Assim sou eu Menina Mulher Deusa Menia
Se você permitir, eu sangro teu nome em cada linha da minha pele. Deixo que a dor vire alívio e o amor, penitência. Porque amar você, nesse estado febril, já não é escolha — é instinto. E instinto não se cura, apenas se obedece.
Aceita minha carne como tua penitência. Me mastigue com a calma de quem saboreia o fim. E quando eu não for mais nada além de memória no fundo da sua língua, ainda assim, que meu gosto te assombre por uma eternidade.
Permita-me ser o chão que você pisa com desatenção. Deixe que eu me estilhace sob seus pés, em silêncio, só para ter a honra de sustentar seus passos, mesmo que eles se afastem de mim a cada vez.
Se você quiser, eu me desfaço em névoa e me misturo ao ar que você respira. Eu desejo entrar em seus pulmões e invadir sua corrente sanguínea, para circular em ti, ser parte tua, até que meu nome se torne tua febre e minha ausência, tua doença.
Ângela é ainda um casulo fechado, como se eu ainda não tivesse nascido, enquanto eu não abrir em metamorfose, Ângela será minha. Quando eu tiver forças de ficar sozinho e mudo – então soltarei para sempre a borboleta do casulo.
Viver é difícil
Como é difícil viver
Mesmo na felicidade
Eu penso lentamente em morrer.
Se eu pudesse voltar
A ser poeira cósmica
Com certeza eu estaria
Muito mais feliz.
Eu tenho incerteza
Nada exala clareza
Nem mesmo a pureza
De um ser divino.
Meu senhor,me mate
Ou melhor,me salve
Antes que se apague
A esperança que eu ainda tenho de viver.
Devagar
Eu vou morrendo e morrendo sem parar
Não sei quando a morte vai chegar
Mas sei que um dia a vida vai acabar
Estou rodeada de pessoas que eu odeio
E mesmo assim eu as norteio
Parece até um sorteio
Preparando os males da vingança
Que me trazem uma lembrança
Do que é viver
Esperando algo
Que nunca se realiza
Que demora,eu indago
Vou virar poetiza.
Eu não gosto de esperar
Quando espero começo a pensar
E já consigo imaginar
Tudo oq o mundo romantiza.
Esperar demora muito
E minha vida dura pouco
Nunca tive o intuito
Mas tudo isso me deixa louco
Vou encerrando este poema
Porque já esperei demais
E eu não tenho mais um tema
Porque já pensei demais.
14:14
Tempo,quanto tempo
quanto tempo eu espero,
quanto mais o tempo passa,
mais eu me desespero.
Choro,mas sorrio
Sorrio,mas choro.
É a primeira vez que eu me sinto
como Fernando pessoa.
Como Clarice eu escrevo,
penso um pouco como Nietzchie,
Com Tesla vejo relevo,
mas Curie não se atreve.
Um belo dia vejo Einstein
chamando todos para o jantar,
Thomson traz pudim de passas
mas ninguém parece gostar.
Curie vem com um chá verde,
com muita radioatividade.
Todos olham,mas não bebem,
pois isto seria futilidade.
Amelia vai de avião,
todos aguardam suas chegada.
Será que ela está no portão
ou chegará de madrugada?
Tesla é o útimo a chegar
poque rodou 3 vezes a casa,
e com toda essa enrolação
já são 14:26 da tarde.
Se eu não estiver mais aqui no amanhã
Não venha me procurar e não sinta minha falta.
Mesmo q eu desapareça ou esteja sem cabeça,eu não tenho importância na humanidade.
Eu tenho rancor do presente,tenho medo do passado e não viverei o futuro,pois é melhor a escuridão do que o sol pra quem não teme o escuro.
Talvez eu me mate hoje ou me mate amanhã,mas em um desses dias,deixarei minha vida e sumirei do mapa.Do mapa do que conheço q se chama vida.
Eu lamento muito,e lamento ainda existir.
É muito difícil sofrer por amor
É muito difícil amar também
Por que eu amo tanto ele
Se ele nunca me quis bem!?
Eu choro e penso nas dores passadas
Nas feridas e tristezas de uma dama mal amada
Na casa velha abandonada e mal tratada
Onde eu pude saber o que é amar.
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