Ausencia William Shakespeare Amor

Cerca de 246521 frases e pensamentos: Ausencia William Shakespeare Amor

" Eu te amo
como se pudesse viver sem tua presença
e na ausência
amo-te ainda mais
meu prazer,
será um dia dizer,
quando muito velho
que te amei a vida inteira
e desejei tão somente a tua felicidade
mesmo sentindo que ela
teria que ser
um pouco longe de mim...

Inserida por OscarKlemz

⁠Te desejarei na distância
na ausência
na falta
e mesmo que tua vinda seja apenas um sonho
sonharei contigo, todos os dias, até o fim
porque para mim, não existe outra
e longe de ti
solidão será minha companheira
porque não te amo pequeno
mas imenso, incontrolável, duradouro
feitio que me faz ser teu e incapaz de pensar em ser infeliz
pois a felicidade para mim
tem a graça do teu riso
o gingado do teu corpo
e a conexão perfeita com o teu nome..

Inserida por OscarKlemz

⁠Se nasci para ser só?
tua ausência
indica que sim...

Inserida por OscarKlemz

"" O que entristece não é sentir sua ausência. O que machuca é saber que de mim você não sente a menor falta...""

Inserida por OscarKlemz

"" Falta, perda e ausência.são sinônimos de saudade...""

Inserida por OscarKlemz

Às
vezes
não é tristeza.
É só sua ausência
incomodando minha saudade.

Inserida por abraatiko

o sol serenou a manhã e a noite coloriu a solidão, na ausência de nós dois, há poesia e violão;

e todas as canções pisoteavam nossos pés sem nós dois para driblar as orações que nossos corpos inventavam;

e de tocaia na madrugada eu via estrelas e não conseguia me ver, nos desencontravam,

mesmo com dor estava suave e o nariz ardendo, debaixo de chuva e na rua apenas caminhavam ventos, levando embora você....

Inserida por gnpoesia

O que é verdadeiro te leva à perfeição. E o que é a perfeição senão a ausência de dor?

___Sim_
❤️

Inserida por marcelio912

⁠Toda essa dor, saudade, paixões não correspondidas, infelicidades, tristezas e ausência de vida.
Talvez eu mereça...

Inserida por Pedro_Santos_2004

'AUSÊNCIA'

No terreiro: palmeiras sem ventos, galhos amarelos. Plantas sem
águas, folhas sem elos. Muro caído e o cachorro, fiel e amigo,
resiste na escuridão. Há um letreiro de nuvens discursando a
falta de chuvas ...

Na cozinha, há muito a cadeira está vazia, análogo, o armário
triste lamenta tuas mãos. Uma artilharia de traças ainda
corrói o velho violão solitário, acorrentado, soando inexistência, inutilidade de cheiros ...

No quarto, a cama solitária insiste no silêncio que congela. As dobradiças, as dobradiças resignadas estão emudecidas. As luzes pediram descanso, falta biografia, estão empoeiradas, sem vida, morosas no remanso, mero utensílio, pairando insuficiência, ausência ...

Inserida por risomarsilva

Quebradiça,
a rua espera lá fora.
E aqui dentro,
ausência,
dor violenta.
Explosão de cristais.

Inserida por risomarsilva

Crença da Alma

A minha mente ultimamente só enxerga o que aceita, talvez a ausência de sinais tenham deixado ela sobrecarregada. Não é bom se apegar ao que deixou de acontecer, quanto mais eu perseguir ou tentar forçar o encontro do amor, mais acidentes e rasteiras levarei. A vida pode ser curta ou longa demais, mas nós não somos os mesmos de ontem e nem os mesmos de amanhã, na composição da vida está o verbo mudar! Contudo, todos nós precisamos nos entregar aquela crença profunda da alma, quando ela nos lembra que seremos reconhecidos no meio da multidão no momento certo pela pessoa predestinada a completar a nossa vida, e ai, o coração estará bem ancorado, no seio do amor.

Inserida por Ricardossouza

Aprenda com a ausência de quem você gosta, saiba que não basta senti-la, mais sim tenta-la diminuir mesmo que seja um pouco por dia. Para chegar uma hora em que você não a sinta mais.

Inserida por fabricio_hermanos

AUSÊNCIA.

Estamos distantes um do outro, nossas agendas não coincidem. Eu sempre estou ao seu lado nos melhores e piores momentos, mas você só aparece quando estou bem. Você sabe que naquele dia, quando disse que não queria ver ninguém na minha frente, eu não te coloquei como ninguém. Eu só queria que você entendesse que para mim você nunca será ninguém, você sempre será tudo para mim. E naquele dia, você se fez de ninguém, porque nem você apareceu.

Inserida por Eraldosilva123

O frio não existe o que existe é a ausência de calor. Seguindo essa logica o ódio não existe o que existe é a falta de amor.

