Doc Comparato

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O Verdadeiro roteiro é o mais fingido.

Ser autor roteirista é o sonho inconfesso dos diretores.

A inteligência artificial não é um processo criativo, é uma ferramenta para atingir outra dimensão criativa.

A segunda coisa mais superestimada do mundo é o sexo. A primeira é Deus.

Devemos dominar o caos de trilhões de sinopses para alcançar a lógica e o arco dramático de uma história.

Aliás, pequenas vidas podem esconder universos grandiosos.

A fome dói até na alma e deixa cicatrizes.

Fazer filmes é mais fácil que pensar.

A vida é um emaranhado de acasos cifrados pelo eterno.

Não existem acasos na vida, existem lições.

Certos sentimentos não encontram tradução no diálogo, só na ação.

A estética tende a ferir a ética e o contrário também.

Personagens extravagantes tendem a possuir formidáveis paradoxos e incoerências cruéis.

Roteiristas que apenas expressam sua realidade não saem de si.

O mais triste da existência é que nos autoenganamos. Uma cilada abissal.

Sou o último escritor que não usa i.a. meus trabalhos estão em manuscritos datados. A verdade é que sou disléxico.

Adágio traz uma lição de moral, aforismo a moral do autor.

Sabe o que é a vida? É um cego de Bengala na beira de um precipício urrando fúrias e ódios.

Quando o real adoece, a ficção deve procurar novos caminhos na imaginação.

Viva a nova fase kafkiana com a pior das burocracias, as eletrônicas. São senhas, telefones, códigos, contatos....”

Felizmente, não falamos todas as verdades que penando.

Parar de culpar os outros é libertador.

Damos demasiada importância aos afetos, mas sem eles não seríamos humanos.

A imperfeição dá um toque de realidade à ficção.

O impossível é efêmero. É somente questão de tempo para se tornar possível.