António Prates
Não plantamos árvores porque gostamos de plantas, mas sim porque as árvores nos dão frutos e porque estamos preocupados com a nossa sobrevivência.
Após o conluio feito no sinédrio,
seguiu-se o homem, do que é capaz,
sobrando o exemplo dado por Caifás
aos muitos que bebem do mesmo remédio.
O povo, inseguro, ignora, a preceito,
as frases de Cristo, na sua missão,
o seu a seu ego, em cada oração,
pra ter mais orgulho em cada defeito.
Confundem-se os justos com os vendilhões,
num vasto sinédrio de todas as cruzes,
acendem-se as trevas, apagam-se as luzes,
e fecham-se as portas dos bons corações.
Peço apenas ao Pai Natal que me dê juízo, para não ser usado e abusado tantas vezes. E para a frente é que é o caminho.
Uns preocupam-se com o que comem entre o Natal e o Ano Novo, outros com o que vão comer entre o Ano Novo e o Natal.
A Cultura amedronta os poucos que comandam, surpreende os muitos que servem e assusta todos os que armam intrigas.
A sociedade está cada vez mais perigosa. Não é tanto por causa dos poucos que comandam, mas sim por causa dos muitos que os apoiam..
Penso que a política não precisa de pessoas que querem ser necessárias, mas sim de gente que pretende ser útil.
Acho estranha essa inteligência de as pessoas dizerem que vivem em liberdade e de se imitarem umas às outras.
Brincamos com a Natureza,
que nos cria e nos consente,
mas algum dia, com certeza,
Ela vai brincar com a gente.
Muitas pessoas vão dizendo mal de nós à medida que vamos fazendo o bem que elas não conseguem fazer.
