudo e apostou no Van Gogh.
Transformou sua casa em uma pensão para sobreviver, mas no seu tempo livre escreveu cartas, organizou exposições e publicou a correspondência entre Vincent e Theo.
Em 1905, conseguiu o impensável: organizou uma grande exposição de Van Gogh em Amsterdã. O mundo finalmente viu o que Vincent deixou para trás.
Se hoje conhecemos Van Gogh, é graças a uma mulher que se recusou a esquecer.
sois vós a magnífica "semente" que germina, o fértil "terreno", que em acelerada "gestação" nos proporciona a "árvore" e o saboroso "fruto"; sois a Terra que continuadamente se irmana diante da soberana família cósmica, a nobre orquestra, que sutilmente encanta os ouvidos harmônicos do universo, e tudo a ser feito, pode ser facilmente resumido em uma simples palavra: Amor...O que poderia ser mais forte e mais poderoso? Aprendamos não apenas a conjugar o verbo "Amar", mas que tenhamos a humildade para reconhecer que todos somos iguais perante o amor de Deus, e que, como "estrelas" cintilantes numa brilhante "constelação", todos temos um papel especial na obra Divina, e neste momento de construção, a energia é individual e também coletiva, entre vós do plano físico e nós do plano etéreo... Sejamos então, caridosos uns com os outros, mais severos ao avaliarmos os nossos julgamentos e posições, e jamais deixemos castrar-se, a beleza que resplandece do infinito Azul...
Nossa estrada é sinuosa, inconstante, irregular, cheia de desafios, altos e baixos... mas o que vale é observar as belezas dessa viagem que é a vida.
Indiferente da instrução educacional, o primeiro ajuizamento social é sempre o padrão estético corporal humano.
Paga-se um preço muito alto por se nascer menina, mas recebe-se de Deus a benção maior, a graça de ser mulher; a missão de ser flor na vida.
"Vislumbro-te minha deusa das perdições.
Olhar-te é perigo, é se lançar aos leões.
E teus olhos me prendem em doces sonhos e alucinações.
Aquele que, por milésimos te vislumbra, é certo, fica preso em seus grilhões.
Ah mulher!
Se tu fosses música, é certo, seria a mais doce das canções.
Encanta-me teu corpo, a mais bela das tentações.
Coleciona em tuas mãos, daqueles que te admiram, os corações.
Poço profundo, onde afogo falsos amores e antigas paixões.
As mais belas palavras, tornam-se vazias, ao tentar narrar as inenarráveis sensações.
És dos erros os perdões.
És me luz nas escuridões.
És me companhia nas solidões.
Se fosses uma flor, seria a mais bela dos vales, das campinas e dos sertões.
Ter-lhe em minha vida é a mais doce das ilusões.
Liberte-me desta prisão, traga-me emoções.
Peço por favor, liberte-me dos seus grilhões..."
"Eu, um todo de defeitos, pintei algo perfeito.
Como em tela, pintei-lhe com um beijo.
Cada imperfeição, era pra mim, o despertar de um devaneio.
Lembro-me do encanto, ao desenhar-lhe o cabelo.
Quando em arte, cada fio negro, deslizava por entre meus dedos.
Moldei-lhe um coração, com toques, carícias e aconchego.
Minha vida, que era um total gris, como aquarela, foi ganhando cor a cada detalhe refeito.
Busquei inspiração no céu, para fazer a calma e a beleza do seu sorriso.
Nesse sonho de artista, pintei para sempre, você comigo.
Busquei nas estrelas, do seu olhar, o brilho.
Invejou-me o próprio Deus, ao ver-te, minha criação, em total ausência de defeito.
Nem mesmo ele imaginara, que era possível tal feito.
Eu, um todo de defeitos, superá-lo ao pintar-te, algo perfeito..."
"Possuo alguns amores de veraneio.
Uns, vieram pra ficar; outros, não sabem a que veio.
Lembro-me sempre, do desenho da boca, o olhar taciturno e o esvoaçar do cabelo.
Lembro-me da maciez da pele e o doce do cheiro.
Possuo sim, alguns amores de veraneio.
Amores que vem e vão, que só se despertam, quando há uma ausência; quando há, do coração, uma carência, um desejo.
Mas ela não, eu queria que esse amor, não fosse passageiro.
Quisera eu que fosse eterno, duradouro, que sobrevivesse às estações, de Janeiro a Janeiro.
Das poucas vezes em que a vi, sinto que não a vi direito.
Não admirei-a como mereces, não prostei-me de joelhos.
Deveria ter lhe fitado pela eternidade, garantindo a certeza que é você, que tatuo agora em minh'alma, em meu peito.
Ah moça! O que eu não faria por um beijo.
Um mundo por seus segredos.
Ela ainda não sabe, mas por ela, eu faria dos meus escritos, um cemitério perfeito.
Enterraria em meus versos, todos os meus amores, de veraneio..." - EDSON, Wikney
Recordo-me, minha amiga, que naquele dia, naquele instante, eu a fitei com os olhos de completo desejo. Senti-me um louco por fazê-lo, mas também, amiga minha, qual homem nessa terra de horripilâncias não o faria? Ao fitar tal beldade, tal arte desnuda, ela parecia-me ter uma beleza crua, ela parece que nunca fora tocada por essa terra impura. Sei que sou o sal, o pó da terra, minha amiga, sei disso. Às vezes o sei mais que qualquer outro ser, nessa mundana pintura; mas aquela mulher, minha cara, ela fora esculpida em mármore, quiçá em carne, pelas mãos do próprio Deus. Eu sempre acreditei que em seu reino sobre os céus, Deus não tinha nenhum filho preferido, até vê-la naquela tarde quente de outubro, minha amiga, onde o mundo ardia, queimava, e ao fitar-lhe, lembro-me, minh’alma gelara, senti um suor congelante, as mãos frias. Eu, que não acreditava, hoje creio em Deus e em amor à primeira vista e creio não por crer, mas sim porque o sentira...
Dizem que a nossa idade não é aquela que está registrada nos documentos, e sim a que a gente sente que tem; se é assim, acredito que biologicamente eu já esteja beirando os meus noventa anos, mentalmente oscilo entre zero e três mil anos, e cronologicamente me dão dez anos a menos, mas eu acho exagero. E você, quantos anos você sente que tem hoje?
“Uma fotografia é um instante de vida capturado para a eternidade. E já que é para a eternidade, que nos eternizemos como bem desejarmos."
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