Avó

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O pai ensinara-me a sensibilidade, a avó adivinhara-o desde sempre. O futuro di-lo-ia em susto permanente.

Eu não faria paisagens com aquela sensação. Ou será que fazia? Por alguma razão, a minha avó instalava-se confortavelmente nas minhas insciências.

Estranho é você entrar na casa da sua avó anos depois, só assim você compreende a grandiosidade do Coliseu e das Pirâmides do Egito

Perder uma avó ou um avô é perder uma pessoa muito importante em nossas vidas, alguém que nos acompanhou com amor e dedicação incondicional, tudo o que vivemos em companhia dos avós é uma parte muito bonita em nossas vidas e um lindo e emocionante aprendizado. Nossa maior recompensa no outro lado da vida é reencontrá-los!

⁠Parabéns, mulher! Você é guerreira, batalhadora, persistente, sonhadora. É mãe, filha e avó dedicada. Você se doa pro mundo e nem sempre recebe essa dedicação de volta. Mas saiba que você nunca deixará de ser um grande exemplo e motivo de orgulho para a sua família.

Seu avô é poeta
Que canta com amor
As melodias da alma
De um velho compositor

Se eu sou tio-avô de minha sobrinha e minha sobrinha é minha nora,
o que minha sobrinha é minha:
Prima do meu filho?
Mãe do meu neto?
Filha de minha sobrinha?
Prima do meu neto ou minha netinha?
Vá pensando enquanto vou à cozinha,
mas quando voltar quero resposta para minha charadinha.

Coisas de Vovô!
Eu sou aquele tipo de avô, que esquece do mundo, não dimensiona bem as suas responsabilidades e que fica totalmente surdo às broncas dos filhos e da esposa.
Interajo as minhas emoções, e raciocino como se tivesse a mesma idade minhas netas.
Aprendi que para ser feliz, a gente precisa sair do lugar. E hoje,o meu melhor lugar é aonde estão as minhas netas.
( Nino Carneiro)

sou a avó mais feliz do mundo

O homem que era o viajante do tempo... encontrou seu avô...
Seu avô morreu diante no dia encontrou sua vó lapsos temporais começaram.
Deste mesmo lapsos a alienação começou...
Diante esse pensamento o tempo se dobrou diante a gravidade sendo o homem parte da sua própria existência.
Se a relatividade é simplicidade continuo espaço tempo..
A grávida escapa da luz distorcendo o homem que viveu até outras mais profundo torna navegante do paradoxo.
O psicológico se tornou parte de tantas existência que as ondas temporais fazem ser alienado entanto cópias do seu no infinito construído um ser sem duas definições apenas uma mais o homem é feito na barriga de sua mãe apenas por um sentido biológico.

O homem que era o viajante do tempo... encontrou seu avô...
Seu avô morreu diante no dia encontrou sua vó lapsos temporais começaram.
Deste mesmo lapsos a alienação começou...
Diante esse pensamento o tempo se dobrou diante a gravidade sendo o homem parte da sua própria existência.
Se a relatividade é simplicidade continuo espaço tempo..
A grávida escapa da luz distorcendo o homem que viveu até outras mais profundo torna navegante do paradoxo.
O psicológico se tornou parte de tantas existência que as ondas temporais fazem ser alienado entanto cópias do seu no infinito construído um ser sem duas definições apenas uma mais o homem é feito na barriga de sua mãe apenas por um sentido biológico.Efeito borboleta o caos caótico da fisica de um sistema a possibilidade é simplicidade abandonado do real paradoxo alinha do futuro pode ser alterado com um corpo pode existir num estado inerte todavia da teia cronológica do ser sendo dois seres não podem existir no mesmo espaço. Porem no mundo quantico a verdade e o linear de cada ser pode ser possível, mais com variáveis da estabilidade gravidade sendo o paradoxo do eu infinito.

