Maria Almeida
Às vezes rio de mim, às vezes sorrio para mim, pois chega a ser engraçado como uma pessoa, sozinha e levemente feliz, consegue fazer a festa, lançar os foguetes e apanhar as canas.
O meu pensamento ilumina-se sempre de ti, mesmo quando rodeada de pessoas, os mesmos círculos ou outras esferas.
Quando me deixares pintar o teu rosto, os teus lábios já terão suavemente roçado os meus e já a tua alma intensa repousará na intensidade da minha.
Não existe nada mais importante do que se ser feliz, pois só vivendo uma felicidade plena e própria se poderá ajudar a construir um mundo melhor e se poderá livremente contribuir para o reforço do bem-estar dos outros.
Cada um de nós é o arquiteto de si mesmo, criador da sua própria felicidade e um eterno aprendiz do sentir e do fluir, uma centelha de luz dentro da qual vive tudo o que é necessário para realizar e sentir-se bem e feliz, fomentando a positividade e contribuindo para a felicidade e a paz de tudo e de todos.
Dividir tempo, planos e espaços é contribuir para o bom relacionamento de cada um com cada qual e fomentar a ocorrência da energização, do equilíbrio emocional, da saúde, da amizade e da criatividade.
Deus, Javé, Jeová, Yehowah, Yahuh, Há Shem, Allah, Deus, somente Deus como o Altíssimo, o Universo e a fé que me guia sem limites, porque sei que dentro de mim tenho o poder do bem, da leveza e da alegria e, como tal, a capacidade para materializar o que desejo. Que seja o que tiver que ser, com simplicidade e com determinação, e que eu possa ser sempre o que sou, para continuar a acreditar em mim e continuar a assumir a própria vida, assim como a de viver uma vida maravilhosa com os outros, partilhando pensamentos e ações com emoção, desejando que aconteça com eles toda a positividade que acontece comigo, na saúde, no amor e no bem.
Que a nossa paz nos fortaleça, que a nossa amizade e o nosso amor nos aconcheguem, que a minha alegria harmonize as energias boas na sintonia pura das tuas, e que a nossa felicidade contribua para intensificar o nosso valor e a nossa união eterna a Deus.
As dificuldades não são mais do que oportunidades para fortalecerem a própria confiança, bem como para reforçarem a fé nas possibilidades da vida, do mundo e da alma das pessoas.
Continuo a apaixonar-me. Não tem como esconder. Às vezes sorrindo, outras vezes confundindo-me. Às vezes é prazer, às vezes é dor. Às vezes é abrigo, às vezes é tempestade. Às vezes é tranquilo e às vezes é relâmpago. Nunca senti assim. Não sei o que é. Não sei até onde vai. Só sei que vivo. É Sol e Lua ao mesmo tempo. É rio e mar em simultâneo. É fogo e água em uníssono. É tudo o que não tem nome. É tudo o que há-de vir a não ter nome. É amor. É saudade. É vontade. É amizade. É fé. É loucura. É abraço e ternura. É tudo junto. E o junto que não disse. E sei que sinto esquisito. Mas é assim que sinto.
O Japão é abundante em curiosidades. E, sem dúvida, a ética presente na sua cultura é o que mais me fascina, pelo seu sentido de luta, perseverança e superação, pois o caráter real de um povo revela-se perante as calamidades que assolam o seu país.
“Se eu cair sete vezes, oito me levanto.” – Nanakorobi Yaoki.
“Não importa quantas vezes é derrubado, você se levanta de novo.” – Nana korobi okiya.
Possamos seguir este exemplo único de resiliência, quer connosco próprios, quer relativamente aos outros, em forma de cooperativismo, solidariedade, benevolência e bondade.
Sonho com um mundo assim.
Tu és a pessoa mais doce que conheço, o homem mais humilde do mundo e a criança mais merecedora de amor e eu adoro tudo em ti.
Depois que se desnuda e se une a nossa alma a Deus, nenhuma atribulação a fará tremer, porque ela passa a ser unicamente essência, luz, fé, gratidão, humildade, paz e amor.
De certa forma, espantam-me os relatórios quânticos em que a realidade cósmica de uns (umas) é tecida à revelia da sua própria existência, um paradigma que faz sorrir a minha própria alma espiritual – cujo substrato só eu continuo a conhecer e cujo pensamento não aplico naquilo que me mostram e sim naquilo que verdadeiramente vejo - principalmente, quando, em comparação, algumas outras realidades cósmicas se seguem ou se antecedem, como se, seguindo um esquema de coordenadas, num jardim de flores pairasse silenciosamente um beija-flor à procura do nétar de um (uma) único (a), o que me remete e me envolve na plenitude das Escrituras, 2 Coríntios 5:7 – “Pois caminhamos pela fé, e não pela visão.” – ou, como disse Osny Ramos – “Entre a luz e Deus, fisicamente, nada mais existe.”
Deus abençoe a todos.
