Autores desconhecidos
Obrigada por tornar os meus dias melhores. Os dias mais felizes são os que posso dividir com você!
Obrigada pelo carinho.
Obrigada pelas palavras doces e o respeito que tem por mim.
Obrigada por compartilhar juntos alegrias e tristezas.
Por me fazer rir nas horas tristes.
Obrigada por existir em minha vida.
Obrigada, meu amor!
"Não me desejem um grande amor de ano novo. Me desejem paz! Porque é isso que eu quero, busco e não abro mão. Me desejem amor-próprio e desapego por essa gente que não sabe se vai ou fica, porque essa instabilidade é sintoma claro de não-amor e eu não mereço isso. Não preciso disso. Não me apresentem seus amigos gatos, os amigos dos seus namorados, o carinha gente boa da academia. Se for pra ser, eu encontro sozinha, eu esbarro nem que seja no ponto de ônibus, nem que seja na padaria. Começar qualquer coisa forçando barra é pedir pra terminar segurando todo o peso sozinha e eu já tô com dor nas costas. Então me dá descanso e não mais problemas. Não se arrepende por mim dos erros que me transformaram no que eu sou. Não me diz como é o certo, como, quando e o que eu devo falar, vestir, sentir, porque eu sou do avesso e se for diferente, deixa de ser eu. Entende? Quem prefere o morno, o raso, a tranquilidade e equilíbrio, fica do lado de outra, não vem querendo me mudar. Porque se eu não fizer tempestades, morro afogada, então se quiser, fica, mas vê se aprende a nadar".
[VAIDADE]
No teu verso
Em miúdos alfanuméricos
O prazo de validade.
Nos meus versos
Em graúdos suspiros
A saudade.
[DESAPONTADO]
.O mundo acabará da luz que emana dos rios e mares que, juntos, se fazem represa dentro de lâmpadas. Muitas. Lâmpadas, muito acima da nuca, próximas ao nunca, leva ao útero a luz. Luz que amarela o caminho das minhas reticências, das ciências. Eis a minha fria preferência aos pontos finais. Pontos finais são amarrados, feito laço bonito, pelos dedos mais bonitos que jamais vi. Bonitos dedos entrelaçados, perfumados por alcalinos terrosos como se, estes, tivessem bonito cheiro. Cheiro veste todo o corpo de agulha e carne, carne fluida de sangue cor dos fins de tardes. Do céu cai chuvas e chaves – e nenhuma de fenda – que pra eu apertar o balé dos meus parafusos que dançam livres e soltos no eixo do desleixo da minha cabeça. Cabeça, cesto fundo para guardar os nexos sujos, todos carcomidos de repetição, sem nenhuma palavra nova, pois – tal como as lâmpadas – na minha cabeça o mundo acaba em luz – e não em pontos finais.
As vezes eu querida morrer
Deixar de viver pra ter paz
Entrar em coma
Queria sair desse corpo e viver com minha alma pelo mundo
Eu tive vontade de te procurar. Mandar uma mensagem de texto, fazer uma ligação ou simplesmente te chamar em alguma rede social. Mas deixa pra lá, o meu orgulho é maior que a saudade. E tudo que eu pensei em fazer, você também poderia ter feito.
O mundo pode se parecer perdido. Mas não há problemas.
Nos contentamos em viver uma realidade tosca e viramos nossos olhos à tudo evitável no cotidiano. E, por conta dessa nossa ignorância, logo nos vemos apontando dedos ao longe e afastando a nossa devida culpa. E, vendo nosso ego crescer, logo esquecemos nosso propósito. E culpamos o outro, culpramos o próximo, culpamos todos.
Nos contentamos em assistir o sofrimento do outro, contudo, sofremos em silêncio, sofremos o descontentamento psicológico que temos medo de expor. E, inibindo esse sofrimento, logo nos vemos no papel de causador de sofrimento, ora em comentários futeis em uma rede social, ora em meio físico. E, não paramos no escorrer das lágrimas de envolvidos. Logo nos vemos rindo, rindo do sofrimento do outro, rindo do próprio sofrimento, rindo de nossa falha.
