Jerônimo Bento de Santana Neto
Nossos vazios existenciais vêm do fato de sermos seres relacionais incompletos que precisam do afeto do outro para existir.
Na vida, assim como no futebol, não devemos nos desesperar ao sofrer um gol, nem nos acomodar ao marcar um.
A vida é a percepção da mente no presente, entrelaçada entre as memórias do passado e as expectativas do futuro.
Qual a intenção ao divulgar o bem nas redes sociais: 'marketing do bem' ou 'criar uma corrente do bem'?
Eis a questão!
Como podemos solucionar o problema do uso excessivo do internetês e mitigar seus impactos na escrita formal?
Ao abolir vogais e acentuação, essa prática tem comprometido a clareza do pensamento, prejudicado a ortografia, dificultado a compreensão de textos complexos e resultando em um vocabulário empobrecido, afetando negativamente, principalmente, os jovens em formação escolar.
É imprescindível respeitar as convenções sociais, uma vez que elas moldam nossas interações e exigem adaptações em vestimentas e comportamentos de acordo com o ambiente.
Nas curtas palavras dos adolescentes, a escuta constante dos pais é a chave para desvendar emoções ocultas.
O trabalho do estudante é dedicar-se ao estudo, enquanto pais e responsáveis devem acompanhar, motivar e oferecer suporte, formando juntos uma forte aliança no processo educacional.
Um erro em uma prova pode decorrer tanto da falta de atenção quanto da falta de conteúdo; distinguir as causas é fundamental para corrigi-las.
A rolagem infinita das redes sociais nos aprisiona no consumo incessante, desvirtuando a reflexão e transformando a conexão em uma distração que consome horas preciosas.
Desmerecer toda e qualquer tristeza, generalizando tudo como mimimi, com o intuito de vender a alegria e a felicidade, é uma estratégia perfeita do neoliberalismo para maximizar lucros e consumo.
Nem sempre o talento e a habilidade dos jogadores em campo garantem seu sucesso; muitas vezes, o verdadeiro jogo acontece nos bastidores. Assim, é a vida.
Autodiagnósticos feitos na internet transformaram-se em identidades; hoje, pessoas se apresentam dizendo: "Eu sou bipolar."
Siglas como TDAH, TOC, TAG e TDO tornaram-se meras etiquetas psicológicas.
