Baú
Diário de um brinquedo
Hoje moro num baú
Não estou na mídia
Acho que estou ultrapassado
Os brinquedos de hoje
São digitais,
Tecnológicos,
Alguns são apenas memórias.
Creio que apenas seus pais lembram
Como éramos felizes...
Rolávamos na chuva,
Em verdes campos
Nas ruas, fazíamos aquela bagunça
Nos intervalos, éramos estrelas, famosos
E até celebridades
Alguns ganhavam destaque.
Hoje somos relíquias.
Ah! Se nos conhecêssemos.
Mas se bater aquela curiosidade;
Nos procurem
Na Rua da Lembrança
Bairro da Felicidade
Cidade dos sonhos
Ou simplesmente perguntem aos avós e pais
Como éramos felizes...
Esqueço as emoções, jogo no fundo do baú
Faço o mesmo com gente falsa, um conselho pra tu
Na vida trancamos os sonhos no baú da memória para que possamos caber na mediocridade do cotidiano.
Seu beijo é doce e gostoso
Igual ao mel de uruçu,
Seu cheiro alucinante
Feito Papoula em baú.
Atiça nosso desejo
Pois, o sabor de seu beijo,
Tem o gosto do caju.
Pegue tudo o que não te faz bem, tranque o baú emocional e viva o melhor de cada dia. A vida é só uma, perder tempo com o negativo pode ser fatal a sua saúde.
Viva o seu melhor.
Mensagem de Islene Souza
'HARMONIA'
Não adianta prata
Não adianta ouro
Nem baú com reliquilias.
Grandes tesouros
Viver a vida com amor, saúde, calmaria,
Sem rancor e orgulho,
Pois esse contém um ácido
Que até a paz, diluiria.
Na saúde ou na doença
Em qualquer situação
No lar é preciso cresça
Curando essa doença:
"Orgulho no coração".
Não podemos desistir
Das alegrias na vida ,
Assim desejo a todos
Uma vida de benção em harmonia
Maria Francisca Leite
Direitos autorais reservados sob a
lei - 9.610/98
Soneto amor de antigamente
— Hoje remexendo aquele desgastado baú da saudade,
— Encontrei aquela carta envelhecida, me fazendo lembrar de um amor antigo
— Um amor amigo, que me trouxe amargura e também felicidade
— Amor da mocidade.
— O tempo passou, más ao ler aquelas mal traçadas linhas
— Senti um afago na alma, que chegou me trazendo calma.
— Revivi, através daquela escrita, o amor amigo.
— Me vi contente ao reviver aquele amor antigo.
— Nas suaves linhas da carta, com vínculos detalhados
— Sobre quando éramos namorados e caminhávamos lado a lado
— Chegou também recordações de sentimentos, sofrimentos e lindezas.
— Foi como mergulhar na imensidão,
— E trazer de novo, vida ao coração.
— Foi lindo encontrar naquelas linhas, tamanha beleza… Tantas recordações!
Eu queria mudar a rotina, queria viajar mais, sair dessa zona de atrito, deste baú repleto de momentos e mais momentos.
Sinto um enorme vazio como se algo tomasse conta de mim...mas....nada...sou apenas eu, sozinha, me sentindo mais vulnerável a cada dia.
Posso está lecionando umas disciplinas ou apenas lendo...um livro, desde o dia em que deixei meu "lar" não sei para onde ir, para onde devo caminhar, e todos estão me cobrando mudança, me cobrando afeição....me cobrando ainda mais DE DI CA ÇÃO...
Encontrei um alguém, um amigo é tudo, mas não pude leva-lo adiante, em seu falar eu via muito de um alguém que nem mesmo sei....se recorda de mim.
Só me sinto exausta....esperando o trem passar...talvez eu esteja perdida na estação de king cross...
O que tem no baú da vida
O baú.
Não consigo ver a cor da tampa.
Aqui de fora.
A mente hora, ora, ora.
Uma viagem intrigante, o que tem no horizonte, Leste, Oeste, Norte, Sul.
A caixa preta da vida, é ou não é laranja, no português claro, o sonho da cor do céu, azul, da vida, o baú.
