Celso Roberto Nadilo

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_A ⁠lembrança é o amor e é a dor que carregamos._

Inserida por celsonadilo

Alma que resoa nas sombras da minha vida.
Adiqueri experiência num apse do meu apogeu...
Apocalipse de outras auroras.
Me torno entorpecido ⁠por claras lembranças.
Calida floresta no resquícios dos devaneios...
Exalto que a superfície é calma clara até ser obscura por suas atitudes.
Vejo que mundo está mais obtuso...
Pois tudo que acha se tornou assombroso...
Num ambiente onde tudo é muito atroz...
Aonde está sua opinião e apenas um fluxo de um pesadelo.
Aonde nada mais será feito ou importante.

Inserida por celso_nadilo

⁠O extrato da essência é apenas uma parte da evolução esquecida da mente...

Inserida por celso_nadilo

⁠_mais e mais caminhamos na magnitude da destruição_
_somos sensatos e racionais até que ponto...?
_somos uma aparição no tempo e espaço?
_ o que somos?
Somos servos da racionalidade.
As vezes lamentar e expressar apenas é o que sou, uma voz na escuridão.
Pensamentos pois não a mais um convívio,
No assombro da racionalidade apenas sussurros da virtude.
Me questiono pois o mesmo que já foi realizado é parte da evolução.
Homens são apenas luzes num pranto choro das estrelas.
O poder que tem envolto do destino é tão pequeno.
Mais entanto voa em pequenos detalhes de grandeza se dizem mitos para seus algozes...

Inserida por celso_nadilo

⁠todos são o nada.
Para que seja o nada
Mais nada será o todo...
Para que nada seja apenas o início.
Até mais nada reste.
O nada será perfeito.
Pois nada não existe.
Será que existência seria algo dentro do nada?
A resolução seria que nada um dia foi o início o meio e fim.
A palavra seria o verbo dentro do próprio vazio.
Sua composição seria uma abertura no espaço.
A ideia da existência seria o movimento na alternativa do nada apenas por um momento seria bom.

Inserida por celso_nadilo

⁠_O ditador é o abismo de si mesmo.
Se diz respeito ao grandioso.
Pelo caos aparente se reflete que mundo se dá irracional.
Pois única verdade fora dita ao acaso do ditador.
Uma guerra será feita. Pois o poder é meu.
Será o bastante no intervalo da vida.
Pois qual será o valor imposto pela razão.. ?

Inserida por celso_nadilo

_⁠Toque meu coração e acorde do sono eterno e saiba que ainda estou vivo.
_ Saiba que toquei sua alma quando a beijei...
_ Entre muitos anos senti que a vida era parte de mim.
_ E entre esses momentos senti que existia até que senti a música correr atrás de um sonho...
_ Diante daqueles que sobretudo o apogeu morreu no instante que a vi...
_Nas sombras do mundo sou apenas uma sombra no resquícios desta noite eterna.
_ nos teus lábios flamejantes o repente da madrugada sussurra ... nos braços da minha alma perdida.
_ calida floresta que habita meu coração.
_ O seja mais uma vez o sentimento que carrego para eternidade.

Inserida por celso_nadilo

⁠Sou mero fruto do presente...
Estacionado num beco...
A beira do deslumbre...
Abracei sobretudo meu apogeu,
Sonso... seja atrevido... nas pois o tempo se declarou inocente, mas, ninguém pode ser culpado até seja declarado culpado.
Ausência de detalhes te torna um filho do silêncio.
Sendo ateu desdém do clamor dos deuses.
Calo me na sinopse pois o verbal seja atendido pelo cliente apenas murmúrios sem fundamento nenhum.
Alegações dito isso sois o absurdo diante o imenso vazios de suas almas.

Inserida por celso_nadilo

⁠Sobretudo o desdém da alienação.
No declínio austero somos sensatos.
Na verdade absoluta somos vendidos.
Pelos mesmos intempéries somos servos apesar dos pesares pecamos.
Tantas desculpas para apenas um pouco de atenção.

Inserida por celso_nadilo

⁠(Seus inimigos estão sempre jogando, testando suas fraquezas.)
(Seu maior inimigo é seu próprio, (eu)
( velado o desconhecido está vencido!)
( pois a inércia se torna real vivência do desconhecido)
( o desafio trás resposta, mais ocultas por outras perguntas)
( o abismo sem tem resposta no vazio do silêncio e ego se cala diante da adversidade em um percentual absurdo da realidade da dimensão do que é compreendido.)
Vemos isso como um consenso de realidade.
Mas, provável que virtude seja maravilhoso repleto de fatores desconhecido.

