LaylaPeres

251 - 275 do total de 396 pensamentos de LaylaPeres

Eu sei, não sou a melhor para você e às vezes, até penso que não sou melhor para ninguém. Às vezes, eu preferia ficar bêbada o resto dos anos, assim, tudo seria festa, mas do jeito que eu tenho azar, tudo seria sofrido. Mas, menino, vou te confessar uma coisa. Você não sai de mim, nem por nenhum texto, nem indiferenças, nem com a nossa falta de amor. Vou te confessar outra coisa. Não quero aprender a viver sem você. O telefone não vai tocar, a porta não vai abrir, o café esfriou e você não vai chegar.

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Coração não entende as minhas ordens e meu cérebro me obedece. No fundo, não quero ele. Ou eu quero? Tanto Faz. Só quero sair dessa. Toda às vezes que chega um mensagem para mim, eu estranho. Toda vez que eu vejo uma história como a nossa me dói a alma. Parece que eu não tenho mais sonhos grandes e bonitos. São apenas coisas sem importância que nem eu mais me importo. Vejamos. Meu quarto dia. E são opção inversas.

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agora menina? Como que eu faço para te ajudar a sair dessa? Escrever não vai te ajudar. Escrever vai piorar, amar outro vai fazer comparação aos outros. Não ligue mais para meninos, isso vai se sentir como na última vez, a traição. Aí Menina, pobre de você. Pobre de você que ignora o que sente e se sente, escreve e não diz. Pobre de você que pensa que ele se importa, mas ele não se importa. Ele quer ser feliz com a vida que escolheu e você o pertuba com isso. Meu cérebro só me diz coisas horríveis.

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Quem tem um sonho, dança sim , Cazuza. Imagina, eu não posso esperar até que ele chegue aqui e diga que eu sou a mulher da sua vida. Imagina, eu não posso esperar o resto da minha vida uma ligação dele me pedindo desculpas e dizendo o quanto não vive sem mim. Isso é horrível.

Perdi minha indentidade por aí. Perdi meu jeito e o meu sorriso. Agora virei uma menina estranha que tem um laço em forma de presília de cabelo. Isso é coisa de menina bem resolvida? Não, não é. Virei bizarra com um amor bizarro e impossível. Nossa, que orgulho. Não tem nada de orgulho, cérebro. Conversar com o cérebro é chato. É ridículo. Trás a dor porque a gente sabe que ele está certo, mas escolhemos escutar a nossa imaginação que é imensamente mais linda que o nosso cérebro.

Dói é que eu virei uma página rasgada. Mas além disso, o drama acaba sendo divertido. Percebo a preocupação da minha mãe com o meu momento isolada nesse quarto tentando pelo menos escrever esse texto. E eu escuto música da Avril que diz: You make me wanna scream. E vai ver que é isso que acontece. Você me faz querer gritar. E eu não tenho voz mais para gritar. Tem como isso? Não consigo. Não quero conseguir. Fiz esse texto pensando que era uma menina bem resolvida, que não escutava mais nada. Mas é ao contrário. Consigo escutar mais agora do que antes. Não consigo mais nem acreditar em nada. Só quero ficar bem.

memórias são tortuosas, são doloridas mas no fundo, são felizes. Lembram-se ainda o quanto um ria do outro. Lembram-se ainda das noites longas e vazias. E o pior. Ela se lembra ainda do seu amor em vão por aquele menino. História mais pacata e sem sal mas que comove. Comove porque a menina se transforma nisso aos poucos. Ela queria te fazer mudar, mudar a história e se mudar. Mas só quem mudou foi ela. Você talvez tenha mudado, mas foi para pior, bem pior. O conto é perdido, é triste, é sozinho, sem nenhum personagem que envolva isso.

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Aquela menina queria voltar ao passado. Ou não? Tanto faz. Ela queria só ser feliz direito, com o amor completo, seja lá quem fosse retribuir. Até mesmo, ela queria conquistar o espaço dentro de você. Mas eu digo em terceira pessoa, e será que ela ainda quer um espaço dentro de você ou ela já perdeu as esperanças? A única que pode dizer isso, é a menina. Mas ela não tem forças. Ela não tem mais voz. Tudo se perdeu na última ligação e na última vez o quanto você era importante. Mas relambrando os fatos, ela nunca chegou a dizer o quanto você é especial. Seria apenas um jogo em que a vontade dela era de se fazer de insensível e te afetar? O jogo não acabou ainda.

dia da menina é sonso, é tenso de se ver. Muito tédio em uma vida só. Ela ainda sozinha e no fundo, ela espera que você chegue. Não em um cavalo branco, nem com um buquê de rosas brancas, muito menos, com o um texto decorado do Caio Fernando. Mas que você chegue e diga que nesse tempo todo. Ele a procurava mas não sabia encontrar. Ela quer isso. Ele não quer mais. Mas ela quer e acredita. Acredita que amor mais puro do que ela sentia, ninguém sentiria por ele, um dia.

