Ate o Mel mais Puro em um Recipiente
A poesia do poeta é a sua vida
Um poeta só faz poesia quando ama
Um poeta só ama quando sofre
Um poeta só sofre enquanto seu coração bate pelo amor.
Um poeta só vive.
A ODISSÉIA DE UM LUSITANO:
GAJO
Gajo olhando galhos,
Papagaios caçoando.
Gajo olhando de lado.
Aio, a enxada.
Papagaios em bando,
Vindo de banda,
Era uma banda,
Gajo apoiado,
Enxada quebrada,
Naquelas quebradas.
Roça roçando
Galhos no gajo.
Gajo coçando.
Ribanceira, rolando.
Risos e risos.
Olhos à espreita.
Odor de lírio.
Oh dor, delírio!
Condor pousando.
Com dor assolando.
A vida é estreita.
Comédia humana!
Com média, é humana!
Sem média, é profana!
Enxada quebrada.
Papagaios caçoando.
Nas águas afogando,
Que bobeira,
Era Nogueira.
Luta renhida,
Que se tira da vida.
Na vida há morte!
Na morte há vida!
Havida na sorte.
Dor doída!
Doida dor!
Riacho ribeira.
Cerne Nogueira,
Quebraste uma haste?
Um galho, rapaz...
Tem tantas nogueiras,
Tanto fez, tanto faz,
Entre tantas,
É mais uma que cai.
A vida em mim
Não sei quantas vidas terei.
Porque, pra mim, cada nova fase
que surge é um modo de renascer.
E cada vez que isso acontece,
a sensação de ter superado me faz tão forte.
Nasço de mim mesma, sozinha.
Vejo tudo agora com outros olhos.
Com outro sentido.
Há quem diga que viver não seja fácil.
E eu respondo:
De suas dores, sinta o prazer
de amadurecer, de crescer...
Isso é o que forma você.
Se for preciso, nasça...
É como se friamente me arrancassem algo.
Mas nem assim se esquece um sentimento:
A cicatriz não deixa.
É como se viesse de um mundo diferente.
Acalentando meus sonhos,
num dispertar de emoções
que duraria pra sempre.
Mas se foi...
E apesar da dor,
Por onde olho ainda vejo,
Ainda sinto,
Ainda vivo você perto de mim...
Meu anjo.
O que você consegue com um olhar eu tento expressar com palavras...o que você consegue com um sorriso eu faço com as minhas proprias mãos...o que pra você é apenas mais um momento pra mim é um desejo de eternidade...o que pra mim é amor pra você é apenas uma amizade.
Olhe para mim de longe e verá um menino, encoraja-te, dá-me a mão e descobrirá o homem existente nele.
Stephane Hessel, uma aula de Ética e Estética, um Grande Presente que recebi na tarde do dia 07 de novembro de 2009 na Conferência de São Paulo sobre como Repensar a Governança Mundial rumo à constituição de uma identidade Humana. Merci Beaucoup Monsieur Hessel au revoir...
Cada Ser Humano é diferente, assim como a dor que ele sente, cada alma é singular, e cada um ama, como sabe amar
O ódio é como o numero zero, não acrescenta nada! Já o amor vai do um ao infinito, ele acrescenta conforme sua intensidade.
Caminhei sozinho,
Procurando um caminho,
Para nao me ver só.
O Sol me deu um brilho, que me fez caminhar ao encontro do mar.
A lua apareceu,
O Sol se escondeu,
A estrela prometeu um caminho melhor,
Aonde posso caminha e contigo sempre estar.
Todos possuimos um mesmo tipo de força, tanto para ganhar muito dinheiro quanto para ter bons relacionamentos. Eu chamo de força do pensamento!
Por Onde Andarei
A paz é um direito.
Direito de comer.
Direito de beber.
A vida é uma luta.
Luta que sangra.
Faz cair os dentes.
O tempo é relativo.
Relativo no que acontece.
