Autoestima e Amor-próprio
O meu amor azul
— Mestra do Amor
Você é tudo para mim:
o amor mais bonito
e puro que conheço.
Te vejo através da sua alma,
te vejo através do meu amor...
Te vejo com o coração —
alguém que ama sem véu,
sem máscara,
e deseja.
E se o mundo me disser que não,
eu sou uma apaixonada
e preciso de você,
como quem precisa do ar,
do alimento,
da água...
como quem precisa
dos próprios batimentos.
Eu só preciso.
Te amo por inteiro,
mesmo sem saber
exatamente o que é isso,
mesmo sem entender...
Eu só te amo.
Amo o seu sorriso,
o seu jeito calado,
como quem tenta ser invisível
e ainda assim vibra como um holofote.
Amo o seu jeito marrento,
o seu olhar de desejo quando me vê...
Amo a sua carência infantil,
assustada,
de quem parece viver
num filme de suspense.
Amo a sua vermelhidão
tentando esconder a excitação...
Amo o seu olhar
e o jeito como me olha.
Eu só amo —
mesmo sem entender,
mas sabendo exatamente por quê.
Amo o seu jeito de andar,
de falar,
e o pouco que conheço
do seu jeito de pensar.
Amo tudo o que vejo,
tudo o que sei de você.
Eu só te amo assim,
desse jeito...
Amo por inteiro,
até nos defeitos.
Amo, amo, amo.
Você é o meu amor verdadeiro...
“o meu amor azul”.
Te amo sem medo
e sem receio,
lá no fundo,
até o começo.
Eu te amo de todo jeito
— até mesmo do avesso.
Porque, na verdade,
nunca te vi direito;
sempre foi o meu coração
que via o seu.
O Amor passa por fases, ao cultiva-lo, ele se renova, transforma-se e floresce, jamais acaba, trata-se da maturação, pois sua restauração é contínua.
O Amor jamais acaba, o cotidiano pode desgastá-lo, mas adicionar novas rotinas podem curá-lo, as mudanças tornam-o maduro e mais intenso que outrora.
A paixão é fogo ardente,
consome-se rapidamente,
o Amor também é fogo,
porém dosado, por isso
é duradouro.
'Amor'
Existe um centro de gravidade na vida, ele se desloca rumo ao outro, o ser não habita só nele, mas também na realidade do ser amado, descentraliza o seu eu, pois o "outro" está nele.
"O amor é algo inexplicável, se manifesta de diversas formas, é a única realidade confiável, o restante é pura ilusão"
Aprendi com Nietzsche, em
"Ecce Homo", o Amor Fati,
amor à vida, o que passa
em seu decorrer e aceitação.
A aquarela da tarde
pintada de cinza
não me desanima,
Porque eu vivo
para cantar o amor
e esperar você
seja o tempo que for.
A chuva molhando
as flores, os campos
e as montanhas,
carinhosa brindando
a vida em esplendor,
Nos teus abraços
encontrarei o Universo
esbanjando esplendor.
A vitória de seguir
enfrente tentando
ser amor espalhando
poesia e alegria
para toda a gente,
É fruto desta espera
que me faz Lua
que reflete o teu igual fervor.
"Meu amor, você é a minha âncora e o meu horizonte.
Cada dia que passamos distantes carrega um peso sutil de saudade, mas essa mesma distância me permite enxergar, com clareza ainda maior, a gratidão que sinto por ter você na minha vida. Você é a poesia que faltava em cada verso. Lembro-me do calor da sua mão e do refúgio do seu abraço, e é essa memória que me mantém firme.
Mal posso esperar para ter a nossa história reunida novamente, e por todos os capítulos lindos que ainda vamos escrever. Você é, e sempre será, o meu lar."
O amor é esse estranho que toma café em uma esquina qualquer, que olha para o relógio impaciente ou que se perde na leitura de um livro antigo. Ele tem um rosto que você ainda não decorou, mas que sua alma já parece reconhecer nos reflexos das vitrines.
Talvez ele esteja agora mesmo fechando os olhos para sentir o vento, sem saber que esse mesmo sopro é o que carrega a sua saudade. É um mistério que se veste de cotidiano. O amor não chega com trombetas; ele chega como quem pede licença, como quem sempre esteve ali, mas só agora resolveu se manifestar.
Ele deve saber voar, como diz a canção, porque só quem voa consegue atravessar o abismo do medo para pousar no peito de outra pessoa. Enquanto ele não chega, ele vai sendo construído no seu silêncio, na sua espera paciente e na sua capacidade de acreditar que, em algum lugar, alguém também está fazendo as mesmas perguntas: "Onde andará você?"
"O amor não é um destino onde se chega, mas a própria estrada que se ilumina quando dois passos decidem seguir o mesmo ritmo.
Ao estamos diante do espelho a imagem que vemos não vem do reflexo projetado no vidro mas do nível de nossa autoestima.
As flores de plástico não morrem como as naturais, mas também não perfumam o mundo apesar de nos iludir com suas belezas.