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Meu sonho não é doce. É azedo. Tão azedo que é capaz de fazer mal a quem gostar dele. Estou escrevendo esse texto antes de completar o sexto dia, porque eu simplismente não sei mais o que eu faço. Me comovi relendo tudo, escrevendo então esse texto vai me fazer chorar. Mas quero ser forte, mas eu nunca consigo. O sonho sempre foi o mais doce possível até que, garotinho, você estragou tudo. Absolutamente tudo. Fui sua consciência nesse tempo todo e eu sei que de um jeito ou de outro eu não saí do seu pensamento. Você beijou meninas na minha frente, declarou seu amor por elas, e eu fiquei brava, bravíssima. Ora, sou sua consciência, deveria ter o mínimo de respeito não é? Mas não houve nada disso.

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Tudo era lindo. O meu ano seria o nosso ano. Tudo. Mas foi em vão. E hoje, quando desci as escadas para ir até a cozinha, eu me lembrei de tudo. Vi um pão de queijo e me lembrei de você. Lembrei daquela madrugada que eu sentei nas escadas e fiquei conversando com você. Lembrei do começo até o fim da nossa história em todos os mínimos detalhes. E todo mundo me apoiando na minha ideia mais maluca e complexa que poderia existir. Mas no fundo, só sentiam pena de mim. Tadinha da Layla. Ela ficou louca. Ela ficou retardada. O que custa amar aquele estranho que te dá moral? Ou então, por que você não pode amar seu próprio namorado, Layla? Eu não consegui.

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Não me entreguei. Não fui inteira. Fui inteira sim, mas foi com o menino que hoje abandono aos poucos. Fui inteira e mostrei minha verdadeira face. Carente, mimada e apegada em tudo. Usei máscaras no começo, mas depois deixei para lá. Mas ele não me aceitou assim. Me abandonou depois de algum tempo. Me deixou sozinha. Sem meninos estranhos, com o coração vazio, com a minha dieta maluca e o pior de tudo, sem ele. Meu sonho. Aí, era tão doce, tão puro.

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E parece que o coração agora manda eu seguir por outro caminho. Não consigo ser mais inteira, se eu conseguisse, até poderia tentar, mas não dá. Vou te confessar, estava na academia e desci as escadas, dei de cara com um menino bonitinho e eu não tive forças pra encarar, já que eu poderia me apaixonar por ele, ou o pior, poderia sentir nojo de qualquer tipo de amor que poderá existir entre todos.
Mas o importante, meu sonho era tão tão tão tão doce que ficou enjoativo. Ele se tornou tão tão tão tão azedo que ninguém mais quer fazer parte dele.

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Eu não devo mais sofrer por isso. Na verdade, acho que sim, eu me comovo quando lembro. Já que esquecer uma vida praticamente não é fácil. Contruí uma vida depois da sua chegada e quando você foi embora, eu tive que aprender a reiventar o meu mundo. E não foi tão difícil como eu imaginei.

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Insisti até quando pude e tentei mais do que qualquer coisa nesse mundo. Na noite, eu me encolhi. Fechei os olhos e suspirei alto. Pensei. Vou chorar. Mas não foi isso que aconteceu.Enterrei você mas eu queria tirar você de lá. Eu queria te trazer de novo a vida. A vida comigo. Porque eu ando pela minha casa e me lembro de tudo. Lembro de todas suas frases e suas indiretas.

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Lembro do seu jeito arrogante que me dava nojo. Eu lembro e lá no fundo, não queria esquecer. Foi algo bom que eu senti. Porque eu sinto isso. Sei que não foi um amorzinho pequeno de verão sem sal. Foi amor. AMOR. com letras grandes. Pode até ser amor de quinze anos, dezesseis, chame do que você quiser. Mas para mim, foi maior. Foi sensação, a cura, a doença, a salvação, o desespero. Todas os sintomas em um único nome, em uma única voz. Mas é o único sentimento. Entre todas que já existiram por você. Não falo que o meu é o mais sincero, nem o mais lindo, mas foi o mais profundo.

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Tanto tempo sem a gente. E o engraçado que parece que eu não sinto mais nada. Acompanho ainda tudo, mas de longe, se você quis se afastar, não vou te obrigar a me aproximar de novo. Não estou desposta a sofrer. Tenho outros sonhos. Outros planos. Outro futuro. Por exemplo, eu disse sobre o quase-futuro-dentista, ele me encarou;. Mas nem liguei. Não quero amores platônicos que não salvam a minha vida. Eu queria você para me salvar. Já que isso foi impossível ou, infelizmente, você não quer mais isso, deixei pra trás

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Eu sei, tudo vai passar. Eu vou lembrar e você também. Pode até parecer estranho, mas eu quero que você se lembre de mim e conte, que havia uma menina, que era apaixonada por você, e que aonde ela estiver, vai estar junto. Porque o que eu sinto. É muito mais forte que qualquer coisa. E hoje, já é o meu sétimo dia. E não é mais a mesma coisa. O amor já não é mais a mesma coisa.

