vittindelgirls
Rondando pelos vales de poesias, filosofias e pensamentos malukos e sábios, me redescobri, consigo entender as coisas não como erros e acidentes consigo entender as coisas como uma poesia, nem sempre as escrevo mais sempre as invento na minha mente.
Não sei se em algum futuro posso ser um poeta quem sabe, mais idai, como dizia o grande mano brown
"O pensamento e a força criadora, o amanhã é ilusorio porque ainda não existe, o hoje é real.
então não posso dizer que serei talvez um bob marley no futuro, mais que serei um aventureiro com historias pra contar e pensamentos sabios.
não posso te dizer que sou um anjo
até posso ser..
e muito menos que sou um demônio
até posso ser..?
mas posso te dizer que sou um deus
calma ai? eu um deus?
é irmão, como diz na bíblia somos a imagem
de deus...
mais eu também posso ser um deus
porque sinceramente não existe um
ser humano como eu, tenho muitos dons,
sou bom em tudo o que faço, me destaco
sempre, mais idai?.. ser um deus vai muitoo
além disso, aaah já sei talvez eu não seja
um deus, mais sim um arcanjo...
mais oque importa eu ser um anjo,
um demônio, um deus ou um arcanjo...
bom nem eu sei te explicar o porque isso
é importante, mais tenho a certeza
que sou louco como einstein, mas
sempre estando certo.
Minha mente é como um diário velho
abandonado, que foi escrito por Shakespeare
se julgá-lo pela capa, vai achar horrível
mas, se abri-lo, verá que coisa extraordinária.
aos sons de pingos de chuva, trovões
e clarões de raios, vejo que não há solitude,
há momentos íntimos de reflexão para cada um..
a vida é uma dádiva, assim como nos seres humanos,
feitos de carne e osso, mas com realidades diferentes..,
há quem se ache melhor que os outros,
e também há os humildes que são melhor que todos,
mas jamais irão admitir.
o nascer do sol já não é tão mais limpo,
e o por do sol e bem difícil de se ver,
não se sabe se a poluição é no ar, ou em nós mesmos.
vivemos em um tempo, em que o ser humano é o animal mais feroz,
em um tempo onde o leão deixou de ser o rei da floresta, e diz a lenda, que a floresta é liderada pelo desmatamento.., um tempo, em que a civilização urbana, não se importa com o verde da terra, e sim com o "qual é o efeito da selfie de hoje?"
há quem acredite em apocalipse, e também há quem não acredite..,
pense, que não irá haver um dia de apocalipse, mais irá haver um dia que nossa ignorância irá nos matar,
quem não nos garante que a civilização passada não morreu pela ignorância deles também?,
são teorias, e teorias..
mais aí, eu queria mesmo era me mandar..
bom, até mais.
Olhe a realidade:
a maldade predomina.
Olham com maldade
para qualquer mina.
Nos dias de hoje
nem os casais se respeitam.
O mundo mudou
em apenas cinco anos
e a maldade se multiplica.
A fome vira piada
entre os irracionais.
E o leão?
Ruge de fome, de dor, de raiva.
Mas o Leão não era o rei?
Não.
O rei é o homem:
desmata, mata, planta desgraça.
Quem sou eu?
Caminho pelos vales da vida com olhos atentos,
vejo a maldade onde muitos fecham os olhos,
sinto a maldade que acontece nas ruas, becos e vielas.
Escrevo como quem respira
As palavras são minhas armas, meu escudo, meu abrigo.
Falo de injustiças, rasgo silêncios,e exponho verdades.
Não me limito a existir; questiono, transformo, crio.
Cada verso que escrevo é um reflexo da realidade,
Mostro uma ponte entre o que é e o que poderia ser.
Sou um poeta, sem título;
escrevo sobre dores, alegrias e rebeldias,
Diria que sou observador sensível e corajoso
Gosto de desafiar o mundo com minhas palavras,
E me encontro inteiro mesmo entre caos e contradição.
Tia, tia, me ajuda.
— O que você quer, moleque?
Ah, tia… deixa eu pensar.
O que eu quero é viver em um teto
que não tenha goteira quando chove.
Quero poder estudar,
viver como as crianças da minha idade.
Quero correr, brincar, gritar.
Quero gritar de alegria,
e não por causa da morte, tia.
Quero poder lanchar
e não ter que ficar sem almoçar.
Quero poder viajar,
curtir, festejar.
Eu não quero mais trabalhar,
não aguento mais lutar.
Vejo as letras, mas não entendo.
Quero ler e aprender,
crescer e vencer.
— Mas, menino, isso não é uma vida normal?
Eu não sei, tia.
Se for normal,
então eu quero ser normal.
Quero brincar em um quintal,
quero assistir a um jornal.
— Jornal?
É, tia, jornal.
Ver as notícias do mundo atual,
os descasos em um hospital,
a miséria mundial.
— Uau… não sei o que dizer.
Não precisa dizer nada, tia.
Só quero comer enquanto é dia,
pois a noite é dura,
e a maldade está nas ruas.
Gostei da sua palavra, tia.
Quero ser normal.