Ate o Mel mais Puro em um Recipiente
Quero
mas não quero.
E não querendo
quero.
Soluço de emoções
entre um respiro
e o outro.
Hoje vai e amanha vem.
Suspiro..
Palpitou o meu coração
pela lamina afiada
Que o trapassou..
Hoje vai e amanha vem.
entre note de jasmins, vem
com o gosto amargo de petróleo, vai
Daí inspirei coragem
Preenchendo os pulmões
De vida possível.
Quis
mas não queria
E não querendo
quis.
E quis
boca de rosa
Doce e refinada
Leve e aconchegante
Lembrança de antigas
Danças
Me perdi nas ondas dum
Éden anil como o céu de verão.
Hoje vai e amanha vem.
entre note de jasmine, vem
com o gosto amargo de petróleo, vai
Como onda do mar, vem
Como espuma rebelde, vai
Respirei
a admiração que refletiam seus olhos
Puros como de quem não conheceu outras musas.
Me iluminei
Do brilho inesquecível de um
Vislumbre de esperança
Terapia da carne
Nutrimento do espirito.
Levei comigo todas as dores
Para esquece-las.
Hoje vai e amanha vem.
entre note de jasmine, vem
com o gosto amargo de petróleo, vai
Como onda do mar, vem
Como espuma rebelde, vai
Folha ao vento que vai
E balançando, vem
Esqueci
Aquecendo o corpo
Nos delírios de um sonho
Elegante com seus passos leves
Gracioso como as palavras pronunciadas no meu ouvido
Cheio de ternura, como o carinho dispensado naquela sombra
Delicado e surpreendente como o abafado silencio
Rompido dos nossos suspiros e do barulho improviso dum carro estacionando.
Hoje vai e amanha vem.
entre note de jasmine, vem
com o gosto amargo de petróleo, vai
Como onda do mar, vem
Como espuma rebelde, vai
Folha ao vento que vai
E balançando, vem
Hoje vai...
Não quis
mas queria
E querendo
Não quis.
No jardim da vida
Somos o que fomos.
Tato..delirante contato.
E só.
Hoje vai e amanha vem.
entre note de jasmine, vem
com o gosto amargo de petróleo, vai
Como onda do mar, vem
Como espuma rebelde, vai
Folha ao vento que vai
E balançando, vem
Hoje vai
Amanha vem
RETRATO
Vivo como posso,
silenciosa, ao amanhecer
dançando um forró triste na beira dos meus desejos.
E basta-me a resignação das folhas de outono.
Às vezes eu posso como devo,
condigna, entre notas desafinadas
pinto dias sempre eguais
na tela das minhas emoções.
E basta-me a firmeza dos ponteiros na passagem inexorável do tempo
Raramente devo como vivo
inerme diante a magica do sublime
entrego a lua meus loucos devaneios
E não me basta a irrequietude dum leão na jaula
Hoje vivo como creio,
livre, como ao pôr do sol
moldando meus sonhos
ao sabor de antigos ideais.
E não me basta a coragem e a força do mar de inverno
Impetuoso, veemente, despudorado...
Sou rocha que resiste ao furacão dos sentimentos,
Sou neve que desliza através das emoções
Sou salgueiro chorão, que resistente
aos ventos borrascosos da vida
Eu sou ...
silenciosa, condigna, inerme, livre.
Rocha, neve, salgueiro.
Eu sou.
Entre uma conversa e outra ela parava,
olhava nos olhos dele com ternura, e com um sorriso
largo e inocente colava a boca na dele.
...há pessoas que não estão preparadas para nada receber, sequer um obrigado..., mas então o que é aquilo que oferecem?... Havia presenciado essas e outras coisas em alguns lugares do mundo... Hipocrisias...
Faço um brinde em minha homenagem e à minha vida que está de volta. Eu tenho o meu "eu" totalmente livre para ser quem realmente sou.
Minha vida me pertence.
Estou de volta para mim.
Me reconhecendo a cada dia e me amando.
Este momento só diz respeito a mim mesma.
É bom demais sair e não ter identidade reconhecida por ninguém nas ruas.
Sou eu.
Livre sem nome ou sobrenomes.
