Ricardo V. Barradas
Pelos mares e as marés todos os dias, das injustiças sociais, da miséria e da fome, temos alguns sonhos. Sonhos estes que são sonhados acordados, gerados pelo nosso inconformismo natural diante do que de fato acontece. Quero crer que alguns destes sonhos inspiradores, aos poucos tornem se projetos para equilíbrio, da vida digna e menos violenta, para um numero cada vez mais crescente de invisíveis.
Vivo aparentemente isolado mas meus movimentos são repletos de cores. Cores estas de minhas infinitas conexões vibratórias e freqüências atemporais espirituais, visíveis e invisíveis que celebram a vida com o verbo do bom, do bem e do belo, generosamente em abundancia a todo momento por todo universo.
A arte contemporânea por buscas primaz de cores puras e criações diretas essenciais supervaloriza automaticamente a arte primitiva e ingênua.
Em um mundo massificado e globalizado a arte primitiva é o que existe de mais unitário, personalizado e erudito.
Para quem lhe quer receber um olhar é uma das melhores frases a dizer e com um breve sorriso responder.
Amo as verdades mas reconheço que em alguns momentos críticos da vida para quem amamos, a mentira foi inventada para o bem. Afinal quem tem a absoluta certeza onde é o inicio e onde será o fim.
O Império do Meio se acha o povo original do planeta e não possui aliados de forma alguma. Eles tem peões do grande tabuleiro, que estimulam a decadência e a submissão. O primeiro foi a Rússia e o próximo será a Coréia do Norte. Antes do expansionismo ocidental.
Com advento da internet e das mídias digitais por uma esquizofrenia coletiva entre a dor e o medo temos bem mais a construção de personagens belos e sedutores do que seres humanos com personalidades generosas e saudáveis.
Neste nosso século a vitima social se torna carrasco impetuoso e não respeita valor algum para revidar na vida seus doentes objetivos.
A internet sem limites entorpece bem mais que qualquer droga sintética alucinógena inventada pelo homem.
A incivilidade, a brutalidade, o egoísmo e o desrespeito pleno as naturais emoções me assustam em muito hoje, perante todas as humanas relações.
As boas enciclopédias para pesquisas foram para os sebos para serem vendidas a peso pois hoje na modernidade digital temos respostas inexatas, fictícias e fantasiosas, para tudo nos mecanismos de busca da internet.
A arte da guerra define por si só quem nasceu para ser um estadista, um pacifista, uma vitima e um mero soldado.
Nenhum conquistador de verdade trava uma guerra sanguinária por um lugar ao preço da conquista a possuir entre escombros todo ele destruído.
O oponente cego pela embriagues da vaidade ao não planejar estrategicamente com cautela uma ação, se depara com um opositor forte, entre uma legião de heróis e uma união cultural popular imbatível.
As pichações pelas cidades é uma arte gráfica muralista pois revelam os inconformismos emudecidos politico liberal e social tribal dos esquecidos, marginalizados, diferentes e invisíveis.
O mar da tranqüilidade é privativo de quem da valor a tudo na vida e ama a todos com a mesma medida.
Em tempos modernos, o melhor vendedor não é aquele que vende mais. O melhor vendedor é aquele que orienta o comprador a melhorar na busca do que ele realmente precisa.
A crise humanística e valorização das imagens do século vinte um consegue e prefere super valorizar a arte primitiva e ingênua do que revisar e valorizar a arte moderna e acadêmica.
O esporte hoje mundialmente passou a ser um jogo econômico e politico do que um saudável meio universal de confraternização e competição.
