Ataque
Diante das energias e discursos negativos que surgem como ataque, emerge no próprio ser, questionar e decidir: é melhor se deixar sofrer ou compartilhar os bons e importantes sentimentos que o mundo precisa conhecer?
A mulher casada tem três armas prediletas: o beijo, o sorriso e o ataque de nervos. O homem casado só tem duas: a água de melissa e o cabo de vassoura...
[nota: melissa = erva-cidreira]
Os animais que mais possuem formas de defesa são também os mais sensíveis ao ataque, tais como as tartarugas em seus cascos ou as lagartas, que quando saem de seus casulos, tornam-se um dos insetos mais belos. Assim são os seres humanos. Passam o resto de suas vidas amedrontados. Fecham seus corações feito alvéolos para o mundo a fim de se protegerem na esperança de que um dia alguém possa libertá-los.
... Há quem viva de aparência, há quem busca resultados,
Ha quem se esconde no ataque, há quem observa cautelosamente,
Há imbecis papagaios, há quem reflete nas palavras,
Há quem visa supérfluo, há quem age de boa vontade,
Há quem não tem fé, há quem crê no impossível,
Há pessimistas, e há quem confia,
Há quem seja maldoso, há quem ignora á distância,
Há quem, todavia erra, há quem se superou mediante os erros,
Há quem grite enlouquecedoramente, há quem chora hoje e sorri mais tarde...
...Mas ainda há quem se ofende com o reflexo de si mesmo.
PLACAR (By JeffCruz)
Doeu?
Ah não diga! Pensei que tivesse sistema anti-ataque.
Que pena que sua armadura não foi tão eficiente
Não me vinguei de você, vê, fui mais esperto
Quando esperava minha derrota, minha depressão
Eu fiz foi uma pressão maior na minha evolução
Saltei tão alto que nem percebeu, fiz recorde
Ai! Desculpa, mas sou um atleta bem preparado.
Nossa! Bem sei o quanto tive que treinar.
Eu sei a hora certa de fazer meu gol e sair de campo
Você ficou então com seu jogo sujo, trapaceando
Perdendo, buscando os pênaltis.
Ei! Espie só!... Eu fazendo embaixadinha, e você na baixaria
Placar 10 x 0! Estou cada vez mais craque nesse negócio
Já levei meu troféu pra casa. E você... Sei lá... Nem sobrou medalha!
O ponto fraco de um grande problema está nas suas costelas. Ataque-o sempre pelas laterais e você seguirá invicto!
Maior que a dor de um ataque é a dor de um confronto. Mas é a maneira mais sábia de se enxergar fortalecido. Permita-se.
NÉ?
Não me venha com ataque
ou se achar melhor que eu
só se transforma em destaque
aquele que mereceu
nunca zombe do meu baque
sem se levantar do seu.
Há aquela velha e boa fábula que conta a história do menino que sempre alarmava um falso ataque do lobo às brancas indefesas ovelhas. O Pastor, prestativo e atento, sempre acreditava nos falsos avisos do garoto. Quase sempre, um dia o Pastor se cansou. Justamente no dia em que o ataque era verdadeiro. O menino desesperado gritava pela ajuda do Pastor enquanto as ovelhas eram mortas.
Outra versão da fábula, mas com o mesmo efeito moralizante, é a do beija-flor que sempre dava enganosos alertas de incêndio na floresta. A inconsequente ave divertia-se ao ver toda a fauna mobilizar-se a fim apagar o que nunca existiu. Até que um certo dia... todos sabemos o que aconteceu.
Transpondo a fábula à realidade, apesar de não ser o garoto ou o beija-flor, por muito tempo emiti falsos sinais. Distribuí indícios e promessas de algo grandioso. Expressei, amiúde, (com uma dissimulação de fazer inveja a Capitu) sentimentos de bem-querer. Manifestei e fiz transparecer um amor sem começo nem fim.
Tal como o beija-flor ou o garoto, talvez tenha agido com o intuito de suprimir a pungente pequenez a que estava fadado. Fomos, eu e meus personagens, por muito tempo o centro das atenções. Nos divertíamos às custas da credulidade alheia. Crédulos que, por inocência ou ignorância, sempre guardavam na memória lembranças daquilo que, de fato, nunca existiu. Exceto em sonhos.
Hoje, por ironia do destino, minha história vai terminando como a de meus caros companheiros, o garoto e o beija-flor. Somos iguais em descrédito e desgraça. Hodiernamente, por mais sinceras e eloquentes sejam nossas palavras, ninguém mais dá ouvidos a elas. Eu não matei nenhuma ovelha. Quero, assim como o Pastor, cuidar do meu rebanho de um só exemplar. O que, no entanto e infelizmente, é impossível. Transformei-me no Lobo da história.
Eu tampouco quero apagar essa chama que sempre fantasiei ter, mas que só agora a conheço verdadeiramente. [Almejos sem meios. (Sonhos vãos). Não voltam.] O beija-flor que sempre fui, apesar de ter experimentado tantas rosas, apaixonou-se por uma flor intocável. Delicada demais para um lobo; grande demais para um pequeno e dissimulado beija-flor.
E o final dessa história... eu quero mudá-lo.
Nem todas as flores têm a mesma sorte: umas nascem para enfeitar a vida; outras, a morte.
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