Um Mundo de Pilhérias
em qual sala secreta que rifaram minha vida?
em qual mesa de poker apostaram minha quimera?
em qual dia infame destruíram minha utopia?
com qual bebida cara brindam quem me degenera?
Meninos deificados em parcialidades magistrais
Comemoram e me odeiam em gritos parvos na cidade
Famintos por poderes , são minguados amorais
Em busca de prazeres que não dão publicidade
Entrei com os penetras no Coquetel dos poderosos
fui feito anfitrião em momentos inoportunos
Aceitos enquanto provedores de antegozos
Rifados quando sempre o status quo se faz de surdo
altiva dignidade embora em meio a miséria
cultivando as falácias de justiça pra ter norte
Esbanjando heroísmo em Um Mundo de Pilhérias
tateando no escuro pra encontrar quem se importe
UM DIA VINDOURO
A Liberdade
um dia vindouro
como um mau presságio
como um bom agouro
A independência
como uma vontade
Sim como desejo
não realidade
Emancipação
que eu cobrei de mim
Entrada de graça
Prestação sem fim
A soberania
Esta inevitável
tão mais iminente
tão mais improvável
...e ele continua lá todas as manhãs com um livro pousado no joelho, posso observar sempre pela cor da capa que já é outro.
..."Um pensador não é uma pessoa à toa na vida, mas, a vida é que se torna à toa na mente de um pensador."... Ricardo Fischer
..."Mãe não é uma palavra é na verdade um código divino e secreto que só os anjos sabem decifrar o verdadeiro significado."... Ricardo Fischer
Hoje
Hoje é um dia que queria esquecer.
Hoje é o dia que deixarei de te ver.
Hoje, maldito hoje que te rouba de mim.
Hoje, somente hoje queria aproveitar ao máximo sua presença aqui.
Hoje, só sei que hoje, hoje eu nada sei.
Hoje, não sei nem ao menos se receberei o seu adeus.
Hoje, este hoje maldito que tira as coisas do lugar.
Hoje, ainda hoje eu sonhei em te amar.
Hoje, é o que temos. O ontem já se passou.
Hoje, somente hoje seria capaz de recitar juras de amor.
Hoje, não posso simplesmente te deixar e ainda acreditar no amanhã.
Hoje, a única certeza que tenho é que não verei mais você todas as manhãs.
Hoje, a despedida já me sufoca.
Hoje, te olhar e saber que você se vai me apavora.
Hoje, tristeza minha e ter de te deixar partir em paz.
Hoje, queria um beijo seu, e ter em dentro de mim a certeza de nunca ter de te dizer adeus.
Hoje, se me desse um beijo.
Eu saberia por toda vida, seria meu.
Hoje, somente hoje eu não gostaria de estar aqui.
Hoje, somente hoje, chorarei ao ver você partir.
Durante alguns dias da minha vida,
a única coisa que farei será chorar por não te ter mais aqui.
Hoje, eu só sofro pelo que será do meu amanhã.
Nunca mais verei teu sorriso lindo, quando te comprimento todos os dias pela manhã.
Autora: Khenya Tathiany
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É um vento que chega bagunçando tudo, roubando minha calmaria, meu sossego
É uma onda que chega me arrastando, me levando, me afogando
E eu? Mergulho sem pensar...
Quem eu sou eu não sei, às vezes calmaria outras tempestades, as vezes um dia de chuva com trovoadas , outras um dia lindo de sol, posso ser outono, quando troco as folhas, posso ser primavera florescendo mais uma vez, o que eu sei é que mudo conforme o tempo, então hoje quem eu sou, sou inverno meia nublada, com alguns trovões, amanhã talvez serei verão isso depende da mudança que ocorrer, quero ser jardim , sol, chuva , ou vento, estou em transformação sempre.
Vejo você e penso é tudo o que quero,
Traz paz, não é possessivo é calmo
Onde posso ter um momento sublime.
Aprendi que para ter não é preciso impor,
Não é preciso controlar.
O que se mostra verdadeiro é livre,
Nada de amarras , o amor é ter a certeza que você é capaz de renunciar a própria felicidade pelo bem do outro, é saber que ele voltará, é ter paciência com a saudade, é suportar a distância, para saber que quando estamos nos abraços um do outro, ambos se completam .
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