Joni Baltar
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— O que vieste aqui fazer ao meu poema?
— Vim buscar o meu corpo.
— Para quê?
— Para despir as tuas noites.
A arte consegue demonstrar que vida e morte são realidades por descobrir.
Não te coloques à parte, coloca-te à arte.
O Ser humano sente-se mais vazio sem dinheiro do que sem amor.
Arruma-te por dentro: recicla-te
O Amor não está onde se clica.
Quem faz intriga tem tudo para dar espiga.
A alma do poeta está em constante desarrumado silêncio.
Algumas vezes morremos para ficarmos vivos, e percebermos que morrer é ficar ainda mais vivo.
A felicidade não é um sentimento, é uma energia.
Desenraíza-te do passado e planta-te todos os dias.
O ódio humano é mais feroz que a ferocidade do tigre.
Os livros são excessivamente importantes para cérebros vendados.
Ao virar a esquina do meu poema esbarrei-me com o teu beijo.
O mar é instrumentalmente um momento de solidão.
Onde existe o barulho das cores e o silêncio das palavras, existe poesia.
No Alentejo o amor é um refrão que traz à tona a alma inteira.
A lareira alentejana crepita a epiderme do serão e aquece as artérias da poesia.
Depois de fazer amor contigo: o meu coração tem orgasmos.
Ser-se poeta é: descarnar os ossos das palavras.
Ocupar a mente e o silêncio: afasta os ruídos da alma.
Quem está constantemente com a face no Facebook, raramente ou nunca colocou a face num livro.
Por vezes, nos meus olhos está um sol de rachar, mas por dentro chove copiosamente.
Who is constantly with face on Facebook, rarely or never put his face in a book.
— Dói-te a alma!
— Como sabes que me dói a alma?
— O teu rosto vestiu as lágrimas às avessas.