Inserida por MelissaSalles

⁠Tua ausência é como um membro arrancado ferozmente, cada átomo meu até o último vibram violentamente por ti. Você é caos e calmaria, você é oceano e tempestade, és a dúbia beleza da vida de ser e não ser. Quero meus demônios dançando com os teus, quero meus medos conversando com os teus. Nossos olhos transam e traçam desejos e sonhos nossos e final de tudo, só existirá apenas um corpo só, de nós dois juntos.

Inserida por fabricio_ferreira

O Eterno Quadro da Ausência.

I — O Ateliê do Silêncio.

Há um instante em que a alma, fatigada, já não distingue se o que sente é dor ou lembrança.
O ar pesa como tinta não misturada, e o coração lateja como um relógio que perdeu a noção do tempo.
Tudo o que resta é o quadro diante de mim — o mesmo, sempre inacabado — e o vulto que ele insiste em reter, ainda que o corpo que o inspirou já não exista senão nas dobras do pensamento.

O amor, esse artista cruel, ensinou-me a pintar com lágrimas. Cada traço é uma despedida, cada cor, uma esperança morta.
Há dias em que creio tê-la libertado da tela, e outros em que percebo: foi ela quem me aprisionou nela.

II — O Olhar Que Permanece.

Há algo de doentio em amar o que já não nos responde.
E, no entanto, é nesse delírio que a vida encontra sua última beleza.
O olhar que me fita do retrato não é mais o dela — é o meu, devolvido em eco, fragmentado pela saudade.
Sou eu, dividido entre o que amo e o que perdi, entre o real que nega e o sonho que insiste.

Dizem que a morte é o fim, mas a ausência é mais cruel: ela continua viva, mas intocável.
A cada noite, o pincel busca uma cor que não existe — o tom exato daquilo que foi amado.
E, quando o encontro, já é tarde: a luz da manhã dissolve o milagre, e eu retorno à doença da razão.

III — Filosofia da Perda.

A realidade é um quadro imperfeito.
Negá-la é o instinto dos que amaram demais.
Aqueles que já tocaram o abismo da ternura sabem: o amor é uma forma de sofrimento escolhido — a mais nobre das enfermidades.
E há uma pureza nisso, uma santidade quase patológica: viver é prolongar o instante que nos mata.

O pensamento, esse médico impotente, observa o coração como quem assiste a um incêndio que não se apaga.
O amor é o fogo, e a ausência, o vento.
Nada é mais real do que a dor que se sente quando tudo o mais já cessou de existir.

IV — O Funeral do Sentimento.

A doença não é do corpo — é da lembrança.
Diviso, às vezes, o meu próprio funeral: não há lágrimas, só o eco das minhas palavras presas nas paredes do quarto.
Sobre o caixão, o quadro: inacabado, obstinado, com aquele mesmo olhar que me persegue.
É o retrato daquilo que amei e daquilo que fui.

Talvez o amor seja isto — a tentativa insana de imortalizar o que o tempo já levou.
Talvez a morte seja apenas a moldura que encerra o último sonho.

Inserida por marcelo_monteiro_4

“A solidão não é ausência de vozes, mas a convivência íntima com aquilo que insiste em nos observar por dentro.”

Inserida por marcelo_monteiro_4

O seu silêncio não me engana,
E tampouco a tua ausência.
O teu peito sempre reclama,
E quer o meu por excelência.

A sua emoção pela vida,
E repleta de malícia.
A sua forte experiência,
E que deseja-me rendida.

O seu silêncio não me engana,
E tampouco menos escraviza.
O meu peito é cheio de liberdade
E sou feita de inteira [poesia].

A tua convicção de que só se vive
- uma vez -
É distante da minha razão que segue
A luz do amor e a voz do coração,
A minha vida é vivida com paixão.

Inserida por anna_flavia_schmitt

O peito se agita,

Estou assim

Por causa da

tua breve ausência,

Ele se agita

Por uma vontade

amorosamente vadia,

É uma vontade

imperiosa de reunir

As tuas saudades

com as minhas,

Escrever para nós

dois é uma ode

à bem querência

longe de ser vazia.



O peito não

sabe como mensurar

Essa doce

alegria de penar,

Ele se agita

por uma vontade amorosa

De mergulhar

no teu corpo,

É uma vontade imperiosa

De reunir o teu

sabor com o meu,

Escrever para nós dois

é uma ode à liberdade

- longe de não nos libertar.



O peito não sabe

como mensurar

O tamanho da graciosidade

versada sobre nós,

Ele se agita

por uma vontade amorosa

E vagarosa por cada

pedacinho teu,

Essa vontade imperiosa

De reunir o teu

amor com o meu,

Escrever para nós dois

é uma ode à descomplicação

- longe de não desejar

desatar os nós.



O peito se agita,

estou assim por causa

da tua breve ausência,

Ele se agita por uma vontade

amorosa de ser tua,

É uma vontade imperiosa de faiscar

com os arrepios da tua alma,

Escrever para nós

dois é uma ode à paz

que há de te trazer

de volta - e desejoso

da minha calma.

Inserida por anna_flavia_schmitt