Celso Roberto Nadilo
....Atos que nos conhecemos...
Abrupto requisito...
Ser sincero ou que não é...
Até que conhecemos o dia inteiro...
Seria uma obra do acaso....
Simplesmente por poder fazer....
O que é torna se o mero feitiço...
No espaço terreno a vista o horizonte...
No refúgio de outra época seria a virtuosa luz que nos conhecemos.
...Tudo que vivemos é fruto da manipulação e pensando mais profundamente acreditamos no que eles querem... (Será que mundo precisa ser assim?)
Na caverna que vivemos as sombras estão vivas e estamos acorrentados..
Nas mesmas convicções...
Balelas que trazem no cabresto...
As correntes que carrega sãos as mesmas que te fazem pensar...
_Nas cinzas dos meus pensamentos minha mente prevalece em chamas.
Somos todos os dias julgados pela nossa aparência o quanto temos nos bolsos.
Tudo é claro enquanto é enxergamos...
Pois na cegueira o mundo torna se escuro.
E para todos somos apenas um cego,
Nas intolerância racial todos tem uma cor de pele... Todos tem declarar o que é pois assim somos todos brasileiros...
Nas transgressões das almas...
Somos ceifados de nossos sonhos...
Somos acorrentados na escuridão sem fim...
Abraçamos a morte com o amor da eternidade...
Somos filhos do pecado de estarmos juntos para sempre nesta vastidão de calamidades terrenas...
Nos sonhos nos nos encontramos até que amanheça...
E tudo que temos é apenas a noite que deixamos pra trás...
Somos envolvidos nos encantos da cantiga...
Sob sol o escândalo de sermos apenas mais uma figura no distante deserto árido...
Somos parte do passado..
Somos a narração de insano que busca na loucura o consolo de estar num mundo vazio...
Pois o vazio é um buraco enorme para os quais ainda sonhamos conhecer a verdade...
Pois que somos cultivados para cultivar a vida e nessas situações somos apenas sonhos num momento que a vida se tornou comum viver nas sombras....
Atos de tais as relíquias dos outros seriam apenas meros preceitos...
Vulgares sentimentos que reluzem sobre esse mundo de vaidades.
Oriundos de suas mentes.
Peças de um museu,
Florence sob idade daqueles nobres que se ausentam da realidade.
Mas são mesmo paradoxo...
Na Variante de tantas obsessões.
Somos apenas uma fagulha diante a vasta poeira que cobre nossos sonhos.
_crânio de meu amigo_
Em outras horas terás a vida...
Então segue em decomposição...
Tua voz outra vezes seria o lembrete....
Agora soa no versos da estrofe...
Mero sentido da bebedeira...
Reparo que mundo ser tornou mais triste...
Relembrando que vício é um pecado.
Para quais são recíprocos com a felicidade...
_O desabrochar é o deslumbre da natureza...
Sobre o medo o resquício de tantas obsessões...
Somos parte da complexidade...
No refúgio apenas sonhos ou ilusões...
Desvendar o sentimento que paira sobre a esperança...
_ Nos reflexos das antigas corredeira...
Se dão ao propósito de ser e existir...
No exato instante que pensamos existimos na beira do abismo.
Nas transgressões da sociedade somos apenas famintos e familiares.
Sua família te cria lhe dá um abraço e um beijo vá com Deus...
Seu barco vai navegante sobre as asas do rio...
Por enquanto faça tudo que puder e quando der...
Recebendo ajuda, as crianças são aproveitas e violadas
na violência desta época a vida se chama ter um sustento...
Para tantos um pouco de comida é dignidade.
...Analfabeto...
... Alienado...
...Analfabeto digital...
...Analfabeto político...
...Analfabeto funcional...
...No contexto geral...
Num arbusto se vê sombras da solidão...
Amarga a verdade que consome nossas almas.
A... Verdade paira sobre pontos e vírgulas...
Sorrateiras palavras nas sombras se esgueirando consumindo o sentimento que se cala....
Sendo sincero com a semântica nada é convencional.
Palavras tem formas diferentes e sintonias que morrem nas sílabas...
As palavras escrita se tornam zombaria no mundo daqueles que são ditos cultos...
O silêncio e olhos cheios de lágrimas são apenas lembranças de uma vida.
Nas veredas verdejantes a única coisa que sentimos é esperanças de uma vida melhor...
As palavras perderam.
Ter o conhecimento não quer dizer que deixar de ser ignorante...
Ter o conhecimento não quer dizer que será diferente dos outros outros...
Ter o conhecimento não quer dizer que será mais entre tantos na escuridão do mundo.
Ter o conhecimento não quer dizer dizer que está livre das correntes que limita sua mente.
O medo do desconhecido te limita.
Entre as verdades nos cerca não vemos a verdade que nós consagração a vida que concedemos.
Contemplamos a sintonia que nos pragueja...
O limite parece ser medieval muitas vezes...
Nos calamos no silêncio deixamos o sonho para uma outra noite.
A vida não espera passa no exato momento que começa a viver...
(A verdade é um sonho para alguns a verdade dói... No exato momento que luz cai sobre as trevas somos apenas sonhos num momento que existimos para que seja uma fagulha diante da fogueira que surgiu no horizonte.)
_No mangue a tantos caranguejos tanta vida, mas viver dessas vidas torna se a escuridão de nossos corações pois a vida acaba...!
Na floresta há tantas árvore o sustento de muitas pessoas e a floresta morre, tudo que esverdeado agora é um deserto...
Rios e lagos limpos se tornam zombaria pois secam pois a floresta morreu...!
Ninguém é culpado...?
Todos temos direito a vida...!
Porque morremos em silêncio diante devastação das vidas que nos cerca...?
