Nexamos

1 - 25 do total de 59 pensamentos de Nexamos

Tudo está fadado a destruição.

Inserida por Nexamos

O espírito fala primeiro no silêncio, depois nos sonhos.

O verdadeiro chamado espiritual não acontece quando tudo está bem, mas quando a alma, cansada de fugir, decide finalmente escutar o que a dor vem tentando ensinar em silêncio.

A Terra não fala em palavras, fala em ciclos; quem não respeita o tempo das coisas acaba se perdendo dentro de si mesmo.

A cura não surge do desejo de eliminar o sofrimento, mas da coragem de sentar ao lado dele, reconhecer sua mensagem e permitir que ele transforme o que já não pode continuar igual.

O xamanismo não é fuga da realidade, é um mergulho tão profundo nela que o espírito reaprende a caminhar em harmonia com o invisível.

Toda jornada espiritual verdadeira começa quando o ego perde o controle e a alma assume o comando.

O silêncio não é vazio; é um espaço sagrado onde o espírito finalmente pode ser ouvido sem interferências.

Aquilo que chamamos de escuridão muitas vezes é apenas um útero simbólico, preparando o nascimento de uma consciência mais madura.

A alma adoece quando vive desconectada da Terra, do corpo e de sua própria ancestralidade.

Não existe sabedoria sem atravessar confusão, nem consciência sem aceitar o desconforto do autoconhecimento.

Honrar os ancestrais não é repetir seus passos, mas caminhar com consciência sobre o chão que eles sustentaram.

O ritual não começa com instrumentos, começa com intenção; tudo o que vem depois é apenas forma.

Despertar não é adquirir algo novo, é lembrar lentamente quem você sempre foi.

O espírito cresce nos intervalos entre uma queda e outra, onde a humildade substitui a ilusão de controle.

A verdadeira espiritualidade não promete atalhos, ela ensina a caminhar com presença.

Quem aprende a escutar a natureza descobre que ela responde antes mesmo da pergunta ser feita.

Antes de pedir cura, o espírito precisa consentir em ser visto por inteiro, pois nenhum ritual funciona enquanto partes da alma continuam escondidas pelo medo.

O ritual começa quando o tempo desacelera, o corpo se aquieta e a intenção se torna mais verdadeira que qualquer palavra pronunciada.

Não se atravessa um limiar espiritual com pressa; cada passagem exige entrega, presença e respeito ao invisível que sustenta o caminho.

A dor que chega durante o rito não é inimiga, é guardiã; ela testa se o coração está preparado para receber aquilo que foi solicitado.

Nenhuma transformação acontece sem que algo seja simbolicamente deixado para trás no fogo da consciência.

O silêncio ritual não é ausência de som, é alinhamento; nele, o espírito encontra espaço para reorganizar aquilo que estava em desordem.

Viver exige presença; quem passa pelos dias no automático acaba se perdendo de si mesmo sem perceber.

A vida não pede perfeição, pede coerência entre o que você sente, pensa e faz.