Edgar Fonseca
Defender um corrupto que delapidou o erário público em nome dos seus caprichos, levando a desgraça e a morte de todos os seus concidadãos, equivale a destruirmos o tecto de uma casa, onde vivemos e a chuva nos consome pela nossa estupidez.
Os rasgados momentos envolvidos nos teus braços, contam-me as certezas da paixão incandescentes transmitidas pelo azul dos teus olhos, nas noites em que apenas existimos nós, o céu, a lua e as estrelas.
Encanta-me o sorriso da mulher que me preenche, mesmo escondida na aparência do tempo, somos um no corpo que nos eterniza sobre a sombra do amor e da paixão.
Escrevo nas estrelas o teu nome, sem pressa eternizo o meu sentimento nas linhas que definem a majestosa silhueta do teu corpo.
Quando o povo perceber que a Governação participativa, não significa que o Estado deva subvencionar bens de primeira linha para o seu bem-estar, o País conhecerá progresso.
Os Estados desenvolvidos, crescem em função da dinâmica social e econômica imposta pelos seus cidadãos.
O subdesenvolvimento de um País, reflete bem ou mal o tipo de povo e de governo que cada Pátria tem.
O progresso social e econômico de um Estado, não depende apenas do seu Governo, dependente essencialmente da visão progressista dos seus concidadãos.
O bons governos não se avaliam pela grandeza e eloquência dos excelsos discursos proferidos pelos seus dirigentes, mas, avaliam-se, com o bem fazer e com a capacidade de proporcionar ao povo uma boa qualidade de vida.
O maior medo dos Governos africanos é não conseguir resolver os problemas dos seus parceiros ocidentais, quando a prioridade devia ser o seu povo.
Os planos de erradicação da malária em África, são projecto de enriquecimento das indústrias ocidentais, quando deviam ser parte da agenda prioritária dos Governos no continente berço.
A África não pode continuar a ser tida como o rascunho dos discursos de desenvolvimento do resto do mundo, pois, devemos acordar da sonolência do subdesenvolvimento e marcar passos para o progresso.
O crescimento financeiro dos Estados depende do sentimento de progresso que o povo expressa, pois, sem atitude a degradação social é uma certeza.
O balanço financeiro positivo feito pelos governos em face da sua economia pouco estável, demostra a apresentação de uma visão exageradamente apaixonada sobre a realidade sócio-econômica e política de determinado povo, tendo em conta a miséria que assola a vida da população.
A certeza de que um povo terá um amanhã próspero, passa por acreditar que a determinação no trabalho e o comprometimento no pagamento das suas obrigações fiscais são a base para o desenvolvimento social e econômico do seu Estado.
A África não gera riqueza para o seu povo, porque olha para o ocidente como um espelho sem reflexo, onde admira a beleza ocidental e não alcança o seu próprio potencial.
A África não é tida como um verdadeiro continente; é apenas considerada como uma preciosa parcela terra com muitos recursos, capazes de enriquecer os seus nobres interessados.
O sucesso não apenas uma gratificação natural pelo sacrifício que consentimos ... É, antes demais nada e sobretudo, a honra por nós alcançada por intermédio da nossa honestidade.
A disciplina no trato com a vida nos torna em verdadeiros alvos a abater, por isso, devemos aprender a ser disciplinados com e na vida, mas, com a consciência de que o nosso bom carácter nem sempre agradará a todos.
A política nos torna inimigos dos nossos bons ideais, a tal ponto de nos lembrarmos apenas de quem realmente somos depois de nos afastarmos dos jogos de interesses político-partidários.
Os políticos vencedores e competentes muitas vezes se confundem com os anjos, mesmo quando todos sabem que estão a lidar com meros humanos.
A nossa proposta enquanto membros da sociedade onde a gente sofre por falta de pão a mesa, é nos colocarmos a disposição dos pés descalços, ainda que para isso tenhamos de deixar o conforto dos nossos lares.
Devemos aprender e ensinar a África a marchar rumo ao desenvolvimento, ainda que os nossos sonhos enquanto africanos não sejam iguais aos dos nossos parceiros ocidentais.
Um sábio não confunde a miséria do povo com a má governação, pois, cada indivíduo na sociedade é parte do seu bom ou mau governo.
