Ricardo V. Barradas
Serviço profissional na arte, de graça por escusos interesses, não poderá reclamar. O barato sai caro.
A maior e mais forte magia hermética desde os tempos mais remotos da antiguidade esotérica, exclusiva dos iniciados, é amar e fazer o bem sem saber a quem.
Juridicamente e Humano, não acho que o filhos sejam propriedades dos pais. Creio sim que a tutela deve ser concedida aos pais ou a um deles ou responsável de preferencia familiar, desde que tenham sanidade, bom senso e responsabilidades. No entanto, diante de um quadro de loucura, maus tratos, abandono, falta de responsabilidade, o estado democrático de direito e humano deve ser soberano e revogar o pátrio poder. Em favor da criança.
Nem todos os Barradas, não são Barradas de verdade mas os que realmente são Barradas, são Barradas pela liberdade, pela bondade e para a eternidade.
O perdão e a compaixão que não atenua as dores de retorno no meu inimigo, fere e queima a fogo no meu coração.
A pobreza original na maioria das vezes não se relaciona com a crise moral muito pelo contrario mas quando existe uma desaceleração de consumo por falta de oportunidades e trabalho frente a um ex habito adquirido, em uma achatada classe media social, a decadência moral é desastroso e inevitável.
Busca se valores e o dinheiro naturalmente é acrescentado mas quando se busca o dinheiro e não se tem valores naturalmente também ele é subtraído.
O querer obedece toda uma exigência social, cultural, conveniente e compatível segundo padrões especulativos inexatos mas o amar é bem diferente, o amor verdadeiro não segue regra alguma é uma virtude plena e certa de dois espíritos que se querem e se completam, independente das humanas convenções.
A pior parte do amor e da compaixão é que nem todos amargurados estão preparados, para enfim, receber.
O maior pecado mortal na vida de alguém ocorre quando estamos diante de um infortúnio na vida de outrem que onde podemos fazer o bem e por egoismo, medo e insegurança, não fazemos.
Cada vez mais por tanto sofrimento, perpetua se o difícil contra movimento na sexualidade humana contemporânea, de se ter prazer quando, se oferece amor, carinho e se da prazer.
O mais curioso dentro da atual pandemia mundial são os novos hábitos ocidentais adquiridos, já praticados de forma tradicional pelos orientais a muitos anos. Como o uso de mascaras em publico diante de uma doença. Os sapatos deixados na entrada da casa. O cumprimento por reverencia sem qualquer contato físico. O uso de toalhas quentes esterilizadas durante as refeiçoes. Agora uma pergunta que não quer se calar, uma simples coincidência ou uma adequação da cultura oriental para o mundo inteiro,
nestes novos tempos.
O amor é em essência uma generosa descoberta e ao mesmo tempo uma grande aflição de revolta, quando não estamos previamente preparados. Algumas pessoas, descobriram por tão pouco que me amam tão intensamente que por conta disto, passaram a me odiar de forma contraditória pelo resto de suas vidas.
Entre o grande amor. Felizes são aqueles que por medo e sanidade conseguem administrar o gostar entre os seguros limites.
A arte não é o bonito que combina com o sofá. A arte é a linguagem de impacto, do falar das emoções e devaneios existenciais presentes na vida que nem toda oralidade e toda sonoridade ainda foi capaz de intuir e submergir.
Bem mais que ser diferente do que existe no Brasil de hoje, o mais importante é mostrar que é sim possível tudo mudar e com o coração puro sem nada barganhar, espalhar e semear mudanças.
Uma das coisas que mais me orgulho, mesmo em completo silencio, é que o mundo seria bem mais fácil e superficial, sem mim.
Ao contrario que muitos pensam, o estudo cultural e o conhecimento social não gera maior importância a ninguém e sim sempre maiores responsabilidades, principalmente com o ambiente carente dos invisíveis.
