Lucas
Ouça o som do saxofone
que deslumbrante, que encante e encante a todo instante.
Será que é uma trova ou um travador?
que transborda de amor.
Será que é um triunfo ou passional?
que liberta do mal.
Será que é paraíso ou miragem?
Será que é sonho ou realidade?
que desperta, que prende que me cale.
Sabem os dias difíceis? Pois é eles vem. Algumas das vezes arrancam dos olhos lágrimas e do peito um aperto, faz com que os sentimentos sejam amargos e nos tornam por algumas horas ou dias...impotentes. Desejamos, acreditamos e queremos melhorar mas não temos muitas escolhas e por um segundo da até para sentir bem assim. Sabem os dias difíceis? Eles nos tornam fortes! Entretanto entram sem avisar, faz uma bagunça como um furacão e vão embora, deixa tudo desorganizado, arrumamos a bagunça levantamos a cabeça seguimos acreditando e seguimos acreditando.
Não se conserta o passado e nem tampouco poderás tu construirdes um futuro. Tudo acontece no agora;
E não há outro lugar para viver, se não aqui.
chore todo o choro que necessitas chorar.
Só há um caminho para este dilúvio.
Derrame todo o pranto até secar, ou afoga-te na mágoa deste pranto ao qual se nega não sentir!
Quando tu fores a algum lugar. Certifique-se.
Ambientes frios, esfriam pessoas calorosas.
Até uma xícara de café quente, esfria quando deixada a mercê do tempo.
Uma gota de água contaminada, carrega o poder de comtaminar o homem que a consome.
Uma energia negativamente propagada, irradía negatividade até mesmo ao ambiente positivo que em outrora fôra belo.
vigiemo-nos aos passos que cometemos.
Nosso caminhar pode levar-nos rumo ao cume; ou rumo o abismo!
Eis que aqui se cria um paradóxo.
Um homem,
genuínamente provará sua masculinidade,
quando não mais possuir necessidade
em provar-se másculo!
É necessario vez ou outra dissipar-se da hipervigilância.
Até o indivíduo cujo a insônia lhe consome, adormece em algum instante.
A grandiosidade do ser humano é lapidada sob a rocha de fracassos que o mesmo construiu.
E nunca antes se cresceu tanto meio os desprazeres do deleite!
Você aprende enquanto ensina.
Múltiplica enquanto divide.
Se fortalece enquanto apanha,
e perde forças quando bate!
Entre todas questões a discutir, existe a necessidade ambivalente em estar comprometido na interação. Pois até um homem sábio, torna-se estúpido quando não tens se quer um indivíduo disposto a lhe ouvir.
atente-se, um indivíduo é capaz de ferir-te pelas formas mais perverssas possíveis.
Por isso atente-se.
Pois a decepção está diretamente ligada ás expectativas que em outrora criardes.
Conforme o tempo vai passando
Novas namoradas eu vou tendo
Sinto que estou amando menos
Já não me apego como antes
Não fico pensando nela a todo instante
Não dou presentes a ela
Não me importo com os sentimentos dela
Também não somos mais amantes
Nem dois corpos com a mesma mente
A cada 10 declarações de amor
11 a gente mente
Terminar não é mais um pavor
Ainda sinto que futuramente essa falta de paixão me trará dor
Já tem um tempo que reparo seu olhar, na verdade, a nossa troca de olhares e o mesmo não consigo decifrar.
Não são como olhares de flerte cheios de desejo que duram poucos segundos, passam longe de um olhar entre dois amigos que se entendem apenas com isso e tende a durar milésimos, nem os de pessoas bravas que se encaram da forma mais séria possível.
É mais um olhar perdido, como quem enquanto pensa olha para um canto aleatório, mas por algum motivo em nós, um no outro, achamos o conforto de poder se perder em sentimentos e pensamentos, ou nem mesmo tê-los e isso é independente do tempo!
Não há maior dor do que recordar a felicidade nos tempos de miséria
Recordar quando acordava e já havia uma mensagem de bom dia
Recordar de ter alguém pra conversar durante o dia todos os dias
Agora a miséria da solidão aonde só se sente só
A miséria de ter que mentir ao responder "tudo bem" quando felicidade nenhuma se tem
Chorar ao ouvir uma música e de alguém lembrar
Se dar conta de que não tem mais a quem dividir o fone de ouvido, sonhar quando está dormindo
E por fim recordar a felicidade que era antes desses tempos de miséria
