Raposa ( Igor Improta Figueredo)

Encontrados 16 pensamentos de Raposa ( Igor Improta Figueredo)

Quando um castelo é construído com colunas de papel uma brisa do norte que seja o derrubará!

Raposa ( Igor Improta Figueredo)
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Conheço os humanos não pelas suas falhas, mas sim pelos meus defeitos!

Raposa ( Igor Improta Figueredo)
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O fim de um amor não quer dizer que ele nunca existiu...
O fim do amor é a prova de que ele não foi suficiente para "sobrexistir"!

Raposa ( Igor Improta Figueredo)

Uma nova vida não te faz esquecer da velha!
O fim de um caminho não te faz esquecer do começo!
A vida te faz temer a morte porque a morte é o descanso da vida!

Raposa ( Igor Improta Figueredo)
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Feche os olhos toda vez que um vento forte passar, você não sabe o que vem de carona com ele!

Raposa ( Igor Improta Figueredo)
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Até Deus quando viu que o vírus da maldade corroía o mundo formatou a terra e fez backup!

Eu voto sim, para a pena de morte!

Raposa ( Igor Improta Figueredo)

É essa variação de sentimentos nos humanos que me deixa enojado!
Ora agem por instinto, ora por razão, ora por impulso...

Antes viver como as flores do vale de cima da colina!
Chuva, Sol, Ventos... Ainda sim são alegres e vivas!

Raposa ( Igor Improta Figueredo)
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Se existisse um conta gotas da alma eu retiraria gota por gota o amor que eu sinto por você, até não restar uma gota, até que as gotas de lágrimas cessassem!

(Raposa)

Raposa ( Igor Improta Figueredo)
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Olhe para cima e veja!
Um tijolo aqui, uma ferramente ali.
Eles constroem, consertam, empilham...

Olhe para os lados agora!

Um tijolo ali, uma ferramenta aqui, eles destrói até que o ar vire ruína!

(Raposa)

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A: É escuro ainda...
B: Mas já é manha!
A: É escuro ainda...
B: Mesmo pela manha?
A: É escuro ainda...
B: O sol brilha!
A: É escuro ainda...
B: Não entendo!
A: A escuridão está nos olhos daqueles que não enxergam o mal que eles alimentam, o veneno que eles consomem, o ar putrefato que eles mesmos respiram!

(Raposa)

Raposa ( Igor Improta Figueredo)

É necessário expulsar esses demônios da minha alma antes que eles a destruam...
É complicado não falar nada, mas é melhor deixar o silencio reinar diante de tudo isso!
O Desabafo que deságua de mim diante de seres tão iguais não alivia muito a dor, porém seve de placebo enquanto espero uma audiência com o supremo!

Raposa ( Igor Improta Figueredo)

Eu prefiro pensar do que sentir!
Quando eu penso eu racionalizo, a frieza me toma e a verdade de um bem maior me domina!
Quando eu sinto sou tolo, impulsivo, erro, choro...

Pena que sou humano e nem sempre posso decidir se sinto ou se penso

Raposa ( Igor Improta Figueredo)

"E a terra era sem forma e vazia!"

Ainda continua vazia!
Vazia de amor, vazia de justiça...

(Raposa)

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Inserida por IgorImprotta

Biografia

Nascido em 07/05/1960 no interior da Bahia (Local ainda desconhecido), conhecido na sua terra natal como Raposa, pelo seu costume de andar no mato quando criança caçando pequenas aves e por roubar galinhas no quintal dos vizinhos, costume o qual perdeu quando foi morar com sua tia na capital Salvador – BA.
Eberaldo Martins nasceu e cresceu num ambiente hostil, duro para se viver. Sua mãe Augusta Martins morreu quando Eberaldo tinha 19 anos, forçando-o a ir morar com sua tia, terminando os estudos na capital aos 23.
Sem nenhum curso de graduação Eberaldo começa a escrever seus pensamentos, tenta ser colunista em um jornal, mas com o seu baixo nível acadêmico não consegue.
No auge dos seus 51 anos, Eberaldo descobre a internet, então passa a ter como seus leitores os internautas.

Raposa ( Igor Improta Figueredo)
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Tive varias paixões de todas delas me esqueci, mas não há amor maior do que meu amor pelas letras!
Cada virgula e ponto; Cada exclamação!
Queria dar mais de mim...
( Raposa )

Raposa ( Igor Improta Figueredo)
Inserida por IgorImprotta

Tive varias paixões de todas delas me esqueci, mas não há amor maior do que a vida que eu vivi!
Correndo por esses campos, colhendo os frutos da terra...
Me apaixonei pelo seu encanto, o cheiro forte da relva.
Com um “badogue” pendurado na cintura e uma mira certeira.
Todas as pombinhas que eu via iam parar assadas na fogueira!

Não tive sapatos bons, muito menos esses tênis de marca!
Mas acredite meu amigo, o medo já me fez andar poucos passos sobre as águas.
O sal grosso já atingiu o meu traseiro,
O chumbinho já me passou raspando!
Foi aquele vizinho traiçoeiro,
Que me pegou roubando!

Era divertido aquele tempo, mas eu não posso me esquecer,
Aquelas noites mal dormidas por não ter o que comer!
Minha mãe muito debilitada não conseguia esconder,
O câncer a destruía e foi triste vê-la morrer!

A cidade grande não era muito agradável, pouco eu tinha o que fazer...
Abandonei meus amigos, minha antiga vida. Muito eu tinha o que aprender!
Logo arrumei trabalho e a noite eu estudava.
Ir para a escola era difícil, cansado do trabalho exaustivo, o sono me abraçava.

Conclui o segundo grau e sei que isso não é o bastante...
Mas sem dinheiro para pagar uma faculdade como eu seria um estudante?
As Universidades Federais eram/são complicadas de mais para ingressar, lembro-me do fraco ensino das escolas pública, não daria nem para cheirar a prova do vestibular!

O meu sonho é e sempre foi cursar Letras, mas isso eu ainda posso fazer...
Hoje me sobra tempo, eu não tenho mesmo nada a perder!
Filhos criados e uma esposa que sabe se cuidar;
Um dos filhos é promotor e não para de trabalhar.
Eu já disse: “A vida é curta, cuidado para não abreviar!”.
O outro é um artista do meio musical, não ganha muito, mas é feliz, sempre de bom astral!
Às vezes precisa de uma ajuda, e eu como um bobo pai empresto aquele “real”.
Nunca recebo de volta, mas a mim não faz mal!

Minha vida é e foi sempre assim simples, e da mesma forma, simples, é que eu escrevo!
Um pouco da minha vida escrita em singelos versos,
Sou o sonho de um, a vida de um, um escritor sincero!

Eberaldo Martins o seu amigo Raposa.

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