A avó fala do passado e as netas falam do presente; mas, quando há escuta e discernimento, esse diálogo pode gerar benefícios espirituais e tornar os conselhos mais sábios e proveitosos.

A TEORIA DO ESQUECIMENTO


Me diz uma coisa, qual é o nome do seu avô?


E o nome do seu bisavô?


Por último, qual é o nome do seu tataravô?


Se você não souber responder, está tudo bem, pois isso é algo extremamente normal. Nem todos se lembram dos seus antepassados...


Mas isso nos traz um fato! Note que, provavelmente, depois de algumas gerações, ninguém vai se lembrar de você também.


Não porque você não seja importante, mas porque a memória humana é limitada mesmo. A vida continua, e as pessoas acabam se ocupando com a sua própria vida, com a sua própria história.


Tudo aquilo que hoje lhe parece enorme e valioso, as opiniões alheias às quais dá importância, brigas de família, vaidade, necessidade de aprovação, medo de julgamento... tudo isso vai desaparecer com o tempo e cair no esquecimento.


Daqui a 100 anos, provavelmente, ninguém se lembrará do seu cargo, do seu carro, da sua roupa, ninguém lembrará da sua conquista ou nem de quando você não se arriscou com medo de fracassar.


Essa teoria não serve para dizer que a vida é inútil, na verdade, a intenção é contrária a isso. Acredito que, assim como a morte chegará para nós um dia, nós também seremos esquecidos. Então, vejo isso de maneira positiva e libertadora, pois saber desse esquecimento futuro funciona como um alívio para o presente e serve para tirar o peso de coisas que não merecem tanta atenção assim.


Mas, se a lembrança futura não é garantida, o que sobra?


Sobra o que você vive agora, o seu caráter, a sua paz interior, o amor verdadeiro entregue aos seus entes queridos, a sua presença, o seu cuidado com a sua saúde, o seu crescimento pessoal, a sua lealdade para quem a merecer... em resumo, tudo aquilo que você faz de bom, mesmo sem esperar aplausos por isso.


A ideia central que trago é: sim, você será esquecido, então pare de viver para ser lembrado e comece a viver para ser mais presente, sem se preocupar demais com coisas que não importam.


Thiago Calado
11/05/2025
02h21

Se alguém está nessa situação, é porque ela se colocou nela.
"Como meu avô dizia: se você encontrar um jabuti em cima de uma árvore, deixe-o lá, porque jabuti não sobe em árvores."
Ou seja: Ele que se vire!!!!

Música: Avó, o seu afeto vive em meu coração.


Verso 1
Nos teus olhos vejo a história que o tempo escreveu,
Um abraço seguro que nunca me perdeu.


​Refrão
Sua voz é o caminho, seu amor é a lição,
Avó, o seu afeto vive em meu coração.


​Verso 2
O café na mesa e as histórias do passado,
O melhor lugar do mundo é aqui do seu lado.