Inserida por celso_nadilo

⁠Sou o lixo jogado nas ruas...
Sou a água poluída, suja,
Sou o ser humano abandonado nas ruas,
Sou o meio ambiente destruído,
Sou a chuva que cai com poeira.
Sou os peixes, mortos pelo esgoto.
Entre tantos a poluição o descaso público,
Sou apenas o pobre de cultura e sem estrutura

Inserida por celso_nadilo

⁠ironia...
Alienação.
Um rico poderoso é tratado como senhor desculpa o encomendar. mais roubou milhões.
Um garoto com uma caixa de balas vendendo no metrô abordado por policiais armados e tratado como marginal, mais um bandido atrás das grades

Inserida por celso_nadilo

A noite se espera um boa noite.
Um comportamento trivial a natureza humana.
O que temos é um olhar frio mais nada!
Um momento irônico.
De onde a educação sumiu dos espaços públicos. E da alma do ser humano.
Reclusão do humanismo.
Parece que estamos num mundo transgênico sem humanidade.

O que dizer?
Num cataclismo o único ser a sobreviver...
Ser atônito no ardor do prefácio é único desolado.
Seria natureza seu único viver?
Para tais ser político... bem esclarecido.
No entanto destrói a natureza.
Se acha dono de si ate que sua grandeza o consome...
O tempo é templo de dignidade e certeza.
Na clareza de seus sonhos somos apenas uma falácia de lendas esquecidas numa fogueira.

⁠imagens dizem tudo num conteúdo vazio.

Protela o pensamento...
Julga o sujeito para o qual se inibem a virtude julgada...
Num portanto nenhum pensamento pode ser rico ou pobre de uma cultura desprovida de virtudes.
Palavras num âmbito das letras riscos são meros fonemas de cego...
Pobre sujeito na semântica sera vencido por argumentos de sua falácia.

⁠O grandioso Filtro.
As leis do universo são desconhedas.
Dentro das limitações do desconhecido humano.
Paredes se formam, leis são reescritas...
Meramente por novas descobertas.
Muitas vezes precisamos olhar para cima para compreender o espaço entre nós o desconhecido.
Falamos e replicamos os atos de outras vidas.
Numa simples lei do existir não é o abismo sem vida. Mas, abundância de vida.
Nos prova e ilumine em pequenos momentos que luz do conhecimento é o deslumbre.
Mas a ressalvas de pensamentos que somos únicos numa teoria que um percentual absurdo seremos só nós mesmos num intervalo da vastidão.

Nas sombras do conhecimento somos ignorante, preconceituosos e cegos para verdade que não se pode calar.


Ouvimos nada dizemos ate que o amanhã seja tarde num único momento.


Seria a verdade de mentira na falácia de tantos argumentos são privilégio...

Na origem dimensiona damos conta da adversidade dentro da estagnação do espaço o espírito é livre.
A resposta para uma pergunta se torna uma questão.
Quando mais há mais uma resposta temos um choque de realidade.
Mesmo na privação de luz e som, a matéria escura em plano superior ou inferior na presença visual devemos ter olhar profundo e crítico.
Para que seja iluminado o caminho que guie.

Nas operas encobertas sonsas almas
Delinear de virtudes apenas flores num deserto.
Digo-lhe que sou mero fruto de um mundo devastado.
Homens e seus ideais transcende a destruição por suas futilidades.

No horizonte de eventos.
Tudo é visto com a beleza.
Qual seria o seu horizonte de eventos?
Pois a busca por beleza te faz admirar algo?
E enquanto isso nota feiura e contraste do caos te faz ter sentimentos. Para o qual o evento te proteja em sua mente a inércia da imagem. E tudo que se faz ou seja torna se maravilhoso. Num estado absurdo os sentidos lhe da realidade.
Os sentidos lhe dao liberdade e um sentido da vida.
Sem os sentidos vivera dentro da escuridão não haveria sentimentos apenas lembranças.
De um evento parado numa cena do desconhecido.⁠

Alienação política.
O homem é ser político.
O político questiona a evolução, mas esquece que a vida é uma questão de evolução.

Essência do ser humano...
Um espírito em busca de um sentido por existir.
É uma alma que existe pela Essência.
E para essa conexão apenas um corpo.
Dentro da existência de 80 anos em média a vida resiste com espírito envelhecido.
Muitas vezes as experiências vividas são parte da existência e tornam-se a essência do ser humano.

Só mais um entre tantos.
Palavras que se perdem.
Antro de perdição
Mente vazia no estado impecável...
Nutrientes do caos aparente,
Sonso ato que é derradeira fonte da ausência.

Na luz do desconhecido, a falta de visão os torna cegos.