Autoestima e Amor-próprio

Cerca de 237932 frases e pensamentos: Autoestima e Amor-próprio

Tem gente que chama caos de amor
porque nunca aprendeu a oferecer paz.
E quem tenta salvar tempestades humanas
quase sempre termina afundando junto.

Justa Causa da Vida

Tem gente que perde dinheiro e aprende.
Tem gente que perde amor e amadurece.
Mas perder o réu primário por justa causa da vida…
isso aí é quando o mundo te empurra pro abismo
e ainda pergunta por que tu caiu.

A verdade é que ninguém nasce querendo guerra.
A maioria só queria paz, um café quente,
uma conta paga
e alguém que não destruísse a própria sanidade.

Mas o sistema adora fabricar monstros
e depois vender moralidade em prestação de culpa.

Perder o réu primário às vezes não começa no crime.
Começa no abandono.
Na fome.
Na humilhação diária.
Na porta fechada.
No “volta amanhã”.
No olhar torto de quem nunca precisou sobreviver.

E quando a vida te encosta na parede,
até o silêncio aprende a carregar faca.

No fim, a sociedade aponta o dedo,
mas esquece que foi ela mesma
quem ensinou tanta gente
a sangrar sem fazer barulho.

Desejo não invalida amor. Saudade não invalida distância. E lembrar de alguém não significa traição emocional com outra pessoa.

MÃE CORUJA

Meu filho e eu, infinito amor envolvido, maneira mas bela e pura de amar, melhor pedaço de mim, me tornou mãe ou melhor dizendo PÃE, me fez ser uma pessoa melhor e mas responsável , me fez ver a vida e o mundo com outros olhos, olhos de MÃE que cuida e quer bem, olhos de quem está disposta a fazer tudo para proteger-lo e não pensar mais só mim, se eu pudesse continuava sempre a te mimar, botar pra dormir, botar no colo, contar historinha e nunca mais saia de perto de você. Mas quem disse que não posso!
Sempre vou me preocupar com você e tentar lhe proteger em toda e qualquer situação, se brigo ou sou chata algumas vezes e para seu próprio bem meu pequeno, meu menino, meu filho, meu melhor amigo, o homem de minha vida, meu dengo, meu chamego, meu afeto sincero, meu amor, razão do meu viver, meu filho e eu, já comeu?, já fez o dever de casa?, já tomou banhou?, o que essa toalha molhada ta fazendo em cima da cama?, só vai sair quando terminar de arrumar seu quarto!, traz o troco, desce dai menino!, abaixa o volume dessa televisão, meu filho e eu, AMOR para toda vida, amor que não se mede, mãe coruja mesmo, TE AMO filho!..

Daquele tempo bom, só guardei o AMOR No peito,
carregando lagrimas de saudade, Gritando teu nome sem jeito, Silêncio não tem validade e vou permanecer assim desse jeito por tempo indeterminado, até que um dia eu volte a sentir teu abraço GOSTOSO, tornando tudo perfeito"

Amante do amor,
prisioneiro da dor,
escravo da saudade que voçê deixou...

Deus decreta, de eternidade a eternidade, que todos os que creem no Filho do Seu amor, devem se conformar à Sua imagem [...]. John Wesley - Sermons on Several Occasions (Nova Iorque: J. Emory e B. Waugh, para a Igreja Episcopal Metodista na Sede da Conferência, 14 Crosby Street, 1831), vol. 2, p. 39.

Existe uma fé movida pelo medo e outra sustentada pelo amor. A primeira se dissipa quando o perigo passa; a segunda permanece inabalável, mesmo diante do silêncio de Deus.

⁠Se o Amor possui algum formato, ele tem o seu sorriso presunçoso, seu olhar misterioso, sua pele macia e seu beijo gostoso.

Mulher é tão malandra que deita nó peito do namorado e pergunta ''Amor você já mim traiu '' só par ouvir o coração acelerar.

O fio vermelho do amor verdadeiro


Todos possuem esse fio vermelho. E quando finalmente estão prontos para se encontrarem e ficarem juntos, já nascem apaixonados.


Geralmente são sensitivos e conseguem se encontrar no mundo espiritual, porque lá já são casados. Encontram-se nos sonhos, na intuição, na imaginação ou na telepatia. São um só, vindos do mesmo sopro, da mesma energia, e passam a vida inteira com a certeza de que um dia irão se encontrar pessoalmente.


Porque o primeiro encontro não é pessoal, é energético. É a mesma frequência. Pode ser a metros de distância e tudo é destino. Se for para se encontrarem, tudo é divinamente orquestrado na hora e no momento exato, como uma dança em total sincronia.


O universo inteiro ajuda, com música "aleatória", sincronicidades, telepatia, o nome sendo visto e ouvido o tempo todo... No início tudo é só uma loucura, depois vem a compreensão.


E quando esse dia chega, tudo se transforma.


Porque é incrível demais para ser real. E não dá para confiar apenas nas próprias memórias. Mas o destino é perfeito e deixa um caminho de tijolos amarelos, como na história, que te conduz até manuscritos, desenhos da infância, escritos da adolescência, diários com sonhos registrados pela sua própria mão, poesias, músicas e declarações de amor que, sem que você percebesse, já revelavam o sobrenatural e o caminho por onde o fio vermelho percorreu toda a sua vida.

Terreno Baldio do Amor


Eu lutaria por um amor.
Faria de tudo, iria até o inferno por ele e para ele. E isso, para mim, não seria submissão nem dependência, pelo contrário, seria responsabilidade emocional. Tentaria rever os meus passos, identificar as brechas e compreender o terreno baldio que se formou no coração do outro, porque um terreno abandonado pode ser invadido sem nenhuma permissão.


