Aviao sem Asa Fogueira sem Brasa sou eu assim sem
Sou simples, sem frescuras, e dou toda liberdade da companheira extravasar sexualmente. Comigo é claro...
(Patife)
*Sou um jovem do passado que vive o presente, com a certeza que no futuro o passado vai estar presente.*
(Saul Beleza)
Parte da minha natureza é tua:
Sou estranho delírio de amor,
Que se declara, e se insinua
No meio de um banho de chuva.
Gotas de chuva deslizam em mim:
Sou brasa declarada que queima,
Que na tua pele insiste - teima
Em cair em completa perdição
Cresci, e o meu nome é paixão.
Porque de tanto lhe desejar,
Respiro de tanto lhe querer,
Escrevo um tanto por nós,
Resolvi te desvendar...
Gotas de chuva amainam em mim:
Sou letra que não se sonega - teima,
Que quando se perde, se encontra
Vira e se desvira - solicita
Reza, espera, confia e vira poesia.
Você previu a minha solidão,
Sou flor solar perdida na duna,
Em busca do teu lindo coração.
Não te acho porque livre não estás,
Estás confinado numa prisão,
Decepcionado com a minha decisão.
Você previu a minha infelicidade,
Pela minha falta de coragem,
De não ter mergulhado de cabeça
Nos braços do amor, nossa eternidade.
Você no fundo me conhecia
Melhor do que eu mesma;
Que na verdade, sempre fui poesia.
Não te encontro, porque me perdi,
Estou confinada nas letras,
E aprisionada na minha ideologia
- demagogia -
Eu deveria ter feito tantas coisas,
Mas não fiz, descumpri e me prendi.
Eu sou o caso mais complicado,
Que vi nesta vida,
Sou a 'tal mosca na sopa',
O 'dedo na ferida',
Sou ferida que não sara,
Dor que não para,
Ferida que não cicatriza,
Poesia que anarquiza,
Chave que liberta,
Loucura sem cura,
Amor que não passa,
Fera que reage mesmo ferida,
Um dia farei-me libertada,
Para de vez libertá-lo;
E resguardados do mundo,
Recuperarmos o nosso projeto
De viver de amor a cada segundo.
Sou um ramo em flor
- sobre a pastagem -
Sobejamente tu me pegas
E coloca-me em destaque
Levando-me sob as tuas regras
É desse jeito que tu me carregas.
Dou um não ao que me afasta
- fujo da tempestade -
Serenamente tu me recebes
E sacia-me como a chuva
Mansa ao teu apelo,
É desse jeito que te recebo.
Vou ao teu encontro
Como a flor desabrochada,
Sedenta e paciente
Para que a chuva caia,
Alimentando a possibilidade
Da semente do amor ser fecundada.
Fazes-me bailar
na noite de cristal,
Sou o teu beijo imortal,
a tua poesia,
Talvez a mais fatal:
a tua profecia.
Harpa celestial
afinada na tua mão,
A mulher nascida
para viver de paixão.
Uma crônica, um verso,
um soneto total,
Nascidos em uma noite
de cristal,
Escritos nos passos
da cortesã,
Típicos do baixo
meretrício,
Ufano-me disto
e daquilo sensual...
Oculta, louca e
indescritível fantasia
Que galopa
cuidadosamente...,
Toco sem perdão,
em carinhos
- repletos e libertos
Além de morar no coração,
Ocupei toda a tua mente,
inteiramente.
Doçura, leveza
e espiritual alegria
Que canta
simplesmente...,
A canção que sai
da mente
Para os lábios
docemente,
E que encanta
o meu coração
Pela sinceridade
evidente.
Amanheço em Rodeio,
- sou andorinha
Em plena afinação
Com o sentimento.
Levada pelo vento,
Alumiada pela luz,
Que vem do teu peito.
Amor secreto amor,
A cada batimento,
Sou a arte em fulgor
Em cada letra,
Sou o teu secreto amor.
Revoada poética de letras,
- só tu me secretas
No passo da música,
Na composição sanfoneira,
- amanhecida
Perfumada com chimarrão,
Colada em teus lábios,
Amando o seu sabor de pinhão,
Santa Catarina é canção,
Que não se apaga,
Que não se esquece,
E que vive eternamente
Morando no teu coração.
Amor secreto amor,
Exaltando a nossa terra,
Sou a tua paixão secreta,
- sagra
A fragrância suspensa,
- ítalo-germânica
Um cadinho minuana,
Você não se engana,
E nem me engana;
Temos um grande patrimônio,
Para desafiar o mundo,
Seguindo sempre em frente,
- Libertados de tudo.
