Ate o Mel mais Puro em um Recipiente

Cerca de 539292 frases e pensamentos: Ate o Mel mais Puro em um Recipiente

Todos os seres se encontram em escalas de consciência diferentes: ver cada vida como um aprendizado é um caminho longo de evolução, mas ver cada vida à luz da eternidade é como um segundo.

Inserida por CristinaFerreira14

Haverá um dia em que as pessoas descobriram que elas são responsáveis pelo seu próprio céu ou seu próprio inferno!

Inserida por angelicaabrv

Deus não seria sacana a ponto de botar um desejo em seu coração que você não possa realizar... O céu só é o limite para aqueles que ainda não aprenderam a voar.

Inserida por PensadoraApaixonada

O POETA

O poeta
É um mago ator
Tira de sua maleta
Trilhas de dor e amor
Encenando com a caneta
Atos com cheiro e sabor
Da criação
Para o ledor,
espectador...
Assim, nesta atuação
Dum eterno amador
Desfia fantasia da imaginação...
Em cenas, como autor.

Luciano Spagnol
Cerrado goiano

Inserida por LucianoSpagnol

Para um professor, o maior trabalho é conhecer o pensamento dos homens.

Inserida por muriloamati

Construa a Nota que faz de Você um Perfeito Acorde.

Inserida por gisele_santos

O Governo notou que: prestar um péssimo serviço é um ótimo negócio para ele, pois logo surgem empresários interessados em bancar esse mesmo serviço - cobrando caro – porque é PARTICULAR. Quiçá, alguns, auferem recursos do próprio Governo...

Inserida por BlogOPlebeu

O homem perfeito matará a mulher de um tédio infernal.

Inserida por robsonfq

Essa geração está tão não-me-toque e não-me-rele que se você soltar algum gás um pouco mal cheiroso, vão falar que você está ferindo prejudicialmente o sistema olfativo do amiguinho e ele vai te processar por alto índice de toxidade

Inserida por AssentadoNoTrono

Quando se inicia uma relação, uma paixão, um amor, vem na cabeça, preciso de coragem, para tentar de novo, vem o medo, o receio, preciso de cuidado , procurar sempre a verdade, pois ela nos beneficia sempre, de algum forma… a sinceridade consigo mesma e com quem irá partilhar momentos da sua vida, importância de sinceridade com seu coração.. Para que não se repita o erro da enganação consigo mesma e com os outros...Mas o que posso dizer se é que serve de consolo é que no meio de tanta indecisão , complicação, medo… Não custa tentar, assim você não vai se arrepender por nunca ter tentado, nunca ter vivido.

Inserida por rachellvidal

Pra começar, quero dizer que ainda sou o mesmo, e nem você mudou. O nosso fim foi um pretexto pra recomeçar o que não terminou.

Lobão
Música: O Jogo Não Valeu. Composição: Lobão, Ivo Meirelles e Regina Lopes
Inserida por profeborto

É melhor ter luz para um cômodo do que ver ela se apagar ao ser vista pelo auditório

Inserida por JhonatanRamos

Por que há de se orgulhar do homem? Sua
concepção é uma culpa, o nascimento, um castigo, a vida uma labuta, a morte, uma necessidade.
Do Original:
“ Quid superbit homo, cujus conceptio, culpa
Nasci poena, labor vita, necesser mori!”

Inserida por profeborto

"O Amor é a base de um novo recomeço para as mudanças necessárias na terra".

Inserida por sandra_prata

A ESCOLHA É SUA,MAS A DECISÃO É DE DEUS.NÃO TEM JEITO QUERENDO OU NÃO UM DIA TODOS ÃO DE PRESTAR CONTAS.

Inserida por Cacio01

Pra quem tem um bom coração, magoar as pessoas que te amam, é como morrer de um dia pro outro, cada decepção é uma vida que nós perdemos. É muito pior tirar a esperança dos olhos dos outros do que dos seu próprios olhos.. saiba que ás vezes você representa um grupo de pessoas que também queriam estar no seu lugar e poder lutar e vencer na vida.

Inserida por Dirleisantos

Ponha um fim no drama que é sua vida. Se aceite e viva. Ninguém vai resolver nada além de você mesmo.

