Autêntico, Autenticidade
Seja verdadeiro, justo, assertivo, arrisque e confie em você!
Conheça-se, estude, desenvolva novas competências, corrija seus erros e torne-se uma pessoa melhor a cada dia; mas faça isso por você, não para agradar ou ser aceito por uma pessoa ou grupos sociais.
Autenticidade em primeiro lugar!
* Seja sempre você nunca o que os outros gostariam que fosse.
Não seja modelo ideal de ninguém, não permita ser moldada para satisfazer a vontade alheia, você não é "brinquedinho" para ser manipulado (a). Mantenha sua integridade, não se perde nada por ser autêntico, quem gostar de você saberá te respeitar e vai te amar do jeito que é, se alguém quiser transformar você segundo sua vontade não te ama, não te respeita, portanto não te merece. Melhor manter distância desse tipo de gente. Fica a reflexão!!*
"Boa tarde. Para garantir o seu nome, o Brasileiro quer ser sempre o primeiro em seu reino. O meu pai, é a época do nosso sistema"!
...Enquanto a superficialidade imperar sobre nossas ações, continuaremos vivendo diariamente nessa ânsia de encontrar algo intenso e profundo... O desejo é movedor da ação humana, segundo Freud. Por isso, faz-se necessário a “intensidade” e a “profundidade” . Mergulhe em territórios desconhecidos, sem medo, sem pressa. Não se preocupe(...)caso você afunde a culpa não foi sua...Lembre-se: sempre haverá um novo dia, um novo recomeço. E se não houver? Bom. Aí você pode se orgulhar, sua autenticidade e congruência serão lembrados pelos que ficaram.
Texto de: @psicologa_isabellemarques_ Frase de: Carl Gustav Jung “QUALQUER ÁRVORE QUE QUEIRA TOCAR OS CÉUS, PRECISA TER RAÍZES TÃO PROFUNDAS AO PONTO DE TOCAR OS INFERNOS”. (Jung)
Efémera, a vitória é como a brisa que passa, como o orvalho que evapora ao primeiro toque do sol. Hoje, no cume, brilhamos, amanhã, talvez, no fundo do vale, apenas lembrança. A posição social, esse palco transitório, erguido sobre ilusões, desmorona-se ao sopro do tempo.
Devemos ser o melhor de nós mesmos, quer no topo, onde o vento é mais forte e o frio mais cortante, quer no fundo, onde a sombra nos envolve e a terra nos acolhe. Cada instante pede a plenitude do nosso ser, como se cada respiração fosse a última, como se cada gesto pudesse durar uma eternidade.
A derrota, essa fiel companheira, vem sempre, sutil ou implacável, lembrar-nos da nossa fragilidade. E, no fim, a morte, que conquista tudo, até o próprio tempo, ensina-nos que nada permanece, tudo é passagem.
Sejamos, então, inteiros na nossa efemeridade, autênticos em cada passo, e que a nossa essência seja a única constância na incerteza do viver.
Não podemos culpar o diabo pelos nossos problemas, nem atribuir a Deus o mérito das nossas boas escolhas. Deus nos inspira o amor, a força, a justiça e a coragem enquanto o Diabo o desamor, a fraqueza, a injustiça e a covardia. Somos os únicos responsáveis pelos rumos que damos às nossas vidas. Cada escolha é uma oportunidade de crescimento e aprendizado, e cabe a nós assumir a responsabilidade pelos resultados, sejam eles bons ou ruins.
Ao contrário, do que se pensa, ser você mesmo, não é barato, é caro, tão caro que poucas são as pessoas que conseguem pagar o preço.
Muito da nossa infelicidade e decepções, provém, do uso impositivo de máscaras sociais, quando nos amoldamos a grupos, fingindo ser outra pessoa, não falando a verdade a nós mesmos e anulando a nossa essência.
Pensar com a própria mente, é o que lhe proporcionará uma vida de qualidade ... todo pensamento coletivo, em algum momento lhe manterá na inercia !
Numa cultura tecnológica, os únicos valores reconhecidos são dinheiro, poder e sucesso. Autenticidade é uma coisa do passado, atualmente representada por peças genuínas de antiquário. Daí o seu valor.
No momento em que você deixa de fingir e experimenta, mesmo que por breves segundos, a verdadeira felicidade, sua vida se transforma radicalmente. É como saborear algo pela primeira vez; tudo o que foi dito ou teorizado anteriormente perde o sentido diante da autenticidade dessa experiência.
Quando não se sabe o próprio valor, tornamo-nos refém da percepção do outro sobre nós mesmos. Talvez pelo medo de encarar a realidade do que se é, medo de não gostar do que se vê, medo de saber que é preciso mudar e melhorar sempre. Pois se o outro me valida sempre, então estagno-me confortavelmente em mim mesmo e visto a minha própria pele e defeitos sem culpa.
No entanto, perde-se a autenticidade de ser germinado em si mesmo.
Ser quem você é, é o maior ato de liberdade.
“Se você esquecer quem é, os outros vão te transformar naquilo que eles querem que você seja. O preço de agradar a todos é perder a si mesmo.
Uma identidade emprestada nunca encaixa na alma. Ser quem você é incomoda? Então, você está no caminho certo. A maior revolução é viver sua verdade sem permissão.”
Mais um dia se inicia. E aproveito pra te perguntar:
Quanto você tem no bolso, meu amigo?
Será que tem o suficiente pra pagar o preço de ser você hoje?
Aliás, antes de mais nada, responda pra si mesmo: qual o seu preço? Qual o seu valor? Você é do tipo promoção, preço em conta, caro ou caríssimo? Até que ponto você não abre mão dos seus ideais, não se deixa levar pelo espírito de manada e não se acovarda diante de intimidações pra defender aquilo que acredita ou manifestar amor por aquilo que gosta?
Ou você é de graça? Que se vende por qualquer coisa (seja por pressão, por vergonha, por desejo de aceitação, por medo ou para agradar o próximo)? Sabe como, né... igual camaleão: que fica azul se o colocam no azul ou amarelo se o colocam no amarelo. Bem, se for esse o seu caso, pode parar de ler aqui. Não me leve a mal, não quero parecer rude. Mas não é com você que eu estou falando.
Quero trocar uma ideia com aqueles que tem valor. E que por consequência pagam um preço todos os dias por isso.
E aí, quanto te custa ser você? A mim custa caríssimo.
Então volto a fazer a pergunta inicial: o que você carrega no bolso todos os dias é suficiente pra pagar o teu preço? Você está bem abastecido de amor próprio, autoconfiança, sabedoria e humildade? É preciso humildade sim, meu amigo! Sobretudo pra reconhecer uma falha, uma ideia errada, um ato ou sentimento injusto. Não confunda as coisas: o fato de você ser firme em seus ideais não significa que tenha que ser inflexível ou mente fechada para o resto do mundo. Autenticidade não é sinônimo de intolerância. Nem de burrice.
Encha os bolsos, companheiro. Pague o seu preço.
O mundo está vendido demais. As pessoas se vendem a troco de qualquer coisa.
Seja raro. Seja caro
