Eduarda Morgado

51 - 75 do total de 110 pensamentos de Eduarda Morgado

Então, por fim, cresça. Cresça como tem que ser, com tudo que te ensinei, com tudo que você foi ensinada. Com todos os meus e os seus erros, com todos os nossos acertos. Continue amadurecendo, mesmo que aos poucos, continue sendo forte, eu estou torcendo por você. Juro! Estarei aqui assim que você gritar pedindo socorro, vou te dar colo e abraços, te darei segurança, mesmo que depois eu tenha que te deixar ir embora de novo. Me desculpe se não fui capaz de nos manter, desculpe a falta de paciência e o ego. Eu também perdoo você, por tudo, sua irresponsabilidade, seus medos, seus erros. Leve contigo só os momentos bons, os ruins, deixe apenas de lição.

Antes de nos separamos por completo, queria te dizer, obrigada por me fazer crescer junto a ti. Obrigada pela oportunidade de momentos únicos que só você pode me proporcionar, obrigada pelos sorrisos, as risadas, por todas as às vezes que fez o meu coração disparar, por todas as lágrimas que chorei, pelas brigas que criamos. Afinal, crescemos juntas, e aqui estamos, indo embora.

Seria blasfêmia dizer que eu estou feliz com isso, mas o que eu posso fazer? O que eu tive pra lutar, eu lutei. A única coisa que agora eu posso fazer, é esperar você voltar, vivendo a minha vida, torcendo pela sua.


Seja feliz, minha pequena. Eu te amo.

Eduarda Morgado
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Minha menina se foi, perdeu o brilho, deixando aqui, a minha vida, preta e branca. Olha pra trás e vejo mil momentos felizes acompanhados de inúmeras lágrimas e brigas. Mas apesar de tudo, ela era a minha menina. Ou será que não? Ela sempre foi livre, sempre quis ser, não iria se prender, mas ao menos tentou. Ou será que não? Sei lá, não importa, minha menina já se foi, tirando de mim a vida colorida, me jogando numa nova, tô indo agora viver essa vida preta e branca que você deixou aqui. O que dói mais é saber que não tem volta, que tinhamos tudo e de repente perdemos tudo, eu perdi tudo. Você era tudo, você é tudo, mas se perdeu de mim.

Dói muito a gente dar a vida por uma pessoa e no final ela dizer:

”Você é egoísta, só pensa em você.”

Mais do que eu te dei, só me jogando em frente de um ônibus para você subir.

Eduarda Morgado
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A garota da 1011

Teu nome, em pouco tempo, já estava em muitas bocas, ela encatava sem ao menos fazer esforço e questão. Garota do corpo bonito, das ideias fortes e confusas. Comportamente dificil, estranho, rude, mas sempre com a sua delicadeza e sensibilidade de mulher.

Dentro de si sempre habitou duas pessoas, que se transformaram em uma só. Criaram seus defeitos, qualidades e medos. Havia dentro de si a pessoa que choraria e a outra que seria forte. A pessoa que gritaria e a outra que manteria a calma. A pessoa que optaria pelo errado e a outra que optaria pelo certo.

A garota da 1011 me chamou a atenção, despertou meu ódio e depois o meu amor. Com todos os seus jeitos, me ensinou a matar as tristezas. A gente se pergunta como uma menininha daquela pode ser tão mulher, tão virtuosa e tão errada.

Ela é a minha menina mulher de outra turma, que me prende só de passar na minha frente. É impossível você conhece-la e ela não te abalar, ela não nasceu para passar pela sua ida sem vira-la de cabeça para baixo. É um furacão, é a minha calmaria de um dia frio. Brilha mais do que a noite quente cheia de estrelas no céu, a mais forte de todas as armas. Derruba a religião, a guerra, a política e a calmaria, mas fraca demais para viver sozinha. Chora quando está triste e não esconde. É o que ela é, é como ela nasceu. Você, nem eu, podemos muda-la. Ela é mais do que compreensão, é questão de azar ou sorte. Cuida do que tem e luta pelo o que quer.

Sinceramente? Estou apaixonada pela garota da 1011. Duvido que se encontre no mundo alguém tão extremo quanto ela, alguém com dois pólos dentro de si tão diferentes.

Ah, tão linda, tão meiga, tão minha essa garota da 1011.

