Bairro

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🇵🇹 O Nosso Bairro 🎹

[Intro]
Yeah… Porto City,
Aldoar representa…
Bloco a bloco, história a história.

Sessenta e oito foi o ano da mudança,
Famílias de barracas agarraram esperança.
Do Xangai e Liberdade, veio a união,
Num bairro social nasceu revolução.

Dezasseis blocos, quase quatrocentos lares,
Cada porta tem batalhas, memórias e pilares.
Das janelas vejo o tempo, vejo a luta que ficou,
E o bairro requalificado em dois mil e dezasseis brilhou.

Entre paredes de betão e caminhos de terra,
Aldoar tem raiz que a saudade não encerra.
Mistura o rural com a vida urbana,
Aqui o som da rua é batida que emana.

[Refrão]

Aldoar, és memória, és futuro a pulsar,
Bloco a bloco, a história vem rimar.
Do bairro para mundo, cultura no olhar,
O Porto tem bairro, o bairro é Aldoar.

Da lama ao progresso, a caminhada é dura,
Mas no coração do povo há fé e ternura.
Crescer nas vielas, aprender com humildade,
O respeito na rua é a verdadeira lealdade.

As vozes ecoam, poesia do cimento,
Graffiti nas paredes é forma de sentimento.
Cada esquina tem histórias que não cabem num livro,
Aqui quem sobrevive aprende a ser vivo.

[Refrão]

Aldoar, és memória, és futuro a pulsar,
Bloco a bloco, a história vem rimar.
Do bairro para mundo, cultura no olhar,
O Porto tem bairro, o bairro é Aldoar.

Velhos contam lendas de um tempo campestre,
Das quintas e dos campos, do vinho e do mestre.
Hoje a urbe mistura carros e tradição,
Mas o espírito da terra bate forte no chão.

Na freguesia antiga, modernidade chegou,
Mas a essência da raiz nunca se apagou.
Do passado ao presente, da semente ao luar,
É poesia que nasce, é a voz de Aldoar.

E se a vida foi dura, o bairro é resistência,
Onde cada passo é lição de consciência.
O Porto reconhece, o bairro tem valor,
Aldoar é raiz, é família, é amor.

[Refrão]

Aldoar, és memória, és futuro a pulsar,
Bloco a bloco, a história vem rimar.
Do bairro para mundo, cultura no olhar,
O Porto tem bairro, o bairro é Aldoar.

Yeah…
Do Xangai à Liberdade, renasceu a vontade,
No mapa do Porto fica a eternidade.
Aldoar, sempre a brilhar…




-

⁠A minha namorada,
É a mais bela da rua.
A mais bela da quadra.
A mais bela do bairro.
A mais bela da cidade.
A mais bela do estado.
A mais bela do país.
A mais bela do mundo,
O meu amor caiu nas suas mãos e então
é bem zelado.
Muito obrigado só por existir e ter me mudado.
Viveria eternamente te amando do outro lado desse mundo!

Nenhum problema é pequeno demais. Qualquer boa ação que fizer, tipo ajudar alguém do seu bairro ou, sei lá, organizar um jantar caprichado para suas amigas, te torna um herói tanto quanto se lutasse uma guerra pelo trono do Céu.

⁠Então chorou, sozinha, sozinha na cama, sozinha no quarto, sozinha na casa, sozinha no bairro (...), sozinha no continente e sozinha na maior dimensão possível. Sozinha no lugar mais assustador, absolutamente sozinha por dentro, onde ninguém podia entrar, oferecer um chá e dizer que o tempo ainda ia curar tudo.

Depois de assistir ao show comunitário promovido pelo Estado no nosso bairro, percebi com tristeza que liberdade e igualdade, para nós, são apenas cenários montados — uma ilusão encenada diante de quem já perdeu a esperança.

A homilia das oito dizia que a fé salva.
Às nove, o bairro todo ardeu e ninguém ligou. Deus ouviu, riu e depois foi-se embora de boleia num jato da ONU.

Se você pretende comprar um terreno para construir sua casa, procure um bairro do mesmo padrão de construções que deseja construir sua casa!!!


Construa sua casa nos mesmos padrões deste bairro, se construir uma casa fora dos padrões do bairro, você além de ficar malvisto, vai desvalorizar os imóveis deste bairro!!!

No meu bairro há 1 estádio de futebol, 2 quadras de tênis, 15 baladas, 6 bingos, 1 shopping e um colégio de 30 anos, sucateado e sem professores.


Benê Morais,

A Jornada de Domily


Num pequeno bairro onde os sonhos pareciam adormecidos, vivia Domily, um jovem que acreditava que a vida podia ser mais do que apenas sobreviver. Enquanto muitos viam dificuldades, ele via desafios disfarçados de oportunidades.


Desde cedo, Domily aprendeu que o mundo não oferece nada de graça — mas oferece tudo a quem tem coragem de tentar. Com uma mente inquieta e um coração determinado, ele começou a estudar, observar e aprender com cada erro. A cada queda, levantava-se mais consciente de quem era e do que queria construir.


