Nildinha Freitas

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⁠Com que atitudes eu corrijo os meus desacertos?
Com qual desacerto eu aprendi a acertar?
Quando foi que eu me percebi vilão na vida do outro? Será que isso já aconteceu?
Com que frequência eu me realinho, me reconheço humano e falho?
Na busca de me encontrar, qual é o meu atalho?
Nildinha Freitas

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⁠Com que frequência você se realinha, se reconhece humano e falho?
Na busca de se encontrar, qual é o seu atalho?
Nildinha Freitas

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Plantei jardins e colhi beija-flores.

Nildinha Freitas ⁠

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⁠Eu entendi com o passar do tempo que não adianta discutir com quem não vai me entender. Não adianta querer que os outros se sintam empáticos. Eu entendi que, na maioria das vezes, é cada um por si e nada mais. Vejo um mundo distante do ideal; ninguém se importa em combater o mal e tudo parece frio, congelante e distante.
Nildinha Freitas

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⁠Entre todas as coisas boas ou ruins que eu fiz, as que não fiz foram piores.
Nildinha Freitas

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⁠No fundo, ninguém sabe o que se passa dentro de cada um. Ninguém tem o direito de condenar ou julgar; talvez tenhamos apenas o pequeno direito de tentar ajudar.
Ninguém sabe o que se passa dentro de mim: as noites mal dormidas, as despedidas, os reencontros.
Ninguém sabe o quanto dói quando a luz se apaga.
Ninguém sabe o que me faz sorrir quando o sol se põe.
Ninguém conhece a minha alegria, nem a minha dor.


Nildinha Freitas

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⁠Quando escrevo, tudo o que escrevo, escrevo pensando mais em mim. Tudo o que eu falo é meu!
Nildinha Freitas

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⁠ O que de mim ficou

Dentro das muitas que de mim já fui, dos amores que já vivi, das pessoas que deixei ir e daquelas de quem parti.
Dentro de todas as coisas que sou, das que deixei de ser, das que ainda pretendo, porque quero muito viver.
Dentro de tudo, de tudo o que até aqui produzi ,de tudo o que deixei para trás, que desmoronei, demoli.
Tornei-me a melhor versão daquilo que construí.
Eu sei que não sou perfeita, tenho erros incontáveis, mas posso dizer com certeza que procurei ser a melhor.
Até aqui, tenho feito da vida alegria, esquecido o que dói, amado o que vale a pena, seguindo feito reticências no final de um poema...

Nildinha Freitas

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⁠A vida é feita de traços certos até que almas se encontrem.

Nildinha Freitas

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⁠O que sou é um verbo em construção.

Nildinha Freitas

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⁠Tudo o que eu já atravessei

Eu já atravessei mares – mares altos e mares baixos. Já atravessei tornados, tempestades, dias difíceis e dias que pareciam não ter fim. Já atravessei dores intermináveis, já atravessei vazios existenciais, já atravessei o sim e o não, já atravessei a solidão.
Mas também já atravessei sorrisos, alegrias, dias de sol, pores do sol, o sol em tantos lugares diferentes. Eu já atravessei o sorriso de uma criança me dizendo que me ama sem precisar de palavras. Já atravessei o abraço da minha avó, o abraço da minha mãe, o olhar do meu pai dizendo “fica, não vai”.
Eu já atravessei tanta coisa boa que o que foi ruim é apenas uma parte da história.


Nildinha Freitas

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⁠Mulher de muitas moradas

Às vezes eu tenho a sensação de que existem várias partes de mim dentro de mim mesma.
Quase ninguém conhece, mas eu conheço.
Eu moro dentro de mim!
Dentro de mim tem aquela que gosta do silêncio, que prefere quando não há barulho algum.
Tem aquela que gosta da solidão, mas também aquela que ama a multidão!
Tem aquela que gosta de ver gente, de sentar na calçada e ter aquela conversa boa, simples, que aquece a alma.
Dentro de mim mora aquela que escreve, aquela que lê.
Tem aquela que cala, mas também aquela que fala!
Existem tantas partes dentro de mim.
Tem aquela que quer reviver o passado, mas que, por algum motivo, apagou da memória.
E dentro de mim existe aquela que segura firme a caneta da própria história!

Nildinha Freitas

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⁠Mais uma vez

O ego, às vezes, é direcional. Ele motiva você e a mim a conquistar o que sonhamos.
E eu estava pensando aqui: acho que consegui tudo o que sonhei para a minha vida. Eu já alcancei.
Alguém pode até dizer: “Mas você não tem do jeito que o outro tem.” É que eu não sonhei igual a esse outro.
Com o passar do tempo, fui evoluindo um pouco mais. Comecei a entender que, depois de uma quase-morte, a vida é muito mais do que coisas.
Sim, eu ainda gosto de coisas. Gosto de carros. Gosto de uma casa confortável. Gosto de motos de alta cilindrada — daquelas que meus pés alcançam o chão.
Gosto de perfumes bons. Gosto de roupas legais. De tênis da moda. Gosto de um monte de coisas.
Mas, sim, cheguei no lugar que sonhei. E preciso acreditar — ou talvez colocar dentro de mim — que posso sonhar mais.
Estou feliz assim, e só me falta uma coisa. Mas ela está por vir. Está quase chegando.
Então, não tenho mais sonhos urgentes. Não carrego mais tanta missão.
O resto é só: viva, viva, viva.
Porque viver é isso.
Será que o meu ego está morrendo, ou estou indo junto com ele? Ou será que nasci de novo, mais uma vez, mais uma vez, mais uma vez?

Nildinha Freitas

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⁠Eu confesso.

Durante muito tempo na minha vida, eu disse sim quando queria dizer não. Disse sim para manter pessoas por perto. Disse sim para não ser deixada para trás.
Hoje, quando é não, é não. Quando é sim, é sim.
Durante muito tempo, eu vesti máscaras para agradar todo mundo. Hoje, eu respeito todo mundo — mas agrado a mim mesma.
Aprender isso foi difícil. O mundo cobra da gente uma atuação constante. Cobra que sejamos sempre agradáveis, adaptáveis, sorridentes. Mas, de umas duas décadas pra cá, eu não sou mais a mesma.
E eu tenho dito sempre, com firmeza: agora sou eu em primeiro lugar.
Não estou reafirmando isso porque preciso provar algo. Não é sobre ser diferente, ou melhor. Até porque eu nunca fui uma pessoa má.
Eu sempre acreditei nas coisas certas, honestas, direitas — sem precisar ser chamada de cidadã de bem. Porque ninguém é.
Eu sigo escrevendo essa história todos os dias. E, agora, quem segura a caneta sou eu.
Nildinha Freitas

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É gratificante acordar e ter a certeza de que, apesar das inconstâncias da vida, tenho feito o melhor que posso, com aquilo que tenho em minhas mãos.
Acreditar que o futuro que me espera acontece no instante presente, no aqui e no agora.
Sigo com esperança no coração.
Um passo, outro passo, e fim.

Rótulos.


Desde que me reconheço como ser humano, fui rotulada por pessoas que sempre quiseram me pressionar a me calar, a me deixar em um lugar que nunca foi e nem será meu. Recebi o rótulo de complicada demais, de difícil de lidar; daquela que fala mais do que deveria e que se cala quando poderia falar.
Hoje, sou grata por todas as vezes que me rotularam, que tentaram me fazer desistir da minha autenticidade humana. Só o fizeram porque temiam a mulher que sei que sou! Aprendi a respeitar todo mundo, mas não aceito o desrespeito de ninguém; este é o motivo de tantos rótulos pairando sobre mim.