Bancos
Bandido é bandido, ladrão é ladrão e pronto! A única diferença entre o assaltante de bancos e o estelionatário são às armas usadas.
"Outros tempos: Hoje quando os pastores falam que desejam comprar bancos para a igreja tratam-se do HSBC e ITAÚ."
Eu nem queria ficar lá. Tinha o mundo inteiro para conhecer. Festas, bancos, garotas e todo tipo de diversão.
Não tem como acabar com a fome no mundo, porque quem tá no controle são os bancos, as corporações, os investidores, as sociedades… E eles não querem acabar com a fome, com a pobreza, porque a miséria é necessária para manter a riqueza deles.
A minoria controladora, os grandes bancos, as grandes corporações, as grandes empresas, as grandes marcas, etc., não se preocupam em formar pessoas conscientes, mas sim em criar trabalhadores sem consciência. Seria um desastre para essa minoria corrupta um povo pensante e atuante.
O maior medo deles é que tomemos consciência, pois, se tomarmos, não conseguirão mais nos controlar. Mas enquanto não tomarmos consciência, continuaremos sendo escravos desse sistema.
Quando a pessoa nasce e cresce sem valores acumulados em bancos ou bens materiais, simplesmente vive a vida como ela é, sem grandes exigências, experimentando um pouco de cada dia e alimentando a esperança de que o amanhã será melhor que hoje.
Os bancos comerciais aceitam investimentos financeiros; mas os bancos celestiais aceitam investimentos espirituais e são estes que mais enriquecem seus investidores.
Os bancos controlam o poder, substituindo as antigas monarquias. Enquanto mantiverem esse domínio, a miséria não terá fim. Os banqueiros e grandes empresários preferem a desigualdade, pois ela garante sua riqueza e o sustento de uma classe trabalhadora submissa. Eles manipulam os políticos para servir aos seus próprios interesses, enquanto a política se transforma em um jogo de aparências. A verdadeira solução para a pobreza não virá enquanto os bancos continuarem controlando o sistema econômico e as decisões políticas.
... enquanto
nos ocuparmos em
lustrar bancos de templos e
igrejas à cata de salvações
e milagres; lamento dizer que
o Messias permanecerá
crucificado!
[...] O céu estava estrelado, abaixamos os bancos e ficamos olhando. Depois disso será difícil olhar o céu e não lembrar de você. De nós. [...]
Dizem que não se pode comparar um "Ladrão de Galinhas" a um "Ladrão de Bancos". Será? Quem rouba "galinhas", rouba a do vizinho que um dia lhe estendeu a mão, fonte de alimentação para os filhos pelos ovos que botava.
Não são nos grandes feitos que mostramos quem somos, e sim nos pequenos detalhes.
A Paz que agente precisa é uma questão de tempo, mas mesmo assim temos saudade de sentar nos bancos das praças das cidades e refletir sobre as coisas da vida natural e extinta.''
O que definirá a igreja desse seculo , não será os números de bancos cheios , mas a saúde espiritual dela.