Inserida por swamipaatrashankara

FILAMENTOS DE UM PÔR-DO-SOL ANDRÓGINO (*)
Admirava-o. Não perdi a admiração. Acredito que ela tenha aumentado. O bizarro, é que nunca cheguei a pensar como tudo havia acontecido. Eu era, testemunha ocular de um gesto que o personalizou, ainda que não tenha tido a intenção, seu trabalho bastaria, como bastou. Entre os estandartes da demência e da genialidade, fez-se eterno.
O vermelho deslizava-lhe pelo pescoço, avolumando pequenas poças, coágulos, gosmas, querubins malditos, formas mortas, abortos, abutres, assentados nos pêlos da sua barba. Seu olhar fixo, sem nenhum tremor, como se nada acontecesse, e não fora ele o autor, intérprete, diretor, cenário e palco do monólogo vermelho. A colcha que cobria a cama ganhava nova coloração e forma, pintura primitiva, esvaindo-se das minas da carne, viscosa e quente, contrastando à indiferença do seu olhar, parede e alcova, da emoção. O corpo demonstrando declínio ante a dor não exposta e fraqueza natural, quedou-se devagarzinho, de encontro à cama.
O instrumento cúmplice, banhado de vermelho, parecia um bumerangue aborígene, pássaro apocalíptico da trilogia da negligência. Nós éramos mórbidos epigramas do triângulo em gestação. Cortado pelo gélido pincel, foi-lhe a carne dividida, lembrando o pão da santa ceia, às avessas.
Ela estava arrancada dele, definitivamente separados. Não fiz nada. Senti que não deveria interferir. No entanto, não poderia abandonar aquele momento trágico e sedutor, sem pegar um souvenir.
Quanto tempo sonhei com aquela tarde no Louvre. Lá estava eu, entre dezenas de grandes mestres, todos fascinantes com seus estilos, e rupturas que marcaram época, contudo, queria encontrá-lo, devorá-lo ao vivo, longe das reproduções e slides, que durante anos foram companheiros nas salas de aula. Somente ele, nenhum outro, de tal forma, conseguia desequilibrar-me, colocando-me à deriva emocional. Diante da sua arte, caminhava entre as plantações de trigo, girassóis e moinhos. Nessa viagem, frenesi de quem parte sem ausentar-se, somente retornava a mim mesmo, quando os alunos em coro, chamavam-me.
Andando pelos corredores do Louvre, escarnavam-me o olhar babando as gosmas saborosas das retinas, Delaroche, Velasquez, Picasso, Gaugain, Renoir, Monet, que me provocou compreensível – breve – parada. Ele, de certa forma, bordava as lantejoulas do meu frenesi. Continuei a busca, com a certeza da sua proximidade. Subitamente, como se algo, chamasse-me a atenção, tocando-me às costas, virei-me, e o paraíso descerrou as cortinas – a luz amarela – estrela vésper da sua pintura, mergulhava na umidez vermelha dos meus olhos.
Ignorando as pessoas em volta, perdendo com mais intensidade a noção do tempo, ao êxtase tântrico pictórico, minha alma alada, já não era alma. Era um arco-íris pousando no útero da tela, onde fiquei, até que uma voz – sempre elas – trouxe-me de volta para o outro lado – a terceira margem do rio do tempo – ao insistir que estava na hora de fechar o museu.
Saindo do Louvre, meus olhos garimpavam o transe. Na indiscreta verticalidade do abismo, encontrei o metal cortante. Minhas náufragas, suadas digitais, revelaram a dissimulada atração. Ao guardá-lo, no bolso esquerdo da jaqueta, forte era a sensação de Ícaro, cujas asas a monotonia, não mais haveria de derreter. No balanço do meu andar, o metal batia e voltava sobre meu coração, como chibatadas, açoitando a dolorida ansiedade.
A uma quadra do hotel, resolvi parar num café, escolhendo uma mesa na calçada. Após a primeira taça de vinho tinto seco, vejo-me novamente em seu quarto. Ele com o instrumento em riste, no topo da orelha, não ousava dizer absolutamente nada. Quedou silente. Os músculos de sua face e seus olhos eram os mesmos bailarinos paralíticos, completando a alegoria do hiato, antecedendo ao gesto. Sua mão, única expressão de vida, desceu num frêmito impulso guilhotinador. Um desejo irremovível de amputar. Em queda, as gotas de sangue eram filamentos de um pôr-do-sol andrógino.
Sentado no café, o garçom perguntava-me se queria outra garrafa. Pedi a conta, ao mesmo tempo em que apalpava os bolsos da jaqueta.
Chegando ao hotel, peguei a chave, tomei o elevador. Dentro do apartamento, ouvi o farfalhar das asas de dois pássaros vermelhos, fui ao lavabo, postei-me frente ao espelho, retirando, primeiro do bolso esquerdo da jaqueta, o dócil e inofensivo cortante metal. Depois foi a vez do souvenir. Ao empunhar o metal sobre minha orelha, no canto esquerdo superior do espelho, Van Gogh, observava-me passivamente. No mármore do banheiro, a orelha de Van Gogh, já não estava sozinha.
(*) EUGENIO SANTANA é Jornalista, Escritor, Ensaísta, Biógrafo e Redator publicitário. Pertence à UBE - União Brasileira de Escritores. Colaborador da ADESG, AMORC e do Greenpeace. Autor de nove livros publicados. Gestor e fundador da Hórus/9 Editora e Diretor de Redação da Revista Panorama Goiano.

Inserida por DraJaneCostaRebello

GUARDIÃ AXIS MUNDI – Um dia ousarei guardar no arquivo de teus olhos os segredos da visão do mundo: pequeno uni/verso fragmentado que trago ancorado nas janelas dos olhos e do coração. Já em teu coração rubi-romã deixarei tatuado o mapa e a bússola de toda extensão do nosso amor. Em tua alma deixarei impregnar-te pedaços de asas, essência possível do mais belo e puro verbo: quem sabe um poema alado? Se liberdade tiveres permitas a alquimia de nossos corpos. Publicarei obra imortal: escravos do amor escreveremos a duas mãos o secreto e definitivo livro de nossas vidas – Vênus-Afrodite. Guardiã Axis Mundi. (Escritor/jornalista Eugenio Santana – Autor de nove livros publicados)

Inserida por DraJaneCostaRebello

Nós nunca queremos pagar o preço que Deus nos pede.. O ser humano sempre procura um meio de aliviar o que é sofrido, ninguém faz ou fez como jesus que cumpriu sua missão de braços abertos, sentindo dor, sem tentar fugir, sem desacreditar.. E no final ele venceu. Esteja disposto a sofre, esteja disposto a ir até o fim da verdade, abra os braços e mergulhe no desconhecido e aí sim verás o teu destino.

Inserida por Dirleisantos