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Me faz entender que o futuro talvez seja melhor, e que tudo tem um motivo, seja péssimo ou bom. A gente sofre, rala, canta, grita alto. Se sofrer agora, mais tarde, você vê que foi estupidez. Ou que mais tarde, vai ter uma gratificação no final. Ou valerá ou não. Mas no fim, aprende. Gritando alto, fazemos com que o mundo pare de tanta idiotice. E isso eu entendo. Não sou a úninca, nem a última menina solitária. Vou escolher não ter alguém do meu lado, porque eu quero me curar. Só isso.

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Eu acho que no fundo, me curei, estou bem. Mas não quero recomeçar nada, hoje. Amanhã, mudo de ideia. Mas hoje, não. Hoje, vejo sol se pondo, me sinto bem. Sinto um vento no meu rosto, sinto bem, não me sinto sozinha ou perdida, sem ele. Tudo bem, há uma falta que ninguém altera, nem textos, nem nada. Mas e aí? Ele tá bem com a vida, e eu posso ser feliz com a vida que eu quero escolher. Se for, vai ser. Daqui dez, quinze, seis anos, eu posso dizer que eu tentei viver sem você, mas que talvez, nunca consegui. Eu ando aceitando os fatos, eu ando crescendo. Vendo meus erros e tentando acertar cada vez mais. Escolhendo viver, escolhendo saber ao certo qual é o caminho devo seguir.

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Daqui um ano, pode voltar tudo, pode recomeçar todo meu sofrimento e o meu tormento. Mas hoje, eu aceito os fatos, não sou a única que sofre, nem a última que vai querer ficar sozinha agora. Mas que um dia, tudo vai voltar ao normal. E um dia, eu e você, vamos perceber que não foi um erro nosso. Foi um acerto.

Quero que você olhe nos meus olhos e sinta a emoção e a fragilidade que nascerá quando eu estiver com a certeza que você realmente existe, e que pensou em tudo nesse tempo todo. Talvez sim, talvez eu te ame de novo e de novo, e infinitas vezes. Sou imprevísivel e amo facilmente. Mas as coisas não são tão ruins como antigamente. Não sofri por isso. Sofri por não sentir nada, por ser vazia, por ser oca.

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Eu escolho sofrer nesse tempo por coisas verdadeiras, sólidas e que vão trazer algo bom para o meu futuro. Não quero dizer que, tudo que eu senti nesse tempo foi uma farsa, foi só um clichê ou algo assim, mas não sofrendo, não te afeta, nem a ninguém, somente a mim. Porque é a minha vida que ficará sem brilho, ficará chata e bastante vazia. Eu ainda acredito no destino. Acredito na lei do retorno, acredito em que tudo terá uma consequência no fim. Um dia ele foi, um dia, ele voltará se realmente conquistei, voltará sim, mas só se ele quiser voltar. Não obrigo, não mantenho contato, não faço nada. A minha reação a escrever sobre isso, sobre o futuro, não é uma das piores também. Passei a tanto tempo nisso, que é estranho. Um belo dia, a menina loira, se torna morena, ela esquece seu amor, e passa a viver com o coração vazio. Ficaria sem nexo. Sem sentido. Hoje, são nove dias, e 216 sem sentir nenhuma dor.

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Talvez, ninguém, jamais, descobrirá a consequência do destino. Talvez o destino seja o nosso caminho e acabou. Ou talvez, ele nem seja tão importante como dizem. A vida sempre vai ser formada de escolhas. E de novo, eu prefiro escolher a acreditar em mim, em você, nesse sentimento quebrado, velho, estranho, até o fim. Ou melhor. Prefiro acreditar nesse sentimento, até que um dia, a maluquice se torne estupidez. E eu me torne alguém inteira sem você.

Inserida por LaylaPeres

Era uma menina. Era uma mulher. Mulher feita com menina. Menina feita de mulher. Era louca e sempre brigava com a realidade, que na maioria das vezes, falava mais alto. Escrevia cartas num mundo escuro. Cantava alto em uma cidade que havia somente surdos. Enxergava o que não havia. Principalmente. Enxergava o amor dele. Que era algo que não existia e que nunca existirá. Pobre menina. Acreditava nos contos de fada. Acreditava no amor. Na pureza da vida. Na pureza do amor. Acreditava que tudo que sentia era sincero e que havia alguma recompensa mais tarde. Poderia ser daqui uns anos, mas haveria. Cheia de sonhos seguia. Cheia de amigas, também. E o principal, cheia de amor. Era tão cheia que quando acontecia algo bom, não conseguia flutuar. Era pesada.

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