Eduarda Morgado
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Volte e me devolva. Devolva cada detalhe com sua essência. Devolva o gosto, o cheiro, o toque e o sentimento. Destranque as portas e me devolva os mapas que desenhamos. Ainda há mais, muito mais. Ainda há cor, há vestígio, há sabor. Existe ainda, em nossas entranhas, as digitais uma da outra. Devolva e volte. Volte à beleza. Ressuscite se achar que que está morto. Traga de volta à vida porque ainda há esperança, há carinho, há dor, há amor. Soletre as palavras perdidas, preencha o que ainda está vazio. Devolva-me… o teu amor, o teu calor, o teu desprezo e o teu querer. Mas devolva com mais, devolva em dobro, triplo. Quero a tua intensidade, quero teus olhos prendendo os meus, tuas mãos no meu corpo dizendo: ”eu posso, eu quero, eu tenho… eu te amo.”

Eduarda Morgado
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Olha, eu tenho tanto pra lhe falar. Queria te falar das batalhas que enfrentei, dos deuses que derrotei, das bocas que silenciei. Você está muito longe do meu alcance agora, e eu não entendo por que se estava do meu lado, e agora parece que tudo foi em vão. Deixa eu te dizer, foi tudo por você: cada demônio que esbarrei, todo o anjo que saudei, todas as lágrimas que chorei, cada tombo que levei e todos os momentos que as covinhas se fizeram presentes em meu rosto.

Eduarda Morgado
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Ah, eu sei que você não saiu da minha vida, não é por isso que ando triste e com a alma chateada. Não, não… eu sei que você não vai embora tão cedo. O que me deixa triste e sem dormir são essas memórias nossas, as felizes, as tristes, as calmas, as de cumplicidade. Pequena, você era minha melhor amiga, meu abrigo, meu amor. Minha doce mulher, minha inocência corrompida, meu sentimento maior. Não consigo manusear o fato de não saber mais o que fazer quando te vejo, quando te ouço e quando penso em você. A verdade, é que por mais mal que você tenha causado em meu mundo, você ainda é meu anjo, a garota mais linda desse planeta. Em meus olhos, não encontrei ainda outra pessoa que se comparasse a você, que despertasse em mim o que você despertou.

Eduarda Morgado

Dói, dói muito, dói A VERA! As pessoas erram com você mas nunca aceitam seu erro, e logo, criam coisas sobre você para que possam se sentir melhor com seus erros e pensarem ”nossa, eu não fiz nada perto do que ela fez.”. Mas será que elas se convencem mesmo? De noite, na hora de dormir, será que elas mesmos acreditam nas coisas que elas lutam para acreditar? O que é mais fácil: mentir pra si mesmo ou enfrentar tudo? Acho que enfrentar tudo é menos complicado, já que mentir pra si mesmo não adianta, logo você perde tempo se iludindo e vai ter que lidar com a dor de qualquer forma. Se for pra enfrentar, que seja enfrentada logo de uma vez. Admita seu erro e siga em frente.

Eduarda Morgado
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Eu não sei quem esta errado, ou se há algo errado. Eu so sei que essa hora sempre chega, tudo vira de pernas pro ar. Há algo tão forte me incomodando, que está tirando o meu sorrisso, uma infelicidade tão grande. Essa sensação de corpo vazio e coração machucado, que mesmo se eu ferisse minha pele com a mais afiada lâmina, ainda assim não amenizaria a dor que estou sentindo. Por onde eu olho eu vejo gente triste, se estragando, tentando fugir da realidade com entorpecentes, iludindo outras pessoas, se iludindo. Parece que nada é real no mundo real, todos querem fugir, eu quero fugir. O mais chato é chegar exatamente nesse pensamento e dizer ”Em quem eu confio agora?”. Você não pode confiar em si, não pode confiar em sua mãe, no seu pai, nos seus amigos. Nada é real, então pra onde você corre? Pra quem? Não tem quem, não tem onde. E você? O que você é pra si mesmo? Só um corpo pendurado por uma dorzinha infernal que te impede de dormir, de rir, de correr, de andar, te impede de viver. Ai você fica assim, jogado, esperando, isolado num canto.

Eduarda Morgado
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Mas já vai? Assim? Nem um olá grandioso, tá, mas vê se volta, ou não volta. É com você

Eduarda Morgado
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A gente se contenta, a gente se gosta, a gente se cura e se transforma

