Isabel Morais Ribeiro Fonseca

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Quanto mais difícil é o sonho, mais fácil se alcança
Quando há tormentas, as águias voam mais alto
Só se é digno do pódio, quem usa a sua humildade
Para alcançar as suas vitórias....!

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ENCONTRO

Invólucro veloz
Insaciável solidão
Insondável rastro
Carente perfumado
Segredado momento
Distancia-se tardio
Ornamento noturno
Esquecida noitada
Perdida escuridão
Calçada Portuguesa
Esperançosa saudade
Apaixonado sentimento
Ecoado pensamento
Intimista paixão
Amor tão desejado.

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TALVEZ

Hoje, estranhamente
Não sei o que escrever
Talvez escreva algo
De dor, talvez de amor
Ou de nada em concreto
Talvez algo já conhecido
Como os versos em cor
Das muitas letras sem dor
Nas palavras de amor
De um sono já acordado
Que repousa num poema
Num verso, numa prosa
Numa saudade ou não.

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MATARAM A COTOVIA

Já mataram a cotovia
Porquê? Pergunto eu
Queria ter voado com ela
Livremente pelo céu azul
Sobre o meu amado mar
Sobre as altas montanhas
Poisar nas fragas geladas
Das nossas serras, dos montes
Que saudades me deixaste?
Ó minha querida cotovia
Em que solidão me deixas-te
Fiquei com os dias tristes
Como as fragas frias das serras
Nevoeiro da imagem que eclode
Na mente, quando de noite cobre o sol
Num véu espesso, que cobre a dor
Ela torna-se cada vez mais intensa?
Persigo os sulcos da saudade
Ó minha doce pequena cotovia.

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

TU ÉS MEU

Tu és o homem que eu quero
Não temos não existe segredos
Acredita nunca me senti assim
Dás-me alegria, amor e paixão
Entre o céu, a lua, as estrelas
Gosto sentir o teu forte corpo
Nos carinhosos abraços que tu
Me dás, sinto todo o teu amor
Amo beijar-te deixando-te louco
Gosto de saborear-te lentamente
De loucuras que assolam a mente
Nos teus gemidos de tanto prazer
E por segundos sinto-te a escorregar
Pelo meu corpo de ternas sensações
Posso saborear-te a qualquer hora
Sem hora marcada de dia, de noite
Tu és só meu, eu sei tenho a certeza
Dás-me amor quando me sinto só
O meu ser procura-te delirantemente
Nas frias noites de inverno, nos dias
Quentes de verão, tardes de primavera
Não vivo sem ti, tu és o meu homem.

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

AMO-TE

Amo-te ao luar
Amo-te à chuva
Senti-te na praia
Na areia quente
O corpo queima
Na noite esquecida
Sacias a sede
Cansas a mente
Cansas o corpo
É nos teus braços
Que eu amo estar
Fresca a tua boca
Sabe a romãs
Cheia de amoras
Da brisa do mar
Seca o deserto
Do nosso alento
Choro ao sol
Choro ao vento
Tempestade da vida
Amo-te a chuva ao luar.

Vem amor
Saciar os meus sonhos mais devassos.

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

Porquê culpar os meus olhos
De procurarem insistentemente os teus.

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

Amor
Recebe-me com carinho
Sufoca-me com teus braços.

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

Em ti quero fundir-me
Na tua carne sobre a tua pele.

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

Amor
O meu ser procura-te delirantemente
Nas frias noites de inverno, nos dias
Quentes de verão, nas tardes de primavera
Sem ti não vivo, mas isso tu já sabes.

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

Quero
Beijar-te até onde a minha boca chegue
E no teu corpo morrerei sem que lastime.

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

Quero mergulhar no teu corpo
Afundar-me num abraço teu.

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

Espalhe doces sorrisos para quem ama.

Coloque sempre
Todas as suas preocupações
Nas mãos de Deus

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

BEM VINDA PRIMAVERA

Há uma primavera
Em cada um de nos
É preciso dança-la
De flores ao vento
Na janela da vida
Repleta de cores
Que florida estação
De tantas flores
Coloridas na alma
É chegada a primavera.

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

CALÇADA

Aqui estou, aqui me vejo
Num túnel mal iluminado
Esquecida ou encontrada
No meio de tudo, de nada

O corpo flutua e já dorme
Numa vida tão mal contada
Balançando no inexpressivo
Num velho, perdido combate

Sou a bússola na imensidão
Do meu próprio pensamento
Onde os ponteiros do relógio
Não encontram já o caminho

Ao longe o olhar não avista
Num passado num presente
Onde a mente pisa os seixos
Calça já as pedras da calçada.

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

Meu amor
Quando eu não aguentar
E quiser desistir
Por favor
Segue-me, ainda que em silêncio
Sei que é difícil, mas preciso de
Um amigo fiel e sincero.

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

Quando eu não aguentar e quiser resistir
Por favor
Dá-me um abraço em silêncio.

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

Aqui estou, aqui me vejo
Num túnel mal iluminado
Esquecida ou encontrada
No meio de tudo, de nada.

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

Que esta Semana Santa
Abra o nosso coração
Com humilde
E saiba acolher-te
Para a nossa salvação.
Senhor
Tu és a força
Que me sustenta
A minha paz
O meu descanso
Que a tua Santa Misericórdia
Mergulhe na minha alma

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

SOMBRA

Perdida esquecida, sem oxigénio
Num ergástulo escuro, sem dor
Pequena letra, palavra escondida
Insensata atmosfera, talvez hipócrita
De verdades que são muitas vezes
Falsas promessas, ânsia de liberdade
Coabita na contemplação da morte
Apenas pede a Deus a misericórdia
Que a sua alma anseia há tanto tempo
Um premio que ele acha que merece
Cobre o seu frágil corpo, com um velho
Manto preto já roto, ergástulo eterno.

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

BENDITO SEJA DEUS



O Louvor de Deus é a proclamação
Da vitória do Senhor sobre a morte
Que neste Domingo de Páscoa
As nossas casas se encham de paz
Os nossos corações de amor
Os nossos dias de esperança
Para celebrar a ressurreição de Jesus
É tempo de alegria, de celebrar o triunfo da vida
Um bom Domingo de Páscoa amigos.

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

NOITE DE INVERNO

Noite de inverno, no
Chamamento do frio
O teu corpo pediu
Uma esmola ao meu
Num sopro do tempo
Entre as folhas caídas
Lá fora no chão, tapadas
Com a neve a derreter no chão.

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

Anda traz-me cerejas que eu ofereço-te o mar
Anda pousa no meu silêncio, deixando-me o teu
Anda, acorda-me da dor, para acordar em ti
Anda dá-me a tua mão, nem que seja em sonho
Anda traz-me cerejas, o mar já espera por nós.

Inserida por IsabelRibeiroFonseca