Carlo Ancelotti
Líderes não podem dar-se o luxo de permanecer estagnados, precisam se desenvolver, progredir o tempo todo.
São as pessoas que justificam nossa lealdade, não as empresas. Para as empresas sempre será apenas um negócio.
Existe poder e autoridade em ser calmo e ponderado, em construir confiança e tomar decisões friamente, em usar a influência e a persuasão e em ser profissional em sua abordagem.
Depois de ter jogado futebol, dirigir um time é o melhor trabalho do mundo.
Nunca se deve pensar que ter sido um bom jogador basta para quem quer se tornar treinador.
O fracasso é uma ferramenta importante com a qual se pode reavaliar e reconstruir uma ideia ou processo, é um elemento essencial do ciclo de feedback.
Tenho que dizer que não vai ganhar a Copa a equipe perfeita, porque ela não existe. Acho que pode ganhar a Copa a equipe mais resiliente. Queremos ser a equipe mais resiliente do mundo para tentar ganhar a Copa do Mundo.
Eu não tenho medo de dizer que podemos ganhar, porque sei perfeitamente que é uma expectativa muito alta.
A paixão que existe no país era algo que já conhecia, mas é uma paixão verdadeira, sobretudo pela equipe nacional. A camisa da Seleção é muito, muito amada pelas pessoas. Quando o Brasil joga, o país para. Todos estão concentrados na partida que o Brasil tem que disputar.
O jogador brasileiro – não é surpresa nenhuma – é muito talentoso. É um jogador com uma genética que o faz ser muito talentoso, em geral.
Estou convencido que vamos brigar pela Copa do Mundo com toda a nossa energia.
Não sinto pressão. Sinto motivação, alegria, felicidade, de preparar uma Copa do Mundo com o Brasil.
Tem que combinar o talento com compromisso, com boa atitude, com coletivo, com concentração.
A equipe que tem mais sucesso é aquela que tem capacidade de sair rápido do erro feito.
O trabalho ganha o talento só quando o talento não trabalha. Se o talento trabalha, não pode perder.
Eu não sei se entendo ou não de futebol. Mas também ninguém pode julgar se eu entendo ou não.
A torcida precisa de um craque. Mas aqui, na seleção, nós não precisamos de um craque. Precisamos de jogadores de alto nível que possam ajudar a equipe.
Eu tenho raiva quando o jogador não luta. Mas quando ele luta, e falha, não importa. O erro é um componente do jogo.
O talento, há 30 anos, era suficiente para ganhar. Hoje ele, sozinho, não é suficiente. É preciso apoiar, ajudar o talento com o profissionalismo, o conhecimento, o aspecto físico, a seriedade, o caráter, para que o talento possa fazer a diferença.