Relativo no que vai acontecer.
A derrota é inevitável.
Inevitável como o choro.
Inevitável como o sorriso.
Viver é um direito.
Direito de se magoar.
Direito de amar.
Direito de ao menos poder falar.
Que seja por um dia,
minha alma estará limpa.
Assim como o céu em dia de sol.
Como eu digo: "Viver é dor".
A vida se perde sem amor.
Folha E Um Lápis
Parece bobeira minha, mas eu achei você por aqui,
nem quis acreditar que ainda pensava em você.
As ruas da cidade ja não estão coloridas quanto antes,
vamos correr, e tentar trazer a vida novamente.
Não estou sózinho, eu sei que alguém olha por mim,
quero liberdade, você comigo em paz.
Amigos, milhares deles há minha volta assim,
como numa roda de musica traz.
E ontem vi que o violão estava sem a corda Mi,
o que acontece é que não temos dinheiro.
A Wis quer me ouvir,
mas sem cordas não vai dar pra tocar com o porteiro.
Pegue logo uma folha e um lápiz antes que tudo fuja,
escreva essa história de alegria.
Começa com uma ideia e evolui para uma musica,
uma onda de positividade que traria a paz
onde você estivesse, e limparia essa agonia.
A diferença que um papel de bala no chão faz
Muita gente não tem noção do quanto um papel de bala jogado no chão de uma rua pode fazer uma grande diferença, e ajudar a destruir cada vez mais o meio ambiente, e a deixar a local mais feio.
Cada papel de bala jogado na rua pode com o vento e com uma chuva ir para um bueiro, entupi-lo e causa uma enchente, não, não estou falando de só um papel de bala, mas quem joga um papel de bala na rua não joga apenas uma vez, e não é só uma pessoa no mundo que faz isso, por tanto esses muitos papéis de bala, jogados por muitas pessoas podem causar uma grande enchente e deixar muita gente sem casa, sem móveis e até sem vida, isso pode acontecer até com a própria pessoa quer jogou o papel de bala na rua.
O vento também pode levar esse papel de bala para uma reserva ambiental, ou um rio, um lago, imagina esse papel multiplicado por muita coisa?
Agora se cada pessoa que joga papel de bala no chão fosse jogada pra fora do mundo, quantas enchentes não aconteceriam mais, quantas matas, rios e lagoas não seria mais poluídos?
Um jovem frustrado poeta
Quando eu tinha uns quinze anos de idade comecei a escrever, a princípio eram letras das músicas da banda que eu iria ter, até guitarra eu tinha, mas não sabia tocar. Depois de um tempo, convencido de que aquele lance de banda não daria certo comecei a escrever poemas, que não se diferenciava muito daquilo que eu chamava de letra de música. Sentia-me o poeta, Cazuza passava longe daquilo que eu via como meu futuro.
Eu tinha o prazer em mostrar para todos os meus escritos, minhas obras de artes. Hoje sinto vergonha de um dia ter feito isso. Quando me lembro das letras eu penso: “Quanta bobagem!”. Eu falava sobre o amor sem nunca ter vivido-o, falava de paixão, de mulher, não rimava nada, mas eu era um poeta.
As coisas vão evoluindo, com o tempo fui escrevendo coisas mais maduras, o amor passou a ser menos encantador como o de antes, porque eu o vivi. As paixões passaram a ter mais críticas e eu não escrevia mais sobre as mulheres, pois eu passei a conhecê-las, a partir daí não conseguia mais entendê-las. Hoje não escrevo mais poemas, passei a ler mais, a conhecer os poetas e descobri que não sou um poeta. Passei a escrever crônicas, escrever críticas de tudo, descobri que sou como um velho rabugento cansado de tudo. Talvez depois de um tempo eu volte a olhar o que escrevo hoje e perceber que sou um péssimo cronista, talvez porque até lá, com certeza eu vivi muito mais coisa, e sentirei saudades do que hoje eu já me cansei.
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