Aviao sem Asa Fogueira sem Brasa sou eu assim sem
Ela era poesia eu nao sabia ver,
Com uma caneta na mão e um
Caderno nos braços escrevo quando,e onde
Eu vou morrer.
Quem sou eu?
Será que sou um ser-humano
Da terra?
Ou eu sou um alienígena obscuro
De um planeta das trevas!!
Quem sou eu?
Será que eu sou um protóxico
Criado pra sofrer?
Ou eu sou uma arma criada
Para fazer as pessoas se sentirem
Incapazes de saber,poder,querer
Morrer com o pensamento de
SALVAÇÃO tentando escapar do desprezo,da dor de ter Depressão
O que eu quero ser em vida não posso, o que sou ainda não está tão perfeito como queria, mas o que eu sou hoje, dá para viver toda a minha vida que me resta diante de Deus! Esse cara sou eu!
Eu sou a observação
Eu sou a sensibilidade
Sou a tristeza quando sofro
A alegria quando realizo
Sou a dor quando a ignorância grita
Sou a paz e a ausência
Sou a felicidade de alguém quando assim desejo
Sou o perdão quando não julgo
Sou a bondade quando a miséria se mostra
Sou a raiva se a humildade se afasta
Sou a Luz, quando o amor que quero
sou capaz de oferecer
Somos a alma em flor
Em dor
A alma em sangue
Somos a vida na alma
E nela também a morte
Na alma a calma
Angústia e euforia
Somos quem podemos ser
Na ânsia do Ser.
Eu sou o vento que você sente, eu sou a flor que você vê, em tudo que é vida estou presente, até mesmo dentro de você.
Hoje eu vejo... A vida é um fio que me conecta a quem veio antes.
Percebo que nada em mim é por acaso — sou continuação, sou história, sou sonho antigo que se realiza.
Gratidão à minha ancestralidade, que me sustenta, me guia e me faz ser quem sou.
Edelzia Oliveira
Entre o corpo e o pensamento,
o eu hesita, vacila, e se fragmenta.
Não sou apenas carne, nem só razão,
sou o espaço onde o impossível ganha forma.
Neste limiar de dúvida e esperança,
descubro que ser é perder-se,
e que a verdade do ser se esconde
no gesto frágil do instante.
A cadeira que eu uso pra andar é somente pra me levar em frente... Eu busco o meu direito e sei que o preconceito é parte de um mundo doente... EU NÃO SOU QUALQUER UM, Você não é qualquer um.
"Eu não sou aquilo que digo que sou,
Nem aquilo que dizem que eu sou.
Eu sou aquilo que Deus diz que sou.
E nisso, eu acredito!"
Quero ouvir-te discernir a meu respeito!
O teu relato o divergir de quem sou "Eu".
Esclarece-me sobre mim!
Responda aos meus anseios de entender e compreender quem sou?!
O que vês de um "eu", que não sabe de mim.
Vossa explanação, o relato feito por ti.
Mas espero que, como se diz por aí, o ver a olho "nú" o percebido do teu Eu, quem tu encontras em meu "Eu"!
Por fim, ou por início, imagine o ser, aquele, aquela persona observada de fato a partir do teu relato.
Sim!
Por cada análise - O análogo observado do meu eu partir do teu eu.
Este eu, a partir do teu eu, diz mais do observador que do observado.
Uma vez que nem Eu sei quem sou.
Sobretudo sou nada
apesar disso sou eu
e tudo faz parte de mim
porque tudo junto sou eu
Doctorstrangelove
Há de se admitir que eu te ensino muito. E tanto. E você mesmo disse que adora o quanto eu sou um mar vasto que invade as pessoas ao meu redor. De mar, digo que sou onda. Você, menino, observa de longe o efeito do estrago. Se eu te assusto, por que você me admira? É que certamente, antes de mim quase não havia nada de você.
Eu sou o grilhão que prende a liberdade
Sou a pátria enfurecida
A vaidade!
Sou o pesadelo dos que dormem assombrados
Sou o estômago revolto
Revirado!
Por onde eu começo... E tanta coisa que me deixa confusa, na verdade eu sou confusa, eu amo a Lua, eu amo Musica, todos que se entregam a me e eu faço sem querer eles se arrependerem amargamente de terem feito isso, eu sou horrível de fato, um mostro a soltar com feridas e que não se controla e magoa outros, sou uma rosa vermelha com espinho traiçoeiros que podem ti fura se chegar perto de mais, minha Musica preferida e Valsinha de Chico Buarque, e o meu pintor preferido e Van Gogh, escrevo poemas suicidas e desenho aberrações que eu mesmo crio, eu já perdi desculpa não?... não né ? minha cabeça e estranha e eu já vou fazer 15 anos e não fiz nada legal nunca sair sozinha ou ao menos fiz algo que não deveria fazer, eu prefiro receber livros, rosas e facas de presente, sou uma menina louca realmente sou um mistério pra todos, meu silencio pra algumas pessoas e como se fosse a morte pra elas, eu gosto de botas pretas e de Frio o meu e um olhar vazio, ninguém ver, ninguém escutas os gritos os choros as historias os contos os barulhos, eu perdi socorro quem escutou ?... uhh ninguém, eu amo cair de costa na água e ver as bolhas subindo e o céu desaparecendo e como se fosse a morte e eu espero morrer assim, realmente sou louca eu gosto da tristeza e do fato de eu saber que posso morrer qualquer hora...
Você tá achando que pode fazer comigo o que fez com as outras. Só esqueceu de um detalhe: eu não sou qualquer uma, meu bem. Aqui o amor-próprio domina. Se for pra dar restos, pode seguir sua vida, porque eu sei o que eu mereço e não vou me contentar com pouco.
Tá difícil de entender que eu não sou qualquer uma? Não quero restos, metades, vazios. Se não quer oferecer profundidade e intensidade, faça um favor a nós dois e não perca o nosso tempo! 😉