O meu olhar errante te procura,
A minh'alma paira sobre a duna,
Sussurro ao vento:
- Sou tua, tua, tua...
Cada sílaba semitonada flutua,
- perfuma
Transformando-se em música,
Louva, comove e se curva,
- em reverência
Ao Sol que se retira ao leito,
E pela noite que vem chegando,
Tingindo o céu delicadamente,
Com a cor lilás das alfazemas,
Despertando triunfal contentamento,
De atinar-me desse teu amor sedento.
IMPROVISANDO...
Sou apenas um poeta,
uma alma pura e repleta
de paz, amor e poesia.
De tristezas e de alegrias,
de sonhos e de realidade.
Também das ilusões da vida.
POETA É FLOR SACUDIDA
NOS BRAÇOS DA TEMPESTADE.
Sou apenas um poeta, tal qual um jardineiro apaixonado pelas flores que cultiva e que lindamente compõem o jardim da sua vida, a saber, as mulheres.
Sou amante da simplicidade!
E para lhe dizer a verdade
Das poesias,
Que já li
Você é a mais bela,
Que eu já vi...
Na certeza de seu amor disse sim...
Pois, hoje dou minha vida a você, ela pertence a ti, sou tua metade, sou eu que te completo, cuida dessa metade que falta em sua vida. De recompensa terá todo o meu amor e minha lealdade.
Te amo❤️❤️
Sou à favor da paz e do amor. Pois não pago suas contas, não resolvo seus problemas, não choro suas lágrimas e muito menos sinto a sua dor.
Cristo Jesus nos amou, de forma humilde e simples, mas um amor tão puro e poderoso, que todos os dias salva inúmeras almas do mal do mundo.
Parem de guerras, vivam o amor❤️❤️
Mãe em meio a um turbilhão de coisas, minha memória descansa no seu amor.
Grata sou a Deus, por escolher você para ser minha mãe.
Uma mulher quevtofos os dias, brilha com a lição "amor" "paciência" e principalmente com a "fé".
As pessoas te amam e te admiram, por ser sempre carinhosa, receptiva, bondosa e dona do sorriso mais lindo que eu já conheci.
"No fim, sou só um poço de poesias.
Onde se afogou todas as minhas alegrias.
Água amarga, da mais profunda das cacimbas.
Pode ser que, minha felicidade, seja só uma criação minha.
De todas as que já criei, a mais bela das fantasias.
A mais intensa das emoções, infelizmente, não pode ser escrita.
A solidão, torna-me as palavras vazias.
A paixão é uma faca de dois gumes, que têm uma lâmina fria.
Lâmina que fere, e as vezes, nem mesmo o tempo, é capaz de curar as feridas.
Eu tentei ser sua companhia, sua felicidade, sua alegria.
Mas você afogou em mim, todo o amor que, gritava ao mundo que sentia.
O amor que me prometia.
Eu entendo o porquê dessa covardia.
Você descobriu que, no fim, sou só um poço de poesias..."
Sou prisioneiro do que fora dito, escravo do que ficou por dizer.
Sonho com as palavras que ela não disse, meu pesadelo é sem ela viver.
Ser feliz sem ela, ilusão do meu ser.
O ardor que existia naquele olhar, hoje é um todo blasé.
Dor, sofrimento; à minha existência, já não existe mais prazer.
Ver para crer.
Crer para ver.
És a mais bela, és perfeição, és um coral de anjos, mas o que sou sem você?
Pra um amante da razão, graças à sua ausência, até a loucura estou tentando entender.
Em um quarto escuro, devaneio um futuro impossível e escrevo palavras que sei que ela não vai ler.
A cada dia, a cada hora, a todo minuto, eu luto pra aquela lágrima não escorrer.
Enxurrada de emoções, cacimba de desgosto, poço de dor, o que um dia fora o meu bem-querer.
De dentro da cela dessa paixão, fito a janela e não vejo um novo amanhecer.
Longe do fulgor do seu olhar, não me existe um alvorecer.
Para o meu desalento, os grilhões desse sentimento, sou incapaz de romper.
E por isso fiz-me prisioneiro do que fora dito, quiçá, escravo do que ficou por dizer…
Claudia
não me pertenço mais há muito não sou sou meu
me reparto e entrego sou tão seu
e só assim me completo nessa de não ser
me refaço em tuas mãos no teu toque
onde habito agora nos vagos pensamentos
nesse teu cheiro não me pertenço mais
a muito não sou meu