_ Palavras traidoras...
_, sentimentos tardios_
_palavras que surradas...
Gritos que são afogados...
Espaços diferentes para palavras se perdem no vasto sentido...
Esqueci porquê ainda sinto falta de você.
Nos lábios rachados do sol lembrei da época que chovia todavia...
Seria bom... Ainda sim seria de madrugada...
O galo cantando sua vertente a sangria da panela de domingo...
Despedida alegres nos conformes...
_Angel_
Acha que seus pecados serão perdoados nas chamas do fogo que que seu coração queima...
Muitos se ajoelham esperando que céus queimem...
Mais tarde o amor será o último momento no qual será seu último suspiro.
Anjos caiem com a verdade que ainda vivemos...
Na ferida exposta temos a dimensão que somos frágeis ao mesmo tempo somos fortes pois a dor nos molda...
Na lucidez muitas vezes somos reais até que horas mais profundas nos encontramos num sentimento paralelo..
Ser humano existe para existir até que não existe mais...
No além do existe coexiste numa nova dimensão...
Do pó para o pó seria uma forma de existência...
No entretanto somos arrogantes a ponte de querer que exista outra vida num céu maravilhoso.
No dilúvio dos pensamentos busco um sentido para um caminho de acordo comum..
Valores da submissão humana um mundo cheio de árvores torna se um deserto árido...
A vida persiste em viver na expectativa que homem torneira se pó diante a própria demanda de existência.
Seria bom ver a floresta respirando de novo...
Mais rios estão secando.
Marés são desertos ambíguos.
Nos desdenho do homem a nescessidade de sustentar a família...
A árvore vira carvão para uma família fazer churrasco.
Será que pensar se torna um sentimento que vira pó.
O bicho homem revira o lixo para matar a fome e abrandar dor do vício.
O homem que espera existir é ignorante e chamado de indigente.
Divergência de mundo que pede socorro.
Nas minhas palavras sou ignorante pois minhas palavras estão fora de contexto, desleixo na vida pois pó é início da criação e fim da rebeldia.
Seria o amor a persistência no amar...
Gostar no profundo do seu ser...
Pois vida é um sopro de longe se torna melhor.
Profundo fôlego pois lhe falta ar.
Respirei profundamente acreditamos que logo tudo estará melhor.
Sois pacientes pois o ar se bebe em lágrimas.
Tais desejos que ainda vivemos o amor, meros mundanos sentimentos sentimentos de deuses...
Embora sejamos apenas formigas num universo imenso.
Séria dito o que somos cultivados para amar nas amarras da vida nos encontramos no apogeu da luz que nos ilumina...
Para sombras perdemos os conhecimentos nos acorrentamos nas ideias de loucos insanos mesmo assim sorrimos para um novo amanhã.
O espaço da realidade...
Espaços diferentes...
Atos que nos conhecemos.
Desenho que nos compõe...
Desejo que se acho no direito de outro realidade.
Fazemos de tudo para amar até que a vida termina.
morto os sentimentos teus...
Navegantes teus olhos morrem no horizonte...
Sejam felizes ou decompostos...
Seres grandiosos e tão iluminados com os seus olhos, ... Viajam nas sombras dos meus pensamentos...
Para os quais respiro... Mais uma vez a aurora de outros tempos...
Serei um simples momento da grandeza do esquecimento...
Lábios que os devaneios elevam a supor que luz do luar seja maravilhoso até que de repente vieram as estrelas para compor a galáxia de luzes e vidas que desconhecemos.
O brilho fanático relembra ainda podemos sonhar e vivemos num instante na imensidão...
Assim refletir sobre lábios carnudos se remete um amor mundano...
Até tudo que vivemos seja um brilho de uma estrela no horizonte.
Os dias que passamos juntos seja parte de nossas vidas para sempre...
O amor é amar
Amar o Amor é amar.
Dias perfeitos para o nosso amor.
O amor é simples é amar ...
Tão desejado esperado o amor...
Prévia do eterno amor é a felicidade...
Pois amor é construído dia a dia gota a gota numa corrente sem fim.
Para cada instante que passamos são eternos.
Sobe o luar somos pequenos pingos na imensidão da beleza do amor.
O universo tem uma vasta imensidão que admiramos e não compreendemos e apenas observamos a anomalias e também a grandeza que guardamos dentro de nós.
Para quem compreende um pequeno momento será vitorioso no complexo momento que é refletido.
Tantos tentaram se aventurar na escuridão do espaço tendo uma certeza que mundo não gira volta de si.
O relato dos diários torna se a virtude que se tornam sabedoria para outras futuras explicações sendo o intenso e frio o intangível os sentimentos.
Sendo sincero com a percepção e tendo a oportunidade perfeita de cantamos a realidade que se apresenta.
Sendo intenso o lapso de memória desvendamos a constante que nos cerca.
Com a simples equação que da um sentido para um todo.
O tempo e espaço torna se verdadeiro instante que pensamos ter passado num passado que abraçamos.
Calor me no silêncio do espaço mais o barulho não se propaganda na escuridão das estrelas.
Damos quem somos diantes tantos mundos...
Os laços do desconhecido são os desbravadores com qual no mar azul buscaram refúgio no conhecimento.
Abrandamento do vento a vela se estica a um grito de terra a vista.
Sons ao fio da verdade que nós cala reluzindo no horizonte.
As palavras que perdem o sentimento no explendor...
Derradeiro momento o profundo fôlego da descoberta...
Decantador o sublime sentido da Matrix.
Reluzindo o brilho do ouro de rolo.
Verões são as delícias daqueles que são ditos inocentes.
O vácuo é uma expressão apenas aos poucos que compreendem a desconstrução da verdade que carregamos.