Uma Corrida, Uma Avó e Uma Lição para a Vida
Uma corrida de poucos minutos, uma história de uma vida inteira e uma lição de amor inesquecível.
Era para ser apenas mais uma corrida na rotina do motorista peregrino Nino Carneiro. Mas, naquele dia, ao receber uma solicitação, algo dentro dele pareceu sussurrar: “Aceite logo essa corrida!”. Ele aceitou e chegou ao destino em menos de cinco minutos. Mal sabia que encontraria uma história de coragem, sacrifício e amor incondicional.
Ao chegar, encontrou uma senhora que aparentava ter mais de sessenta anos. Com cordialidade, cumprimentou-a: “Bom dia, senhora Cleusa! Para onde vamos?”. Com voz doce, ela respondeu: “Senhor, coloquei o endereço, mas não sei em qual bairro fica, porque não sou daqui”. Ele sorriu: “Não tem problema! Só perguntei para escolher o melhor caminho”. Agradecida, ela respondeu com tanta delicadeza que despertou a curiosidade do motorista. Seu coração de peregrino pressentiu que aquela passageira guardava uma boa história para sua coluna literária.
“Então, a senhora não é são-carlense? De onde veio?”, perguntou. “Sou de Paulínia, perto de Campinas.” Depois de um breve comentário sobre a cidade, ele quis saber o que a trouxera a São Carlos. A resposta veio acompanhada de carinho: “A minha neta Josefa!”. Dona Cleusa explicou que sua família era toda da Paraíba, da pequena cidade de Parari, no coração do Cariri paraibano.
Ela contou que seu pai havia partido para Paulínia a convite de um tio, enquanto ela permanecera em Parari com a mãe e os cinco irmãos. Foram tempos difíceis, de muitas privações e até de fome. O dinheiro enviado pelo pai mal dava para comprar os alimentos necessários. Mas a esperança resistia. Um dia, ele voltou e disse à esposa: “Prepare as coisas, porque vim buscar toda a minha família!”. Aquele reencontro permitiu que deixassem para trás a separação e começassem uma nova vida. Nino ouvia atentamente, imaginando quantas famílias enfrentam dificuldades sem abandonar a esperança de dias melhores.
Ainda curioso, o motorista perguntou: “Mas, dona Cleusa, por que a senhora veio para São Carlos?”. Com orgulho, ela respondeu: “Minha neta Josefa passou no vestibular para Engenharia Química!”. Explicou que a família não tinha uma situação financeira confortável. A mãe de Josefa trabalhava como auxiliar de serviços na Braskem, e o pai já estava na empresa havia mais de quinze anos. Além de Josefa, dona Cleusa tinha outros quatorze netos.
Quando soube da aprovação, não pensou nos obstáculos nem na saudade que sentiria da família. Tomou uma decisão que mudaria sua rotina: “Minha neta, eu vou com você para São Carlos! Vou trabalhar como diarista para ajudar a pagar as despesas da sua moradia”. E assim fez. Recomeçou a vida em outra cidade, conseguiu trabalho em casas de várias famílias e passou a morar perto da universidade com a neta. “Estamos muito felizes!”, contou. Pelo menos duas vezes por mês, visitavam os familiares em Paulínia, porque, por mais longe que a vida nos leve, o coração sempre procura voltar para quem ama.
O motorista já estava emocionado, mas suas lágrimas quase encontraram caminho quando dona Cleusa pronunciou as palavras que resumiam sua história: “Enquanto eu for viva, nenhum neto meu passará pelas dificuldades que eu passei. Deus me deu uma vida inteira para acumular forças, e cada gota desse amor está guardada bem aqui!”.
Naquele instante, Nino compreendeu que estava diante de uma mulher extraordinária. Dona Cleusa não podia apagar a fome e as dificuldades da infância, mas podia transformar aquelas experiências em proteção para seus descendentes. Escolhera fazer isso com o trabalho das próprias mãos, a coragem do coração e a fé que sustentava seus passos. Talvez nunca recebesse medalhas ou tivesse seu nome estampado nos jornais, mas realizava uma das mais belas tarefas da vida: ajudar alguém a chegar mais longe.
Ao final da corrida, o motorista agradeceu a confiança e parabenizou dona Cleusa por sua maravilhosa história. Ela talvez tenha seguido seu caminho sem imaginar o impacto daquele encontro. Nino, porém, já não era o mesmo. Levava consigo uma pergunta: quantas vezes julgamos as pessoas pela aparência, pela idade ou pela profissão, sem conhecer os sacrifícios que fizeram por aqueles que amam?
Como peregrino, aprendi nos caminhos de Santiago de Compostela que nem sempre a maior lição está no destino, mas nas pessoas que encontramos durante a caminhada. Há encontros que duram poucos minutos, mas permanecem em nossa memória por toda a vida. Naquela corrida, enquanto conduzia dona Cleusa, Nino descobriu que também estava sendo conduzido a uma reflexão sobre o verdadeiro sentido do amor.
Nem toda grandeza usa roupas elegantes, nem toda vitória recebe aplausos e nem todo herói aparece nos livros de história. Existem pessoas que acordam cedo, trabalham até o corpo pedir descanso e continuam porque alguém precisa delas. Existem avós que transformam suas cicatrizes em abrigo e as próprias dificuldades em oportunidades para que seus netos tenham um futuro melhor.
Talvez Josefa, ao concluir sua formação e conquistar seus sonhos, compreenda ainda mais profundamente o esforço de sua avó. Em cada página estudada, em cada desafio vencido e em cada conquista alcançada, estará também o amor de uma mulher que decidiu recomeçar a vida para ajudá-la a construir a própria história.
Naquele dia, a corrida terminou, mas a lição permaneceu. O Peregrino Nino Carneiro guardou no coração uma certeza: **a maior herança que podemos deixar aos nossos filhos e netos não é aquilo que acumulamos, mas a força que lhes oferecemos para que caminhem com dignidade, mesmo quando já não estivermos ao lado deles.**
Porque o verdadeiro amor não calcula o preço do sacrifício nem desiste diante das dificuldades. Ele simplesmente se levanta, prepara a bagagem e diz:
“Minha neta, eu vou com você!”
Peregrino Nino Carneiro