Mesmo quando o amor acaba — o falso amor, porque o verdadeiro é eterno —, ainda fica o respeito. E, se esse também acabou, não deve ter sido de graça. Nunca é...


Mas é mais fácil desistir sem lutar, perder para só então perceber que tinha tudo, mas preferiu permanecer na síndrome de Gabriela: "Eu nasci assim, eu cresci assim, e nunca mudo..."


Porém, vivemos em um mundo em constante movimento, onde nada permanece igual. A Terra nunca para, os ciclos mudam, e seria uma tolice acreditar que o outro precisa, ao longo de toda a relação, apenas dos mesmos cuidados que recebeu no início.


O amor não exige apenas que saibamos começar, mas que tenhamos disposição para continuar cultivando.


Afinal, não é uma conquista que se guarda numa prateleira, como se, depois de conquistada, não precisasse de mais cuidados. É como um jardim: até as flores mais bonitas precisam de atenção, carinho e dedicação para continuar florescendo. ❤️🌷

"Pois o Senhor é bom, e o seu amor leal dura para sempre; a sua fidelidade permanece por todas as gerações".




Salmos 100:5

Uma Bofetada de Amor.


Não espero curtidas ou coraçãozinhos...


Porque ninguém aplaude quando leva uma bofetada, quando é ferido...


E é exatamente isso que quero...


Mexer onde ninguém toca. Onde você resolveu se esconder, fugir daquilo que te faz sangrar, do que te faz sentir, do que você realmente é.


Aquele lugar que o mundo não conhece e que você tenta esquecer...


Não espero curtidas. Quero que, ao terminar de ler, você saia do texto sem palavras, sem movimentos, em choque, porque uma luz vermelha de emergência se acendeu dentro de você e agora está tentando entender onde foi parar e por quê.


E isso leva tempo, porque o próprio corpo entra na defensiva, tentando se proteger da cura, com medo do desconhecido.


Mas não tenho pressa. Eu espero.


Esse é o preço do amor...


E é em nome dele que não quero ver ninguém sofrer, afogando-se nas próprias máscaras, escondido dentro de um véu de ilusões.

PERGUNTAS — PARTE 1


Quem...


1. Quem melhor compreenderia a ilusão do amor senão aquele que foi consumido pela dor e descobriu que amar é apenas vestir a carência com poesia?


2. Quem reconheceria a falsidade da paz senão aquele que sentiu a guerra pulsar nos ossos e percebeu que o conflito é a única constante da existência?


3. Quem enxergaria o fracasso da amizade senão aquele que atravessou a desilusão e concluiu que todo laço é interesse disfarçado de afeto?


4. Quem definiria a confiança senão aquele que sentiu a lâmina da traição cravada pelas mesmas mãos que antes o acolhiam?


5. Quem compreenderia o absurdo da companhia senão aquele que encontrou na solidão a forma mais lúcida de existir?


6. Quem entenderia o peso do desejo senão aquele que, ao renunciar, percebeu que a vontade é um ciclo inútil que se alimenta de si mesmo?


7. Quem interpretaria a verdade senão aquele que viveu da mentira e descobriu que o silêncio vale mais do que qualquer discurso?


8. Quem conheceria a fome senão aquele que foi ignorado até pelo pão mais simples?


9. Quem compreenderia o racismo senão aquele que o praticou e viu, no próprio ódio, o reflexo cru da condição humana?

"Quando o amor anterior é substituído, o actual pode ser amargo"

Quem ama verdadeiramente não precisa escolher entre amar o próximo ou amar a si mesmo. O amor autêntico transborda em ambas as direções.

Quem cria um filho para depender de si não prolonga o amor; prolonga a infância. E toda infância que sobrevive ao tempo acaba se transformando em uma velhice sem autonomia.

Há pais que passam a vida inteira chamando de amor aquilo que, na verdade, é a mais refinada forma de sabotagem. Blindam os filhos contra a dor, contra a disciplina, contra o “não”, contra as consequências… e depois se espantam ao descobrir que criaram adultos incapazes de enfrentar a própria existência. Quem elimina todos os obstáculos do caminho do filho não facilita a caminhada; elimina o caminhante. No lugar de consciência, instala dependência. No lugar de caráter, conveniência. No lugar de responsabilidade, vitimismo. E, quando os pais já não conseguem sustentar o peso que criaram, a vida apresenta uma conta que nem dinheiro, nem patrimônio, nem herança conseguem pagar. Porque a pior pobreza não é faltar recursos; é faltar estrutura para existir sem alguém que continue sustentando aquilo que a educação nunca construiu.

Há pais que não criam filhos; criam dependentes e chamam isso de amor. Alimentam cada capricho, negociam cada limite, compram cada silêncio, removem cada consequência e, no fim, aplaudem uma obediência que nunca foi virtude, mas conveniência. O que chamam de proteção é, muitas vezes, medo de frustrar; o que chamam de cuidado é incapacidade de educar; o que chamam de amor é apenas a recusa em suportar o desconforto de dizer “não”. Cada responsabilidade assumida no lugar do filho é um pedaço de caráter que deixa de ser construído. Cada dificuldade evitada é uma força que deixa de nascer. Pais que fazem da própria vida um escudo permanente não estão preparando os filhos para o mundo; estão preparando o mundo para carregar filhos que eles mesmos decidiram não formar. A tragédia não começa quando os pais morrem. Ela começa no exato instante em que deixam de educar e passam a servir. Porque o pior abandono não é deixar um filho sozinho; é entregá-lo à vida sem consciência, sem disciplina e sem a capacidade de existir sem depender de alguém.