Nos contentamos a viver com base em erros e acabamos não correndo atrás de soluções. Logo nos vemos presos a essa realidade, nos vemos perdendo a humanidade. E, de modo cego, repitimos o que fazemos de errado de novo, e de novo, e de novo.
Cada dia que passa sentes-se cada vez mais longe de aquela que tomou seu coração, cada vez mais distante do seu sonho, como se algo ou alguma coisa te tivesse a afastar, mesmo estando todos os dias com ela.
"A síndrome do cão que não larga o osso."
A teoria do Cão que não quer largar o osso. Pode parecer complexo, o porque de alguém que não tem mais a presença desejada, se faz presente.
Largar o osso, se trata de abrir mão de alguma coisa, isto é, não estamos falando dos laços afetivos, mas sim do que esses laços proporcionavam, "prestigio, social e status".
Pessoas assim muito apegadas a esse tipo de coisa, é comparada a "cão que não larga o osso", não se contenta em viver sua própria vida, quer viver a vida dos outros.
Eles tentam te botar pra baixo
Dizem que tu é fraco
Dizem que nunca irás conseguir
Mas tu não abaixa a cabeça
Mesmo que ninguem acredite em ti
Tu acreditarás em si mesmo
Mostrarás que és capaz
Calarás a boca de muitos
E se tornarás grande
Porque para quem é forte o impossivel é questão de opinião
E o senhor te guiara
E tu farás valer a pena todo o esforço
"Perdida na amplidão dos ermos, vendo a torrente d'água passar a seus pés, a garça imóvel é a imagem da Dúvida Humana."
Olha que texto maravilhoso...
"UMA XICARA DE CAFÉ"
Um grupo de profissionais, todos vencedores em suas respectivas carreiras, reuniu-se para visitar seu antigo professor.
Logo a conversa parou nas queixas intermináveis sobre “stress" no trabalho, e na vida em geral.
O professor ofereceu café. Foi para a cozinha e voltou com um grande bule e uma variedade das melhores xícaras: de porcelana, plástico, vidro, cristal...
Algumas simples e baratas, outras decoradas, outras caras, outras muito exóticas...
Ele disse:
- Pessoal, escolham suas xícaras e sirvam-se de um pouco de café fresco.
Quando todos o fizeram, o velho mestre limpou a garganta e calma e pacientemente conversou com o grupo:
- Como puderam notar, imediatamente as mais belas xícaras foram escolhidas, e as mais simples e baratas ficaram por último. Isso é natural, porque todo mundo prefere o melhor para si mesmo. Mas essa é a causa de muitos problemas relacionados com o que vocês chamam "stress".
Ele continuou:
- Eu asseguro que nenhuma dessas xícaras acrescentou qualidade ao café. Na verdade, o recipiente apenas disfarça ou mostra a bebida.
O que vocês queriam era café, não as xícaras, mas instintivamente quiseram pegar as melhores.
Eles começaram a olhar para as xícaras, uns dos outros.
Agora pense nisso:
A vida é o café.
Trabalho, dinheiro, status, popularidade, beleza, relacionamentos, entre outros, são apenas recipientes que dão forma e suporte à vida. O tipo de xícara que temos não pode definir nem alterar a qualidade da vida que recebemos. Muitas vezes nos concentramos apenas em escolher a melhor xícara, esquecendo de apreciar o café!
As pessoas mais felizes não são as que têm o melhor, mas as que fazem o melhor com tudo o que têm!
Então se lembrem:
Vivam simplesmente. Sejam generosos. Sejam solidários e atenciosos. Falem com bondade.
O resto deixem nas mãos do Senhor, porque a pessoa mais rica não é a que mais tem, mas a que menos precisa.
Agora desfrutem o seu café! "
Autor desconhecido.
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