1837 📜 Acabei de ouvir essa: 'O médico curou a flatulência do meu avô. Com isso, acabou com a única distração do Véio!'

RAIZ E COPA

Ontem meu velho Avô
Disse que a raiz é despercebida
Não é formosa e bela
Mas é a base da vida

Hoje o mundo corre depressa,
Busca o brilho e a inovação;
Colhe frutos em abundância,
Mas nem sempre cultiva o chão.

Os antigos cuidavam das raízes;
Admiravam a copa e seus frutos
A sabedoria estava no saber
Que um dependia do outro.

Hoje toda atenção
É voltada para o fruta e a copa
Visibilidade, aparência e resultado
É o que mais importa

Raiz não tem fruto
Mas faz ele surgir
Copa só busca a exibição
Sem base para produzir

A cada geração
O equilíbrio é fundamental
A Herança e a Mudança
Precisam ser proporcional

A Raiz e a Copa
São fontes excenciais
Uma é base e começo
E a outra os finais.

AVÓ, MÃE, TIA E MADRINHA

Quando Deus envia ao mundo
uma criança em seu nascer,
cerca-a logo de mulheres
que lhe ensinam a viver.
Cada gesto de carinho
faz a alma florescer.

Senhoras da minha vida.
Casa, Lar, Ninho e Moradia.

A avó borda a experiência
com ternura e devoção;
conta causos, faz lembranças,
cultiva a tradição.
Seu colo é porto seguro,
seu conselho é direção.

Senhoras da minha vida.
Casa, Lar, Ninho e Moradia.

A mãe é fonte de amor,
é coragem e proteção;
ensina os primeiros passos,
a verdade e o perdão.
No silêncio de um abraço
fala mais que uma oração.

Senhoras da minha vida.
Casa, Lar, Ninho e Moradia.

A tia chega sorrindo
feito um raio de alegria;
é parceira das brincadeiras,
da conversa e da folia.
Mas também sabe aconselhar
com firmeza e cortesia.

Senhoras da minha vida.
Casa, Lar, Ninho e Moradia.

A madrinha faz promessa
diante de Deus e do altar;
recebe um filho do coração
para amar, guiar e cuidar.
Na bonança ou na tormenta,
nunca deixa de amparar.

Senhoras da minha vida.
Casa, Lar, Ninho e Moradia.

Cada uma tem seu jeito,
cada qual sua missão;
uma afaga, outra corrige,
todas dão a mesma mão.
Na união desses cuidados
cresce forte o coração.

Senhoras da minha vida.
Casa, Lar, Ninho e Moradia.

O café feito com afeto,
o remédio e a oração,
o vestido bem cuidado,
o pão quente e o feijão;
tudo ensina à criança
o valor da gratidão.