Eduarda Morgado
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Aquela quarta-feira, ah, aquela quarta-feira, lembro me bem sem querer lembrar. Aquela quarta foi importante, talvez a quarta mais importante de todo o meu aprendizado. Foi a última quarta que te amei, a última quarta que eu lhe disse que amava teu ser e teu corpo. Naquela quarta, eu senti pela última vez o que senti durante um ano todo, e quem diria que era a última vez? Eu não podia, você não podia, ninguém poderia, mas foi. Chorei poças pequenas, depois chorei alguns rios, pela última vez senti o meu amor por você me machucando e botando um sorriso em mim. Eu estava desacreditada, mas só de te ouvir, eu sentia uma felicidade sem sentido. Sentido. O que havia sentido? Nada nunca teve sentido, coração descompassado, lágrimas aceleradas, sorrisos bobos e a vontade de viver se misturando com a vontade de morrer. Você me fez muito mal, você me fez crescer e ver o mundo. Quem te disse que eu queria crescer? Quem te disse que eu queria aprender sobre o amor com o caminho mais difícil. Não sei quem te disse, não sei porque pensou assim, mas estava toda errada. Eu queria seu amor e sua companhia, mais que isso, eu queria você. Na quinta, eu já não sentia mais o mesmo amor, mais sabia que ele estava ali. Ele se enterrou. Por si próprio. Você fez tanto mal ao nosso amor que ele preferiu dormir, coragem de se matar não teve, então preferiu um sono profundo. Agora estou em dúvida. Espera. Acho que não foi a quarta o dia importante. Acho que foi a quinta. Na quinta eu acordei amando mais a mim do que a você, acordei sem sentir amor, acordei mais feliz, acordei mais serena. É. Aquela quinta-feira, ah, aquela quinta-feira, lembro-me bem sem querer lembrar. Aquela quinta foi importante, talvez a quinta mais importante de todo o meu aprendizado. Foi a a primeira quinta feira que eu me amei de verdade.

Eduarda Morgado
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Lá fora o tempo é frio, e aqui dentro está quente
Todo dia me convenço que te amo mais e mais
Algumas pessoas procuram o que temos
Mas não encontrarão jamais
Porque eu te amo e não sei explicar
Eu te amo impulsivamente
Te amo até no mais triste pesar

Eu vou estar com você sempre
Até que tudo se torne cinzas, amor
Meu sentimento vai além do seu corpo
Vai além de qualquer pudor
Porque eu te amo e não sei explicar
Explicar por quê?
Se eu te amo além do motivo de amar.

O que me deixa mais feliz
É quando o mundo para pra você
Eu já não sei mais, Jully
Se eu só sei te querer
Vem e pega na minha mão
Vem pra junto
Com amor, do meu coração <3

27/09/10

Eduarda Morgado
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Destruir dentro de si um sonho é mais fácil do que realiza-lo ?

Eduarda Morgado
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Outro bem não me faria tão feliz. Ela é minha companheira, minha melhor amiga,. Minha irmã, minha confidente, minha mulher. Ela é mais que amor, ela é meu colo no pranto, minha pequena criança assustada. Ela tem brilho, tem escuridão, tem contradição. Ela se perde em mim assim como eu me perco nela. Minha cúmplice em sentimentos, em segredos, na dor, o sofrimento é compartilhado. Não há nada em que você não more na minha memória. Ela é a minha menina complicada que resolve e me envolve em vários problemas. Criança que me chama, me busca e me solta. Ela me fez viver em meses o que eu não vivi em anos. Ela me descobriu, me expos, me iluminou e nunca mais saiu do meu lado.

Ela não é pura, ela não é má, ela vai além da minha compreensão e de qualquer outro ser. Chora quando não estou, sente minha falta, mas sua natureza não a deixa estar só comigo. Ela me quer para o infinito, mas ela sabe que não pode se prender a isso. Ou será que pode?

Eu a amo, de todo o meu coração, alma e corpo.

Eduarda Morgado
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Em cada centímetro, senti a perfeição
Em cada toque, cada suspiro
Que se fez a emoção

Mordi os lábios, te procurei
Me fiz em você
E logo te encontrei

Beijei teu corpo como se fosse arte
Te amei como uma religião
Como se fosse reza, um ritual
Te desejei do fundo do meu coração

Roguei pragas pra quem te amasse
Roguei pragas pra quem te odiasse
Mal vi que roguei praga pra mim
Que te odeia e te ama
Num sentimento sem fim

Eduarda Morgado
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Feito criança, acredito. Como mulher, eu insisto. Junto a mulher que sou com a criança que nunca deixei de ser para viver um sonho complicado com você.

Todos dizem: ''pare'', eu digo ''me dê licença.'', e sigo em para você, que eu amo tanto e me tem por inteira, que me machuca e me cura. Creio nas palavras, mas elas nunca te mostrarão a metade do que somos. É a cumplicidade, é a verdade e a desordem, é assim, ser por não ser, querer por temer, desejar por amar. Eu te amo, e assim que é, assim seja, como um amém pronunciado com toda a fé.

Eduarda Morgado
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É esse tal medo
E essa tal de confusão
Vestígios de dores, sei...
Escondidos no coração
Então, vamos crescer?
Sei que está na hora
Mas não grite para mim:
''O tempo é agora!''

