Ausência
Ruim mesmo é acostumar
Com o efeito da ausência
De pessoa que nunca pensei
Que fugisse da minha presença
Por mais que pareça
Que estás ausente
Em mim torna
Cada vez mais presente
Saudade tem rosto na memória,
Tem doce lembrança uma ausência
Que incomoda,
Se minha saudade tivesse asas eu voaria ate
O infinito, E ficaria no silencio dos seus braços!
" Chifre dói "?
Se me perguntarem o motivo da minha dor
Direi que não é a tua ausência...
E sim o teu desamor.
Desculpa minha insistência ...
Perguntar se é verdade ou apenas rumor
Roubaram de mim o teu amor?
A minha alegria transformou-se em dor
Dor que desatina sem querer
Tinha espinhos a minha Flor
Que me alfineta e faz doer
Sinto apenas dessa pétala o odor
A lembrança dos beijos ao entardecer
Se quiseres voltar.. mesmo com dor
Te aceito com seus defeitos..pra não ti perder!!
Cortinas fechadas
Sinto tanto por quem não sente. ..
Por quem tem ausência de sintomas de alegria.
Sinceramente, entre a gente tem tanta gente sem nostálgia.
Sinto muito...
Sinto até o sentido do que "sentido nem faz". Sentimentos de vida, sintomas de paz.
Cá estou, seguindo um sentido único. "Uma só direção". Na certeza de que a verdadeira felicidade está de caso sério com a minha emoção.
Sinto por quem não sente, e mente que está sentido. ..
Sinto por quem finge amores que necessitam de platéia aplaudindo.
Ausências
Muito perto essa sua voz, essa voz, da lembrança, que ecoa em mim.
E ainda mais longe, a sua mente em outro lugar, como uma viagem me escapa,
Estou lá, presente e ausente, assentindo ocasionalmente.
Muito perto, chego a pensar, que vem de dentro de mim essa voz que ecoa num eco sem fim
Porém ainda mais longe, a sua mente em outro lugar querendo se dispersar fugindo de mim.
Quantas vezes já me traiu? Essa voz vibrando na minha lembrança do que foi a paixão.
Segure novamente a minha mão, me diz que o que ouço veio do seu coração.
Um parêntese aberto palavras e gestos que abraçam-me de muito perto essa voz da sua presença distanciando de mim a sua ausência. A sua vida é aqui e não em outro lugar, ó tu que foste a minha vida, também o tesouro que eu tinha por tudo de bom.
Vai olhar para outros lugares, verá jardins florescer. O sol a cada dia nasce, ó minha linda, querida, renascendo como um outro amor como a fênix que surge das cinzas de uma chama que se apagou. Porém surge mais bela e mais vívida.
Deixe minhas memórias esquecerem aquela voz já perdida da ausência e revela-te a mim, querida.
A presença não somente física mas das emoções já vividas.
Nunca foi beijada.
Não pela ausência
de oportunidades.
Ela não se conecta
tão facilmente.
Nunca se deixou
ser beijada.
Seus lábios
deseja apenas
os lábios do amor mutuo.
Deseja o toque do divino
com o qual seus olhos
viriam a ser agraciados,
na glória de um rosto
a transcender por um olhar.
Por mil motivos,
ela escolheu não ser beijada.
Porque o primeiro
e todos após ele,
haveriam de pertencer
àquele que lhe arrebatou o coração.
Quando estou em Paz percebo o quanto a Vida é simples. Uma sensação de ausência de desejos, um interesse de apenas aproveitar este momento único e inédito!!!
Sejamos simples e profundos.
Paz, não é ausência de sofrimento e nem das tribulações. Paz é saber que o pecado não tem domínio em sua vida.
Assim, o impossível, logo, o real, está correlacionado com o ab-senso, nomeadamente a ausência de toda relação, o que quer dizer a ausência de todo sentido sexual.
Coma alcoólico
Por que amá-la o destruiu. Era como estar em coma, vivo, mas com a ausência de consciência. Sem estímulos com sons e toques, apenas dor, associado a movimentos involuntários da sístole e diástole que no exato momento, pareciam ausentes, no fundo ele se sentia mais morto que vivo. A pertubação grave do funcionamento cerebral irreversível, devido ao trauma emocional e envenenamento de seu figado, provocado por doses e doses de remédios em copos de 200ml, que prometiam recuperar seus sentidos, não o ajudava nem um pouco. Estava como um zumbi, vagando sem destino e sem forças. Carregava uma carcaça corroída por destroços e feridas, cujo o peso era semelhante ao de um Adeus. Ele se transformou em algo que ninguém mais reconheceu.
Quando a noite veio
O frio da ausência
De quem ainda não conheço
Tomou conta da casa
Que pertence
A quem jamais a habitou.
E nos corredores
Onde deveria haver vida
Não mais se ouvia
Do que os soluços
Do choro sentido
Do que chamamos
De solidão.
E a luz
Que com o passar das horas
Deveria ter sido apagada
Manteve-se acesa
Tal como um farol
Que espera e procura
Por um navio
Que nunca virá.
E estas palavras
Foram ditas
Como o grito
De quem não quere
E não pode mais
Esperar.
Assim nascem
As mortes do ser.
Essa será uma ausência só de corpo... Uma meditação a se fazer sozinha, pois é sozinha que se conhece o lado nobre da alma, e sei que posso ser e me fazer melhor a cada sentido que vou dando para a vida. Estarei sempre segurando esse cálice, e me embriagarei de certezas...Voltarei curada... De todas as maledicências da vida!
Felicidade também é uma expressão para o intervalo entre a ausência de problemas e o inicio do tédio.
Na ausência de respostas o achismo prevalece. O não está entre as mais indicadas e o sim está oculto.
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