Senhoras da minha vida.
Casa, Lar, Ninho e Moradia.

A bênção dada à noitinha,
o sinal da Santa Cruz,
a palavra de esperança,
a confiança em Jesus.
São sementes de uma vida
iluminada pela luz.

Senhoras da minha vida.
Casa, Lar, Ninho e Moradia.

Quando a lágrima aparece,
logo chega uma das quatro;
uma enxuga o rosto triste,
outra acalma o desacato.
E o amor transforma a dor
num bonito reencontro.

Senhoras da minha vida.
Casa, Lar, Ninho e Moradia.

Quem cresce cercado assim
leva o bem por onde for;
faz da bondade um costume,
da humildade o seu valor.
Aprendeu desde pequeno
a linguagem do amor.

Senhoras da minha vida.
Casa, Lar, Ninho e Moradia.

Que Deus guarde essas mulheres
como estrelas a brilhar;
são alicerces da família,
são razão para sonhar.
Onde existe esse carinho,
Deus escolhe ali morar.

Senhoras da minha vida.
Casa, Lar, Ninho e Moradia.

AVÔ, PAI, TIO E PADRINHO

Quando Deus manda uma criança
para este mundo chegar,
não lhe entrega só um berço,
nem somente um simples lar;
dá pessoas de confiança
para ensinar e amparar.

Avô, Pai, Tio e Padrinho
são nossa Casa, Morada, Lar e Ninho.

O avô planta a memória
com paciência e tradição;
conta histórias do passado,
fortalece o coração.
É raiz que nunca morre,
é exemplo e direção.

Avô, Pai, Tio e Padrinho
são nossa Casa, Morada, Lar e Ninho.

O pai ensina o caminho
do trabalho e do dever;
mostra que a honra é riqueza
que ninguém pode vender.
Seu abraço é fortaleza
para o filho florescer.

Avô, Pai, Tio e Padrinho
são nossa Casa, Morada, Lar e Ninho.

O tio chega sorridente,
companheiro da alegria;
é parceiro das aventuras,
da pescaria e da folia.
Sem deixar de dar conselho,
faz da infância poesia.

Avô, Pai, Tio e Padrinho
são nossa Casa, Morada, Lar e Ninho.

O padrinho faz promessa
diante do altar sagrado;
assume um compromisso
de seguir sempre ao seu lado.
Quando a vida traz espinhos,
é apoio abençoado.

Avô, Pai, Tio e Padrinho
são nossa Casa, Morada, Lar e Ninho.

Cada um tem sua missão,
cada qual seu próprio jeito;
um corrige com firmeza,
outro abraça com respeito.
Todos deixam na criança
um amor que bate no peito.

Avô, Pai, Tio e Padrinho
são nossa Casa, Morada, Lar e Ninho.

A bênção de cada um
vale mais que ouro e prata;
é riqueza que acompanha
desde a infância mais ingrata.
Quem recebe esse carinho
nunca vive vida exata.

Avô, Pai, Tio e Padrinho
são nossa Casa, Morada, Lar e Ninho.

Se o menino cai na estrada,
logo encontra uma das mãos;
uma levanta o seu corpo,
outra aquece o coração.
Assim cresce homem de bem,
cheio de fé e gratidão.

Avô, Pai, Tio e Padrinho
são nossa Casa, Morada, Lar e Ninho.

A criança bem cuidada
faz do mundo um bom lugar;
leva adiante os exemplos
que aprendeu no seu caminhar.
E um dia será também
quem vai ensinar e amar.

Avô, Pai, Tio e Padrinho
são nossa Casa, Morada, Lar e Ninho.

Que Deus guarde essas figuras
como joias do destino;
são colunas da família,
são faróis do nosso hino.
Onde vivem esses homens,
floresce o amor divino.

Avô, Pai, Tio e Padrinho
são nossa Casa, Morada, Lar e Ninho.