Isabel Morais Ribeiro Fonseca

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- Bendito o ventre de uma mãe
Que carrega o amor na alma
- Pelos seus filhos muito amados.

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

Que a fonte do desejo
Tenha o formato de uma flor
Que o perfume desta flor
Seja a luz, do nosso amor.

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

Fico a pensar nos nossos momentos
Afinal a vida sem ti não é nada

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

Ainda sinto o calor
Do teu abraço, do teu corpo
Do teu aconchego, do teu carinho.

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

Deixas um beijo quente, molhado na minha boca
Com lindas palavras sussurradas, nos meus ouvidos

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

CORAGEM

A minha alma está partida, dividida
Despedaçada já sem forças, eu só peço
Que minha coragem vença o meu medo
Que o meu corpo não se quebre de pranto
Que a minha alma não se perca em agonia
Que a minha mente permaneça sempre erguida
Que os meus joelhos se dobrem à esperança
Que o meu coração não seja devorado pelos lobos
Que os meus inimigos me respeitem e não me temam.

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

Bendita a chuva deste dia
Que nos traga coisas belas
Luz, amor, poesia, paz, saúde
Cheios de abraços quentes.

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

Nenhum sentimento
Está livre da saudade
Nenhuma paixão
Está livre da dor
Quando coração
Conhece o amor.

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

COZINHO NO FOGO

Cozinho no fogo do teu olhar
Desejos de pensamentos carnais
Piso a neve fria branca descalça
Vomito palavras ardentes na alma
Que me queima o sangue do corpo
Letras tuas que saem da minha boca
Na parede do nevoeiro de pura neve
Entre a chuva silenciosa de um silêncio
As mãos invisíveis acariciam os quadris
Que se escondem quando a memória
Do corpo é a luz do próprio pensamento
Sente um beijo suave sobre o coração
Eterna noite nos teus quentes braços
Entre todas as carícias de beijos sem parar
Cobrindo todo o teu corpo frio, no meu
Flores da minha agonia, do meu desejo
Outono, primavera, verão, inverno em ti
Cozinho no fogo da tua carne de tantos desejos
Desejos do meu corpo ao encontro do teu.

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

Somos feitos, de barro
De argila, de dores
De sorrisos, de esperança
De erros, de escolhas
De quedas, de saudades
Que nos ensinaram a aprender a viver.

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

Vomito palavras ardentes na alma
Que me queima o sangue do corpo
Letras tuas que saem da minha boca

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

Cozinho no fogo do teu olhar
Desejos do meu corpo ao encontro do teu.

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

LOUVADO NÓ

Louvado seja o meu tormento
Ao remo livre atado onde ardia
Deste meu cansado sofrimento
Que se instala na parede já seca

Do coração sem brigo, sem fluxo
Inverno deixado no tempo manso
De um ser vivo em triste espanto
Procissão de uma qualquer solidão

Paciência, sentimento de mal-estar
Na incerteza, do viver das esperas
O calendário na esperada primavera
Chuva onde húmida cai em cada dia

E chega, a tua voz parte o silêncio
Chove amor nos meus pensamentos
Neblina perturbada da tua ausência
Pobre asseio de uma alma abandonada

Desata o nó da voz muda, marcada
Gotas, choro das pálpebras fechadas
Louvado seja este doloroso tormento
Deste meu cansado triste sofrimento.

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

SONHO MAL LIDO

Apenas um sonho voa mais alto
Numa viagem talvez inesquecível
Que sempre desfruta o sentimento
Talvez no suave sussurro da alma

Gostaria de ser um bom poeta, mas
Não tenho argumentos para a escrita
Muito menos o sabor ou a sabedoria
A vida é uma maré de pontos, vírgulas

Letras minúsculas, maiúsculas de dor
Sei que a vida é bela, é repleta de voos
Mas a palavra morre na amarga solidão
Entre a degustação da ruína em decepção

A escrita reaparece invisível sobre a folha
De uma história mal amada, mal contada
Mal lida, mal escrita sem alma, sem corpo
Um presente na ausência de um belo sonho.

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

PERDA

- A solidão quanto é...
Sofrida, vivida, sentida
Por nós próprios permite
Que toda a roupa que seja
- Engomada por nós esteja
Vazia do nada ela apodera-se
- Do coração da nossa alma
A solidão acompanha-nos
- Na vida ela é muda, surda, cega
Em forma de roupa suja de cor
- Mas trás um vestido negro de cetim.

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

As flores dizem amor com o seu perfume
(---) Sejamos como as flores
Carreguemos o amor nos nossos olhos.

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

Eterna noite nos teus quentes braços
Entre todas as carícias de beijos sem parar

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Inserida por IsabelRibeiroFonseca

Que minha coragem vença o meu medo
Que o meu corpo não se quebre de pranto

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Inserida por IsabelRibeiroFonseca

Sente um beijo suave sobre o coração
Eterna noite nos teus quentes braços

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Inserida por IsabelRibeiroFonseca

A solidão acompanha-nos
- Na vida ela é muda, surda, cega
Em forma de roupa suja de cor
- Mas trás um vestido negro de cetim.


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Inserida por IsabelRibeiroFonseca

Cobrindo todo o teu corpo frio, no meu
Flores da minha agonia, do meu desejo
Outono, primavera, verão, inverno em ti.
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Inserida por IsabelRibeiroFonseca

✿•*•*✿ LOVE

A minha dor é infinita
Quando me recordo de ti
Sinto ainda com muita saudade
O sabor dos teus lábios
Ao encontro dos meus
Da forma como as ondas do mar
Rompem com força a tua pálida nudez.

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

Atrás da porta pode estar o amor
Mas se nunca a abrir nunca poderá ver a alegria
Do seu coração - "Atreva-se"

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

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A solidão quanto é...
Sofrida, vivida, sentida
Por nós próprios permite
Que toda a roupa que seja Engomada por nós esteja
Vazia do nada ela apodera-se Do coração da nossa alma.

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

✿•*•*✿
É preciso ter na pele
Tudo que nos deixa marca

Inserida por IsabelRibeiroFonseca