Basta
Mulher do amanhã
E ela foi sozinha...
Desbravando os horizontes
Ela por si só já se basta,
Sem dependências emocionais baratas
Que a enraíze e petrifique
Suas crenças arraigadas
Na luta para vencer
Para se autoafirmar,
Sempre com o olhar no amanhã
Sem esquecer do presente,
Descendente de um clã de mulheres fortes
Não desiste dos seus sonhos
Na batalha da vida, ora luta...
Ora recolhe suas armas,
Sabe se empoderar mas
A empatia e a resiliência a moldaram
Mulher do novo amanhã
Mulher que faz seu destino,
Não descansa nem esmorece,
Sempre de cabeça erguida
Essa ou ... essas mulheres,
Essas amazonas que se apoiam
Tornam- se juntas imbatíveis
Mulheres do meu clã
Vocês são a minha vida!
Amor de outras vidas
Almas que se encontraram
Irmãs mais que benditas!
Vocês são minhas heroínas!
“Basta varrer a esquerda de um país devastado para que ele se torne próspero em pouco tempo.”
(Furtado, Brunno)
A consciência plena é fácil de se alcançar, basta não fugir dela. A consciência plena é aqui, agora.
Por termos medo de errar, tornamos o fácil em difícil. Para fazer, basta que se estenda a mão e se pegue, na corrente interminável e contínua, um instante do tempo.
Como se largar tudo fosse me libertar de alguma coisa, mas basta um instante de silêncio pra perceber... eu continuo aqui.
Preso, presente, inteiro dentro do que eu tentei deixar.
Basta conhecê-la um pouco de perto e com a devida atenção para perceber no mínimo que a sua essência está muito ligada aos grandes valores que não se apagam com o passar do tempo, que o dinheiro não é capaz de pagar, pois nenhum preço seria suficiente, nem a deixaria ainda mais rica do que já é com lindas experiências marcantes e a consciência tranquila na maioria das vezes e sempre amparada pela providência divina e por aqueles que a merecem
Isso já faz dela uma mulher singular, sendo assim, ao seu lado, o passado se faz presente quando o essencial não é menos presado, a sua presença que aparece nas lembranças de momentos incríveis na sua companhia, pelo jeito que se veste que parece ser à moda antiga em sincronia com alguns traços de modernidade, mais focada em viver do que mostrar, em ser de verdade do que aparentar ser quem não é, só para agradar, satisfazer os que são bons em especular
Cansada de desaparecer nas sombras de quem não sabe amar, que não consegue notar a sua dedicação, a diferença que ela faz no caminhar, provando ser um alguém provido de uma percepção limitada, tornando o recíproco obsoleto, não percebendo que ela também precisa dos seus instantes de entrosamento com a sua solitude, uma das formas que encontrou para manter o equilíbrio, portanto, o seu sorriso deve continuar brilhando através da leveza de um amor verdadeiro que possa se tornar antigo.
" Não precisas trazer presentes,
nem rimas, nem flores e nem nada.
Basta trazeres o que sentes."
- Atribuído a Carlos D. de Andrade
(Não encontrei nenhum texto
que comprovetal autoria.)
Simplicidade
Simplicidade é isso:
Quando o textonão precisa
trazer flores nem rimas,
basta trazer a verdade.
É quando o essencial
se faz presente
sem precisar de adornos
ou artifícios.
Basta trazeres o que sentes.
Nota: esse texto é de autoria do escritor Zanin e não de Carlos D. de Andrade
A dignidade humana
O mundo fala de amor, mas isso não basta. Amor sem dignidade é palavra vazia. O que falta ao nosso tempo não é afeto — é caráter.
Vivemos cercados por homens que desejam poder, mas não responsabilidade. Homens que preferem a aparência à verdade, o aplauso à consciência, o privilégio à justiça. Homens que se alimentam da boa-fé alheia e constroem sua força sobre a ignorância que eles mesmos cultivam.
Devemos destruir essa lógica. Recusar a normalização da mentira. Rejeitar amanipulação que transforma cidadãos em massa de manobra.
A dignidade não é luxo: é fundamento. A honra não é ornamento: é dever. A honestidade não é virtude rara: é obrigação mínima.
Defender ideais que não excluem, não dividem, não exploram. Ideais que eduquem, que libertem, que ampliem horizontes. Ideais que tratem a informação como direito, não como moeda de controle.
Porque a ignorância não é acidente — é estratégia. E quem deseja dominar alimenta pouco, para manter dependência. Quem teme a liberdade alheia oferece migalhas, para que a fome nunca acabe.
Não podemos aceitar migalhas e a manipulação como destino e o poder sem moral, como regra.
Vamos conclamar a quem ainda acredita na força da verdade. A quem sabe que igualdade não é utopia, mas projeto. A quem entende que informação é libertação. A quem não se curva ao cinismo dos que lucram com a miséria intelectual e moral.
O mundo precisa de amor, sim. Mas precisa, sobretudo, de homens e mulheres dignos, que escolham a honra antes do benefício, a justiça antes da conveniência, a verdade antes do conforto.
Que seja nosso compromisso. E que ele se cumpra até que a dignidade deixe de ser exceção e volte a ser regra.
Suportar em silêncio é virtude suprema. Nem toda luta precisa de testemunhas — basta que você permaneça fiel ao que controla: si mesmo.
"Não é preciso olhar para as estrelas para ser trilionário; basta dominar as redes invisíveis que conectam cada transação, cada dado e cada necessidade humana na Terra."
Basta de perder-se em pensamento, lança-te com ímpeto ao mundo.