As pessoas diziam: “Domily, é impossível mudar o destino.”
Mas ele respondia: “O destino não muda sozinho — quem muda o destino é quem decide não parar.”


Com o tempo, Domily tornou-se uma referência. Não apenas pelo sucesso que conquistou, mas pela mentalidade que espalhou: a de que todos podem avançar, mesmo que com pouco, desde que com propósito.


Hoje, quando alguém pergunta o que fez dele diferente, ele sorri e diz:


> “Não foi sorte. Foi comunicação, coragem e fé no processo.”

Só para deixar claro: agora nós mandamos nesse bairro.

Quem não se lembra do infeliz episódio no bairro do Pinheirinho em São José dos Campos-SP?

Inserida por GilNunes

Em meio ao movimento desse bairro burguês, uma classe sem nome preenche as calçadas sob claros olhos que não os querem enxergar.

Inserida por grbianca

Moravam no mesmo bairro.
Nunca se viram
ou se viram mas não lembraram.
Frequentaram a mesma igreja,
andaram pelas mesmas ruas,
os aviões passam-lhes rente as cabeças.
Ela...simples suburbana,
ele...futuro bem sucedido.
Não se sabe ao certo
em que momento o fio da distancia se alongou entre eles.
O redemoinho da vida engoliu os anos.
Um dia frente a frente...
Ele... prospero,
ela...ainda desfiando a sorte.
Quando se encontraram
os pés tocavam a beira do abismo,
cada qual doe um lado.
O mais e o menos não formam um par.
O mais enxerga o menos como insiginificante,
o menos vê no mais aquilo que quer.
Se viram
mas não se olharam
viram através um do outro,
vontade de sim,
necessidade do não.
Estão suspensos no ar,
na corda invisível das marionetes impotentes.
Um não sabe se estende os braços,
o outro pensa que foge.
São apenas duas pecas de um quebra cabeças
o destino de um e estar longe do outro.
Embora não saibam em que momento se perceberam.
Sabem perfeitamente que naquele instante
se encontraram e se perderam pra sempre.

Inserida por Starr

Sabe o que eu queria? Pegar a estrada, e ir pra muito longe. Longe desse bairro, dessa cidadezinha medíocre. Longe dessa rotina, dessas pessoas hipócritas. Queria fugir. Fugir desse meu mundinho, desses meus pensamentos. Fugir dessa minha vida, dos meus problemas. Fugir da saudade. Fugir até mesmo do amor. Talvez ao chegar nesse lugar, pudesse ficar sentada na frente do mar, sentindo o cheiro de liberdade, sentido a paz, ouvindo a maresia e deixando tudo ali; deixando tudo o que não me faz bem ir embora com as ondas. E ao voltar pra minha realidade, ver que de nada adianta se o problema e a solução pra tudo na minha vida, é você.

Inserida por JosianeNunes

O bairro é classe média e predominam moradores velhos e mendigos. Simpatizo mais com os mendigos. Ficam na deles, pedem uma moedinha aqui outra ali, compram cigarros e cachaça e tudo fica numa boa. Já os velhos, passam o tempo fofocando sobre a vida alheia, falando da tristeza que é ver o futebol sem o romantismo de 1962 e se lamentando da morte de algum conhecido (também velho). Conversam sobre isso e depois voltam para casa. Tomam seus remédios (os quais consomem há vinte anos), assistem às novelas e dormem amargurados.

Inserida por andersonventura

Por querer ser tão legal, se tornou o mais chato do seu bairro.

Inserida por RodrigoGobira

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Muitas meninas do meu bairro seguem a risca o lema da Bruna Surfistinha: Ela não dão, elas distribuem!

Inserida por miniehmatarazzo

"Pequeno garoto mestiço,
Habitante de um bairro periférico [ sem água, comida ou energia],
Vive ao barro comer, geofagia?! Fome?! Vermes?!
Não, não, meu caro! Desigualdade e desespero, que fazem suas tripas revolverem,
Em um movimento intenso, profundo e doloroso da realidade de um país de todos, rico e sem pobreza.

A sina dos Severinos continua,
Migraram para o centro-sul da Terra Mãe Gentil,
Edificaram seus palacetes, casebres de alvenaria,
O saneamento dar ânsias de vômito,
Odores urbanos - metano, gás do pântano.

Campos de batalhas - rojões de metralhadoras, balas que não adocicam a boca,
Mas que matam,
[ toda diversidade de canhões em um único quartel militar - o do tráfico."

Inserida por FelipeLiterato

Movimente seu bairro, levando alegria aos seus corações, sabedoria em seus lábios e seus amigos serão iluminados.

Inserida por HelgirGirodo

Não te odeio mas se eu desse uma festa eu ia convidar o bairro todo menos você. HAHA'

Inserida por priscilaamanda