Isabel Morais Ribeiro Fonseca
Minha doce Mãe
Sei que estás comigo
E nada temerei
Superarei todas as dificuldades
Com o teu amor
Minha Mãe do céu
PERDIDA ALMA ESQUECIDA
É uma alma esquecida num mundo sombrio
Perdida no meio da solidão
Uma sombra que caminha pelos vales da morte
Que absorve as lágrimas de quem chora
Um ser que rasga os céus a pedir ajuda
Mas ninguém ouve os seus gritos
Uma alma que pede luz para a sua alma
Mas no seu caminho só encontra escuridão
Pede aos deuses amor paz interior
Sem medo de lhe ser negado.
Senhor
Abençoa a todas as mães
Nem sempre as podemos ter ao nosso lado
Que maravilha é ter uma mãe
Querida Mãe
*AMOR PREENCHE O VAZIO
Preenche com o teu sol
O vazio das minhas noites
Preenche com as tuas carícias
O vazio do meu corpo
Preenche com o teu silêncio
O vazio das minhas palavras
Preenche com a tua lua
O vazio dos meus sonhos
Preenche com as tuas estrelas
O vazio da minha escuridão
Preenche com o teu coração
O vazio da minha alma.
*Quero amor ser o teu sossego
A tua saudade escondida no peito
A tua alegria, a tua felicidade
Ser as horas mal compreendidas
Da tua vida nesta minha vida.
Nossa Senhora
Perdoa todas as minhas
Imperfeições e fracassos
Quero colocar-me aos teus pés
Dá-me o dom da humildade
Nossa Senhora
Perdoa-me por todas
As vezes que Tu
Estiveste à minha espera
E eu não foi ao Teu encontro
Minha doce e querida mãe
A morte é uma tinta
escrita nesta folha
são as letras, as palavras
de sangue seco, entre linhas
pontos presos, num labirinto
que jazem já sem vida.
MALDITAS BRUXAS OU NÃO
Há quem diga que elas não existem
Que são invenções ou meras fantasias
De gente fraca, mentes de pouca fé
Talvez seja isso ou não
Mas eu acredito e até conheço algumas
São seres invejosos, perversos, impiedosos
Mesquinhos, de tamanha desumanidade
Elas que ardam todas no inferno
Só provocam dor e infelicidade
Onde antes existia alegria, paz e amor
Malditas todas as bruxas ou não!