Torturas psicológicas, perseguição, choques, picos elétricos, esquizofrenia, enganação.
Armadilha planejada, famílias, crianças alvejadas, manipulação, destino, cartas marcadas.
Perseguidos, feridos, iludidos, induzidos, o pecado artificial, que acusa, abusa, destrói, corrói, impõe uma chaga letal.
O grande doutor, a grande farmácia, as fanáticas religiões, eu criança que nada sei, pedindo mamadeira, subindo uma penosa ladeira, quilomba da humilhação.
Um povo, uma gente, culpada porque se cala, cooparticipadores dessa conspiração.
A terra, a riqueza, a história sangrenta de irmão, perpetua a ganância, a violência, o poder, nação.
Eu pequeno, mais um, não sei ler, estou cru, nu, alguém poderia abrir a porta do oculto baú.
Giovane Silva Santos
Amar é um segredo guardado no baú do coração e só tem a chave a pessoa amada que sabe corresponder a esse amor
- eu tenho um baú de pedra, feito de pedra de rio, nele guardo coisas que não acredito, outras lindas, um segredo nunca dito, um vento forte e um suave assovio, e abro as vezes o baú só para sentir um calor no peito, um suor nas mãos e um arrepio, pois tudo que gosto, apesar do gostar aquentado, me faz da cabeça aos pés, barriga então, por um segundo, tremer de frio.-
Tantas coisas nos envolve no turbilhão dos acontecimentos, que deixamos no bau do esquecimentos momentos tão singelos, de gestos tão inocentes, de sorrisos tão puros, de um ser, que chega para trazer luz, as trevas que nos envolve
Baú de Desejos Assassinados
Amar é desejar,nada de dramático, amor e desejo são as mesmas coisas, você ama aquilo que deseja, você ama aquele que deseja, você ama na intensidade que deseja e ama enquanto deseja.
A má notícia, é que se o desejo acabou é porque o amor acabou também, amor e desejo são as mesmas coisas. Nesse momento, a pergunta óbvia: se amor é desejo, desejo é o que ?
Desejo é a falta, desejo é aquilo que faz falta, desejo pelo que não temos e queremos ter, desejo pelo que não somos e queremos ser, desejo pelo que não fazemos e gostaríamos de fazer.
Agora temos a equação completa, você ama o que deseja e deseja o que não tem, e quando tem não deseja mais, como amor é desejo, então não ama mais. Funciona assim, simples e rápido e quando desaparece a falta, desaparece o desejo, como o amor é desejo, então acaba ali naquele instante.
Um ótimo exemplo é quando olhamos caixas de brinquedos de crianças, a primeira coisa que notamos é que tudo aquilo que era motivo de desejo para tê-los, acaba ali, em um baú de desejos assassinados pela presença, em um baú de desejos mortos pelo consumo.
Muitas vezes dentro da alma existe uma riqueza inigualável mas só que dentro de um baú (corpo) gasto pelo tempo e empoeirado pelas adversidades da vida...Portanto, não dê importância a carcaça (corpo)que guarda essa riqueza da alma, pois o corpo é perene e em breve se desfaz e alma rica de bens morais é o bem mais precioso. Portanto, não desperdice as oportunidades que Deus coloca em teu caminho (baús empoeirados).
"Hoje quando jornal assisti confesso que me entristeci, vi uma professora um sábio baú de conhecimento que foi agredida por um aluno, lembrei dos tempo remotos de colegial, certa vez levei uma pistola de metal, muito semelhante como uma original, ao chegar na escola minha sábia professora logo viu e pediu para ficar com o brinquedo, dei para ela na maior inocência. Ela nunca me devolveu, no começo fiquei uma fera. Porém hoje lembro da minha professora Vera, tomou um brinquedo maldoso, tornou meu futuro mais bondoso"....
Muitas vezes a causa da tua tristeza
está dentro do baú
que carregas dentro do teu peito,
e que só tu possuis a chave.
Basta ter coragem para abrir
e retirar
o que está pesando
no teu coração!
abre o baú, fica perto dos sonhos ou dos momentos ébrios d'amor, sente o pulsar do tempo e sorri porque é grato recordar...
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