Ricardo V. Barradas
O principio da imortalidade do espirito é bem mais fácil de entender do que o principio da reencarnação.
A reforma exterior de cada um, é um caminho sem volta que só trás felicidade se for conduzida espiritualmente com uma reforma interior.
A teoria da cor continuará a ser escrita até o momento que as cores vibrarem e incorporarem luz e som.
Durante uma democracia podemos clamar por uma ditadura mas numa ditadura não podemos nem sonhar com uma democracia.
A depressão encontra sua antítese na oralidade entre os iguais devido a reverberação mas quando o depressivo se vê isolado, emudece por não existirem ouvidos, as duvidas submergem na pele, adoece se na mente e as chagas na carne aparecem sem controle clamando atenção e observação.
A nova juventude da geração 5 G no mundo inteiro, exercem uma falsa liberdade destrutiva, não mais protestam pelo errado de forma pacifica mas impõem seus alertas gerando o caos e prejuízos materiais e imateriais em
tudo que existe.
Ainda acredito na construção imaginaria de um Grande Farol Branco nas nuvens para que durante o dia, guie os nossos sonhos e a noite mais resplandecente possa guiar e orientar os cometas que rasgam o céu e as estrelas.
As cores em nossa vida são magicas não só pelas tonalidades mas acima de tudo pelas suas vibrações.
A palavra diamante vem do grego " adamas ", que significa indomável, pois durante muitos séculos, foi uma gema não lapidável mas descobriram que ele só se dobrava a si mesmo. Seguindo isto, assim devem ser nossos sonhos, indomáveis só permitindo a serem realizados e adaptados por nos mesmo.
Todo ser politico eleito pelo povo brasileiro, deve fazer obras publicas e fomentar politicas publicas de governo para o Brasil. Não cabe mais de nenhuma forma optar pela simpatia com recursos próprios brasileiros, dando apoio ou qualquer auxilio, a qualquer lugar e governo alienígena. O Brasil precisa do Brasil.
Tempos difíceis de insensatez, veio com o advento das academias de musculação, a cultura hedonista do super corpo, cresceu o numero de mulheres bonitas, pouco letradas mas com incontroláveis soberbas. A super exposição nas redes sociais, tornam a maioria delas por fotos com poses em lugares famosos, ilustres famosas desconhecidas. Os sonhos de consumo cada vez mais alto e amores utilitários milionários, sem noção do quanto custa ganhar cada moeda, parece me que todas querem sofrer de solidão e crise existencial do mesmo jeito, em Paris, com um "modelito" da Chanel afogando sua melancolia com uma bela taça de cristal Bacarat, bebericando um Château Lafite-Rothschild de 1868.
Em qualquer ocasião e sob qualquer pretexto, sempre serei um de vocês mas de forma alguma e pela inexistência natural, qualquer um de vocês não conseguirá ser um de nós.
A nova geração de adolescentes golpistas pela internet, não tem o menor arrependimento ou controle das vitimas de boa fé, que caem. Geralmente mudam as imagens com muita facilidade, optando por perfis cada vez mais inocentes e frágeis mas as historias são sempre as mesmas. Muitos na sociedade chegam a pensar que estes golpinhos do celular, via "pix", vem de dentro dos presídios mas na verdade não vem. São feitos sim por filhos e filhas da baixa classe media, que como robô consumidores de aditivos e escravos sexuais sem pudor, freqüentam descolados um dos morros e as comunidades de baixa renda, dominadas pelas milícias e o narcotráfico nas periferias dos maiores centros urbanos.
Sou apolítico partidário, as únicas politicas que tenho interesse são as publicas referentes a educação, arte e cultura. No entanto me entristece ver o nosso continente nacional brasileiro tão dividido, polarizado meio a meio, parece me que uma metade do Brasil vive em uma atmosfera e a outra vive na outra, com valores, aspirações e nacionalismo bem diferentes. A unidade histórica sempre nos manteve livres e soberanos, diante do resultado do ultimo pleito eleitoral presidencial, tenho medo.
Envergonho me por viver neste tempo utilitário, sem ética, sem moral, sem princípios familiares, sem honestidade, sem temor a justiça dos homens e a de Deus. Tempo de declino de humanidades, falência da sociedade e lendas marginais, subjugadas impunes passam a mais valer.
Lutei no passado pela a anistia ampla, geral e irrestrita mas quando ocorreu a esquerda, os revolucionários e os exilados, cobraram justiça com as comissões da verdade, num rancoroso revanchismo traiçoeiro. Agora numa eleição presidencial com resultado polarizado apertado, a esquerda diz em palavras de amor que terá governança em união para uma só nação mas a retaliação ocorrerá, traiçoeiramente de novo. A nossa bandeira será maculada de vermelho do sangue, das lutas dos filhos contra os pais, dos miseráveis contra os empresários, dos ateus contra os religiosos e os libertinos sociais sem moral entorpecidos irão afrontar contra os mais letrados tradicionais. Não existe perdão e nem esquecimento, entre os errados vencedores quando estão no poder. Que Deus proteja o Brasil.
Demagogos revanchistas rancorosos hoje relembram das 687.962 vitimas da Covid-19 no Brasil durante o governo Bolsonaro. Vitimas por fatalidade de uma pandemia nova internacional, onde tudo era experimental. Além do mais muitas mortes ocorreram no planeta inteiro e em alguns lugares infelizmente proporcionalmente bem mais do que aqui. Eleitores do ódio, disfarçados em amor, iniciam a perversa e injusta retaliação.
A maior gloria dos vencedores é sempre respeitar e não retaliar o oponente perdedor. Distante disto não há vencedor e todos os lados, muito perdem.
Todo aquele que se posiciona categoricamente no presente por um fato que ainda não ocorreu, ou tem um relógio diferente, subestima todas as leis do universo, ou pior ainda é um idiota arrogante pois não reconhece o poder e a vontade independente de Deus.
O que mais me entristece é saber que a humanidade insegura, cada vez mais nestes novos tempos líquidos, tem por mérito e culpa se omitir calado por medo de ser correlacionado, perante todas as maldades, as injustiças e as não respeitabilidades.
O declínio de uma sociedade imediatista se estabelece, quando a festa da chegada é bem maior, mais freqüentada e mais calorosa, do que da restrita festa de partida.
A vida a dois, é feita de carinhos e encontros mas alimentada prazerosamente por inusitadas leves perversões.