Já se foi o tempo
Em que eu falava de dor
Mas minhas poesias tristes
Sempre tiveram uma pitada de amor
Você diz pra mim:
''Venha, pegue minha mão.''
Pego sim, mas tenho receio
De enfrentar de novo a solidão

Esqueci de dizer que te amo
Mas você conhece meu sentimento
Te vejo por todos os lados
E não te esqueci nem por um momento

Eduarda Morgado
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Olha só, te quero aos sábados pra me divertir, te quero aos domingos porque eles são um tédio sem fim, te quero na segunda porque acho a segunda insuportável, te quero na terça porque sempre estou feliz na terça, te quero na quarta porque não curto muito a quarta, te quero na quinta porque a sexta está chegando, te quero na sexta porque é dia de se divertir. Te quero todos os dias, necessito de você todos os dias, e mais que isso, te desejo todos os dias.

Eduarda Morgado
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Não venho falar em versos tristes
Coisas sobre esse tal ''amor''
É complicado demais, eu sei
E não tem cura, meu senhor.

Procura teu remédio em outro canto
Porque aqui, nunca teve e nem vai ter
Esse tal de amor ai
É do tipo que vai ter que viver

Se conforme, senhor
Eu sei que dói o coração
Mas e as alegrias?
Não vai me dizer que não te tira o chão?

Deixa de ser frouxo
Que amor não é brincadeira de criança
Não sai quando quer ou quando se machuca
Você não sai, nem com o fim da esperança

Eduarda Morgado
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Arranque de mim todo o amor que possuo e grave teu nome nele. Chega de migalhas, de verdades não explicadas. Domine meu coração e minha arte. Te peço, me tenha por completa. Me queira quando não quiser, me ame quando não der. atraia cada instinto meu que desconheço, beije meu ombro, meu pescoço, minha boca e minha alma. Seja minha companhia mais que verdadeira, seja a minha verdade. Seja a minha saliva, meu corpo, meu coração e minha loucura. Seja meu ciume, seja meu egoísmo, minha paixão, minha ternura. Seja meu amor, seja minha.

Eduarda Morgado
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A culpa nunca foi minha, acreditar não é um erro

Eduarda Morgado
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Ando confusa demais, perdida demais. Às vezes me acho, mas sempre me perco. Seja por uma ou duas palavras, acabo tropeçando nos meus próprios pés. Sempre levanto, e tem horas que nem percebo que caí, só depois de levantar. Tem horas que o tombo é tão grande que acho que não vou conseguir. Mas é por isso que eu ainda não enlouqueci, depois de tantos tombos, eu continuo levantando, não importa o tamanho das feridas que ficaram, eu sempre levanto. Me derrubar é fácil, muito fácil, mas é impossível me impedir de estar de pé de novo, impossível. Seja teimosia, seja egoísmo, amor próprio, amor ao próximo, ou esperança. Pode demorar horas, dias, semanas ou meses, mas eu sempre levanto. Pode ser que assim que eu fique em pé, meu sorriso não seja 100% verdadeiro, mas chega uma hora que ele sempre é verdadeiro.

Eduarda Morgado
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Quero seu corpo.
Quero o seu prazer.
Quero teu início, meio e fim.
Quero o amor por você.
Quero o amor por mim.

Quero sua sensibilidade.
Quero seu gemido adolescente.
Quero você selvagem.
Quero sua palavra indecente.

Quero a mulher dentro de você.
Quero a deusa que mostra por fora.
Quero sua arte e beleza.
Eu quero tudo, e agora.

Eduarda Morgado
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Meu coração questiona: ”Onde ela está?”. Eu não sei, coração, eu não sei onde sua menina está. Está por aí, pelo mundo, beijando outros corações, encantando outros olhos, sussurando em outros ouvidos e dançando o ritmo que não é o seu.

Meu coração chora: ”Onde ela está?”. Eu não sei, coração, mas pare de chorar. Tanta agonia para quem, talvez, nem vá voltar. A verdade, talvez, é que nunca tenha estado aqui, mas você tampou os olhos e sonhou.

Meu coração grita: ”Onde ela está?”. Eu não sei, coração. Não sei de mais nada, estou cansada demais para saber, depois, quem sabe, eu vou procurar, mas agora estou sentindo meu joelhos doendo e o resto do corpo moído. Pare de gritar, estou enlouquecendo.

Meu coração suspira: ”Onde ela está?”. Eu.. simplesmente não sei… coração.

Eduarda Morgado
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O ''eu'' já está se definhando, não posso cuidar de um ''você'' que não se importa com um ''eu'' nem com ''nós'', chega.

Eduarda Morgado
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